Alexandre de Moraes, proíbe Bolsonaro de falar com o próprio filho Eduardo Bolsonaro

Vivemos dias em que o absurdo se tornou rotina, e a perseguição política virou política de Estado. O ex-presidente Jair Bolsonaro,

Por Notas & Informações

Vivemos dias em que o absurdo se tornou rotina, e a perseguição política virou política de Estado. O ex-presidente Jair Bolsonaro, que recebeu mais de 58 milhões de votos, foi novamente alvo de um mandado de busca e apreensão, dessa vez com uma ordem que ultrapassa qualquer limite do razoável: ele está proibido de falar com seu próprio filho, Eduardo Bolsonaro, deputado federal eleito democraticamente pelo povo paulista e que se encontra nos Estados Unidos. Isso mesmo. Um pai está proibido de falar com seu filho, por decisão direta do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Não estamos mais diante de um embate jurídico. O que está em curso no Brasil é um processo de destruição completa da liberdade individual, da soberania familiar, e da própria lógica constitucional. Quando o Judiciário determina que um cidadão não pode se comunicar com seu próprio filho, eleito pelo povo, sem que haja qualquer condenação formal, estamos, sim, diante de um Estado que rasgou a Constituição diante de nossos olhos. E tudo isso com o silêncio cúmplice de uma imprensa que, em outros tempos, se alardeava como defensora da liberdade.

Qual o crime de conversar com o próprio filho? Desde quando isso virou “ameaça à democracia”? De onde emana esse poder que autoriza um homem, togado por concurso e não por voto popular, a intervir em relações privadas entre pai e filho? São perguntas que qualquer cidadão de bom senso faria, caso o Brasil ainda tivesse o mínimo de decência institucional. Mas infelizmente, o que se observa é um silêncio ensurdecedor, quando não uma celebração aberta por parte daqueles que antes pregavam o “amor venceu o ódio”.

A verdade, nua e crua, é que Jair Bolsonaro nunca deixou de ser o maior obstáculo aos planos autoritários da esquerda globalista. Enquanto Lula e seus aliados fingem governar com discursos cheios de promessas vazias, o povo brasileiro sente na pele o aumento dos impostos, a escalada da violência, o abandono da educação e da saúde pública. A cada nova medida do STF, a cada novo abuso disfarçado de “decisão técnica”, fica claro que o alvo real é calar a oposição. E Bolsonaro é, como sempre foi, o nome que representa esse incômodo.

Eduardo Bolsonaro, por sua vez, é um deputado atuante, que tem se destacado por sua luta em defesa das liberdades individuais, da soberania nacional, da proteção das famílias e dos valores cristãos. Ao silenciar a comunicação entre pai e filho, o STF envia um recado ao Brasil: ninguém está a salvo. Nem mesmo dentro da própria casa.

A Polícia Federal, que há muito deveria agir como braço da legalidade e da justiça, hoje executa mandados com a frieza burocrática de quem cumpre ordens sem questionar. A nota oficial, lida de forma robótica — “A Polícia Federal cumpriu, nesta sexta-feira (18/7), em Brasília, dois mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão, em cumprimento a decisão do Supremo Tribunal Federal, no âmbito da PET n.º 14129” — é a confirmação de que o Estado de Direito virou um teatro. Um teatro sombrio, onde os autores da peça são os mesmos que controlam o roteiro, o cenário e até quem pode ou não falar.

E onde está a oposição? Onde estão os senadores e deputados que prometeram defender a Constituição? Onde estão os que juraram “defender a pátria, proteger a família e honrar o povo brasileiro”? Quando um pai é impedido de falar com seu filho por decisão judicial, é porque já estamos diante de um regime que não se envergonha mais de impor sua tirania.

Para os que ainda acreditam que isso é “exagero” ou “teoria da conspiração”, deixo uma pergunta simples: e se fosse com você? E se você, cidadão de bem, acordasse com a polícia batendo à sua porta, levando seu celular, te impedindo de ligar para seu filho, sua esposa, sua mãe? Aceitaria calado, porque “a justiça mandou”? Ou entenderia, enfim, que isso não é justiça — é repressão política travestida de legalidade?

O Brasil precisa acordar. O conservadorismo não é apenas uma ideologia política. É, antes de tudo, uma postura diante da vida, uma defesa intransigente da ordem, da liberdade, da verdade e da família. Quando um ministro impede um pai de falar com seu filho, ele não atinge apenas Jair Bolsonaro. Ele atinge a todos nós. Ele diz, com todas as letras, que a Constituição é um papel decorativo e que o povo deve obedecer calado.

Chegará o dia em que essas arbitrariedades serão julgadas pela História. E, nesse tribunal, não haverá toga, cargo ou poder que apague os crimes cometidos contra a liberdade. A geração que se cala hoje é a mesma que lamentará amanhã a perda das suas liberdades. Mas que fique claro: alguns de nós não se calarão. Continuaremos denunciando, escrevendo, lutando. Porque sabemos que, quando a injustiça vira lei, a resistência vira dever.

E para concluir de forma precisa, deixo registrado que este texto teve como base a matéria publicada pelos jornalistas Andre Shalders e Andreza Matais, Metrópoles, que — mesmo sem perceber — acabaram registrando para a posteridade o marco da ruptura mais bizarra da nossa democracia: quando um pai, eleito pelo povo, foi proibido de falar com seu próprio filho, também eleito pelo povo.

A História lembrará disso. E não perdoará os que hoje fingem que está tudo normal.

Com informações Metrópoles

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