
Quem poderia imaginar: após está vendendo o Brasil como um quintal para o país comunista chinês do governo ditador Xi Jinping, o desgoverno da extrema-esquerda radical agora cogita realizar o encontro “histórico” entre Lula e Donald Trump em território neutro, após ter fugido como o diabo foge da cruz de encontrar Trump na Sala Oval da Casa Branca. Segundo as informações da jornalista Milena Teixeira, em sua apuração publicada na coluna de Igor Gadelha pelo portal Metrópoles, trouxe a pérola: Itamaraty e Planalto discutem o local do “grande encontro” para evitar, pasme, imprevisibilidades do ex-presidente americano. Traduzindo: medo. Lula, o “guerreiro do povo brasileiro”, teme um aperto de mão mais forte, uma piada mal colocada ou, quem sabe, a humilhação de ver Trump transformá-lo em figurante de sua própria narrativa.
A notícia, por si só, já é uma comédia involuntária. O chefe de Estado brasileiro, eleito com a promessa de “reconstruir a diplomacia”, avalia se encontra Trump por telefone, videoconferência ou, com sorte, num aeroporto qualquer da Europa. O receio? Que a espontaneidade de Trump exponha a fragilidade política de um Lula que já não convence nem quando lê teleprompter. A diferença entre os dois é gritante: enquanto o republicano fala com naturalidade, arranca risadas e demonstra força, o petista precisa de consultores, sussurros e roteiros ensaiados para não tropeçar em frases desconexas.
Trump, no seu estilo inconfundível, anunciou o encontro com bom humor na ONU, abraçou Lula, disse que gosta dele e ainda brincou que só faz negócios com quem gosta. E lá estava o brasileiro, feliz como adolescente tietando astro de cinema, tentando segurar a pose de estadista. A cena foi reveladora: um Trump dominante, seguro, conduzindo o tom, e um Lula risonho, satisfeito apenas por não ter sido ignorado.
O Planalto, claro, correu para “minimizar riscos”. Assessores falam em “cautela” e “estratégia”, como se houvesse algum plano além de rezar para que Trump não mencione os escândalos que rondam o governo petista. É quase engraçado imaginar Lula tentando explicar o “tarifaço” ou justificar a política econômica de um país que patina enquanto a inflação corrói salários. Mais engraçado ainda é imaginar Jaques Wagner, sempre pronto a defender o indefensável, já sugerindo que o tema da conversa envolva até sanções ao STF. É a velha estratégia petista: misturar pautas, distorcer fatos e colocar a culpa em terceiros, de preferência em ex-presidentes ou filhos de ex-presidentes que ousaram criticar o sistema.
Mas o ponto alto da matéria assinada por Milena Teixeira não está no que é dito, mas no que é revelado nas entrelinhas. O governo brasileiro comemora um “distensionamento”, como se Trump tivesse concedido a Lula a honra de uma trégua. Isso diz tudo sobre a posição do Brasil no cenário internacional sob o comando petista: de protagonista a figurante, de ator relevante a mero convidado de ocasião. Um país que já ditou tendências agora implora por reconhecimento.
É curioso observar como a esquerda brasileira, sempre tão feroz contra Trump, agora se esforça para tratá-lo como aliado. O mesmo Trump que, até ontem, era chamado de ameaça à democracia mundial, agora é visto como alguém com quem Lula deve ter “cautela”, quase reverência. A hipocrisia, marca registrada do petismo, nunca decepciona.
No fim, o encontro, se acontecer, terá menos a ver com política internacional e mais com marketing. Lula precisa aparecer ao lado de figuras globais para manter viva a ilusão de que ainda tem prestígio. Trump, por sua vez, só precisa ser ele mesmo: direto, irônico e imprevisível. E nisso, convenhamos, o brasileiro sempre perde.
A ironia é que, enquanto o governo gasta energia escolhendo “territórios neutros” para evitar constrangimentos, o Brasil real segue enfrentando crise econômica, violência crescente e desconfiança institucional. Mas para o petismo, nada é mais importante do que a próxima foto, o próximo aperto de mão, a próxima manchete. E assim seguimos, espectadores desse teatro tragicômico onde Lula faz figuração e Trump, mesmo à distância, continua roubando a cena.
Com informações Metrópoles
















