
A Folha de S.Paulo, sob a pena do jornalista Fábio Zanini, mais uma vez tenta construir narrativas que beiram o ridículo, manipulando fatos e desinformando o leitor com sua habitual parcialidade. No mais recente artigo da coluna Painel, Zanini e sua equipe se dedicam a criar a ilusão de que Lula “saiu vitorioso” em um encontro com Donald Trump na ONU, tentando dar legitimidade a um governante cuja trajetória política é marcada pelo apoio a regimes ditatoriais e pela defesa de projetos claramente hostis à liberdade e à democracia. É inacreditável como um veículo que se diz jornalístico se presta a reproduzir esses contos, ignorando o histórico nefasto de quem enxerga governos autoritários como exemplos a serem seguidos.
Enquanto Lula se vangloria de suas alianças internacionais questionáveis, Trump, desde o momento em que assumiu o palco na ONU, demonstrou a todos a realidade sobre a inutilidade de muitas dessas instituições. Com humor afiado e ironia direta, Trump deixou claro que a ONU, muitas vezes, se torna palco de discursos vazios e encenações políticas, incapaz de gerar resultados concretos para os países que realmente buscam progresso e segurança. Ao mencionar Lula, Trump não apenas ironizou, mas expôs o brasileiro como alguém que busca se beneficiar da mídia global e do palco internacional sem qualquer substância ou autoridade moral para tal.
No entanto, a Folha, na típica tentativa de construir uma narrativa conveniente, afirma que “bolsonaristas admitem que Lula sai vencedor do embate com Trump”, enquanto tenta minimizar a atuação estratégica de líderes conservadores brasileiros que, diferentemente de Lula, defendem a soberania nacional, valores cristãos e liberdade econômica. A verdade é que qualquer análise minimamente justa sobre o episódio revela que Trump, mesmo mantendo a postura diplomática, não hesitou em deixar claro sua posição crítica, fazendo piadas e utilizando a ironia como ferramenta para expor a fragilidade de um governo brasileiro que ainda insiste em se aliar a ideologias que historicamente arruinaram nações.
O texto de Zanini é, acima de tudo, um exemplo daquilo que há de mais pernicioso no jornalismo brasileiro contemporâneo: a tentativa deliberada de criar uma narrativa favorável a Lula, ignorando que sua trajetória política é marcada pelo favorecimento de ditaduras e pela defesa de medidas que corroem a liberdade individual. Enquanto o jornalista tenta pintar Lula como um “homem de sangue frio” capaz de lidar com a pressão americana, omite completamente que qualquer passo do líder brasileiro no cenário internacional é pautado por interesses ideológicos, e não pelo bem do Brasil.
Além disso, a coluna sugere que figuras como Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo teriam perdido espaço diante de Lula, mas ignora completamente que tais afirmações são construídas por quem deseja enfraquecer a voz conservadora no debate público. Ao invés de reconhecer a coerência e a firmeza com que Jair Bolsonaro e seus aliados enfrentam pressões externas, a Folha prefere difundir uma narrativa que beneficia o PT, tentando moldar a percepção do público sobre quem realmente representa os interesses nacionais. É uma estratégia que se repete: ignorar fatos, exagerar interpretações e apresentar o adversário conservador como derrotado, quando, na realidade, são líderes firmes e comprometidos com a liberdade que são atacados.
A imprensa que se propõe a ser séria deveria relatar eventos com imparcialidade, reconhecendo a postura crítica de Trump e a fraqueza ideológica de Lula. Mas não: Fábio Zanini e a Folha persistem em transformar fatos em fantasia política, transformando uma visita à ONU em um palco de vitória para um líder que, em qualquer país sério, seria imediatamente questionado por seu histórico e por sua defesa de regimes ditatoriais. O que se vê é a tentativa de vender ao leitor uma narrativa conveniente, ignorando a realidade e a verdade objetiva: Lula tenta se mostrar estratégico, mas Trump não perde a oportunidade de ridicularizar as pretensões do brasileiro, expondo o vazio de sua diplomacia.
Em suma, a Folha de S.Paulo continua a falhar em cumprir seu dever jornalístico. Entre ironias sutis e manipulações explícitas, a verdade é que Lula não vence ninguém; apenas sobrevive temporariamente à exposição internacional que evidencia suas limitações. A imprensa conservadora e o público atento sabem reconhecer a diferença entre líderes que defendem seus países e ideais e jornalistas que se vendem a narrativas ideológicas. Trump mostrou que humor e ironia podem ser poderosas armas contra a farsa política, e a Folha, mais uma vez, mostra que prefere servir de porta-voz do PT do que de informativo sério.
Com informações Folha de S.Paulo
















