“Bolsonaro mostra insatisfação com ações de Eduardo e manda recado ao filho”, diz Bela Megale, O Globo

O jornalismo militante brasileiro segue cumprindo fielmente o seu papel: inventar crises onde não existem, distorcer fatos e entregar ao público

Por Notas & Informações

O jornalismo militante brasileiro segue cumprindo fielmente o seu papel: inventar crises onde não existem, distorcer fatos e entregar ao público uma narrativa embalada em “exclusividade” que não resiste a um olhar crítico. Nesta quinta-feira, 25, Bela Megale, conhecida porta-voz da extrema-esquerda, decidiu novamente mirar em Jair Bolsonaro e em seu filho, Eduardo Bolsonaro. O enredo não poderia ser mais previsível: criar a imagem de um ex-presidente fragilizado, contrariado e distante do próprio filho. O objetivo? Semear divisão, plantar dúvidas e enfraquecer a direita que segue unida apesar da perseguição judicial e midiática.

Segundo o artigo publicado em O Globo, Bolsonaro teria demonstrado insatisfação com as falas públicas de Eduardo e, como estaria proibido de manter contato direto com o filho por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, teria recorrido a “aliados” para transmitir recados. Aqui está a primeira inconsistência gritante da narrativa: quem são esses aliados? Quais nomes, quais cargos, quais declarações oficiais respaldam essa versão? Bela Megale, no melhor estilo do jornalismo de bastidores fabricados, não cita fontes, não apresenta evidências, não aponta responsáveis. Apenas solta a “informação” no ar, esperando que o leitor aceite como verdade absoluta. Isso não é jornalismo, é manipulação.

A estratégia é antiga e repetitiva. Ao insinuar que Bolsonaro precisaria de intermediários para se comunicar com Eduardo, a narrativa busca pintá-lo como um homem isolado, sem força, dependente de terceiros. É a caricatura perfeita para alimentar a tese de que o bolsonarismo estaria em crise. Ocorre que os fatos concretos mostram exatamente o oposto. Jair Bolsonaro, mesmo silenciado por ordens arbitrárias, segue sendo o líder político mais popular do país. Eduardo Bolsonaro, por sua vez, mantém seu papel central na articulação internacional da direita, conectando o Brasil às maiores lideranças conservadoras do mundo. A unidade da família Bolsonaro continua sendo o ponto de maior temor do establishment progressista.

Ao acusar Eduardo de falar demais e de supostamente prejudicar o pai, a matéria tenta criar um personagem caricato de um filho rebelde, inconsequente e desobediente. Mais uma vez, é a velha técnica de dividir para enfraquecer. Mas qualquer observador sério da política sabe que a diversidade de estilos entre Jair, Flávio e Eduardo não significa cisão, e sim complementaridade. Transformar diferenças naturais em uma “crise interna” é tão artificial quanto inútil.

Outro ponto curioso é a tentativa de sugerir que Eduardo já cogitaria disputar a Presidência sem o apoio do pai, ou até contra um candidato indicado por Bolsonaro, como Tarcísio de Freitas. Eis a prova cabal de que o objetivo é plantar discórdia. Não existe uma só declaração pública, concreta e documentada de Eduardo nesse sentido. O que existe são insinuações baseadas em “relatos de bastidores” convenientemente sem nome, sem rosto e sem assinatura. É assim que se fabricam crises: usando fumaça para simular fogo.

Enquanto o STF avança sobre direitos fundamentais e impõe ao ex-presidente restrições típicas de regimes autoritários — como a absurda proibição de falar com o próprio filho —, a velha mídia atua como parceira dessa perseguição. Bela Megale não questiona a arbitrariedade da ordem de Moraes, não problematiza o cerceamento de comunicação de um líder político eleito por milhões de brasileiros. Em vez disso, prefere reforçar a ideia de que Bolsonaro estaria acuado, ressentido e incomodado com sua própria base. Nada mais conveniente para quem vive de enfraquecer a direita e proteger o sistema.

É preciso fazer a pergunta que todo leitor consciente deveria levantar: será que essas informações são verdadeiras ou apenas manipulação? O fato de não haver nomes, fontes ou provas fala mais alto do que o próprio texto. A velha mídia sabe que muitos leitores não irão questionar, apenas repetir. Mas aqui está o alerta: todo conservador que lê esse tipo de narrativa deve lembrar que o objetivo não é informar, mas sim dividir.

Bolsonaro e Eduardo continuam unidos em um mesmo propósito: manter viva a chama conservadora, resistir à perseguição e oferecer ao Brasil uma alternativa real diante do caos petista e do autoritarismo judicial. Nenhum artigo plantado, sem fontes e recheado de insinuações, será capaz de apagar esse fato. O bolsonarismo segue firme, porque não depende da aprovação da imprensa, mas da confiança de milhões de brasileiros que já aprenderam a identificar manipulações.

Com informações O Globo

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