PCO comemora dois anos do atos terroristas feito por Hamas contra Israel

A revelação publicada pela jornalista Caroline Figueiredo neste sábado, 27, na Gazeta do Povo, caiu como uma bomba sobre o cenário

Por Notas & Informações

A revelação publicada pela jornalista Caroline Figueiredo neste sábado, 27, na Gazeta do Povo, caiu como uma bomba sobre o cenário político e social brasileiro. O Partido da Causa Operária (PCO), comandado nacionalmente pelo jornalista Rui Costa Pimenta, não apenas marcou posição, mas ousou comemorar o massacre terrorista promovido pelo Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, data em que o mundo inteiro foi testemunha de um dos mais cruéis ataques da história recente contra o povo judeu.

Para qualquer cidadão de bom senso, essa notícia não soa como um simples fato isolado, mas como um retrato da decadência moral de uma parcela da política brasileira. Enquanto milhares de famílias em Israel ainda choram seus mortos, seus filhos sequestrados, suas casas destruídas, o PCO — em plena capital paulista — convoca simpatizantes para celebrar aquilo que os terroristas chamaram de operação gloriosa. A escolha do Largo do Arouche, no coração de São Paulo, como palco desse ato, demonstra não apenas ousadia, mas um deboche explícito com a memória das vítimas, transformando dor em espetáculo político.

É preciso dizer com todas as letras: o que o PCO chama de “conquista dos oprimidos” foi, na verdade, um massacre covarde que resultou na morte de mais de 1.200 inocentes, incluindo mulheres, crianças e até estrangeiros que nada tinham a ver com o conflito. A própria narrativa do Hamas, repetida com entusiasmo pelo partido brasileiro, escancara a celebração da barbárie em nome de uma ideologia que não tem qualquer respeito pela vida humana. A indiferença às perdas civis, assumida recentemente por um dos líderes do grupo, Ghazi Hamad, em entrevista à CNN, apenas reforça o caráter sanguinário e cruel dessa organização terrorista.

No entanto, a indignação não é apenas internacional. Dentro do Brasil, milhares de pessoas expressam nas ruas e nas redes sociais sua perplexidade diante do silêncio cúmplice de setores que, por conveniência ideológica, preferem ignorar o peso do que está em jogo. Não se trata apenas de apoiar ou criticar Israel, mas de posicionar-se contra o terrorismo. E aqui está a verdadeira pergunta que ecoa no coração de tantos brasileiros: desde quando o país tolera que partidos políticos registrem, publiquem e promovam comemorações em favor de ataques terroristas?

O ato programado pelo PCO não é apenas um erro de avaliação política. É uma afronta ao povo judeu, ao Estado de Israel, e a todos aqueles que acreditam que a vida humana é inviolável. É também um sinal perigoso de como o radicalismo, travestido de discurso revolucionário, tenta normalizar a violência como ferramenta de transformação social. O problema é que esse tipo de “normalização” não fica restrito ao Oriente Médio. Uma vez legitimado em manifestações públicas no Brasil, abre espaço para que outras agendas igualmente violentas ganhem terreno, fortalecendo o discurso da destruição em lugar do diálogo democrático.

Em seu discurso recente na Assembleia Geral da ONU, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu lembrou que o ataque de 7 de outubro foi o pior massacre de judeus desde o Holocausto. Essa frase deveria ecoar como um alerta para todos nós. Esquecer o que aconteceu naquele dia, ou pior, comemorar a tragédia, significa relativizar o sofrimento humano e reabrir feridas que a humanidade jurou nunca mais permitir que se repetissem.

O PCO pode até tentar reescrever a história com slogans inflamados e frases de efeito em redes sociais. Mas não há retórica capaz de transformar um massacre em vitória, nem transformar assassinos em heróis. O que existe é o repúdio, crescente e legítimo, de milhares de brasileiros que não aceitam a cumplicidade silenciosa com o terrorismo.

A denúncia de Caroline Figueiredo não é apenas mais uma reportagem. É um alerta, um chamado à consciência nacional. O Brasil precisa decidir se permitirá que ideologias radicais tomem as ruas para transformar terroristas em símbolos de resistência, ou se terá a coragem moral de afirmar que terrorismo não se comemora, terrorismo se condena. E essa decisão não pode ser adiada.

Com informações Gazeta do Povo

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