Allan dos Santos tinha previsto saída de juízes de Moraes antes da mídia

newsletter Conservadores Online

Os bastidores da política e conteúdos exclusivos

Ao clicar em Assinar, concordo com os  e a do Conservadores Online e entendo que posso cancelar as assinaturas do Conservadores Online a qualquer momento.

Eduardo Bolsonaro levantou um questionamento que não pode ser ignorado, principalmente por aqueles que ainda acreditam na transparência do sistema judiciário brasileiro. O deputado federal trouxe à tona um fato, no mínimo, curioso: como Allan dos Santos já sabia, com antecedência, que os juízes auxiliares do ministro Alexandre de Moraes iriam pedir para sair do gabinete? Coincidência ou mais um daqueles episódios típicos do “Consórcio da Imprensa” que insiste em manipular a narrativa?

O Brasil se acostumou a ver certos eventos acontecerem de maneira, digamos, muito bem orquestrada. A imprensa tradicional, cúmplice de tudo, já tem o enredo pronto antes mesmo dos fatos ocorrerem. O que se viu aqui não foi diferente. Segundo a narrativa oficial, os juízes auxiliares saíram porque seu tempo de trabalho se esgotou. Mas se isso fosse realmente um fato previsível, por que Allan dos Santos já cantava essa pedra antes mesmo da notícia estourar? Mistério.

Os conservadores brasileiros não são bobos. Já faz tempo que percebemos um padrão que se repete exaustivamente: quem ousa questionar os desmandos de certas autoridades logo se torna alvo. E se alguém ousa prever algo antes da grande mídia divulgar, aí a coisa fica ainda mais suspeita. O modus operandi é sempre o mesmo: desacreditar, deslegitimar e, se necessário, perseguir.

A grande questão aqui é a credibilidade. E quando se fala em credibilidade, sabemos que figuras como Allan dos Santos, por mais que sejam atacadas, têm uma coisa que falta na imprensa militante: compromisso com a verdade. Se Allan previu esse movimento dentro do gabinete de Alexandre de Moraes, é porque tinha acesso a informações que a mídia tradicional finge não enxergar.

O caso dos juízes auxiliares revela algo ainda mais preocupante: a fragilidade do próprio sistema judicial brasileiro. Quando assessores de um ministro do STF começam a pular fora do barco, a pergunta que se faz é: o que está acontecendo nos bastidores? Se realmente a saída desses juízes foi por “fim de prazo”, por que não houve essa antecipação na própria comunicação oficial? Por que a grande mídia apenas reproduziu uma justificativa pronta e previsível, ao invés de investigar?

É sintomático que figuras ligadas ao conservadorismo sejam sempre as primeiras a serem questionadas e perseguidas, enquanto os erros e contradições das instituições passam despercebidos ou são rapidamente esquecidos. O Brasil de hoje vive sob um verdadeiro estado de exceção, onde aqueles que não rezam pela cartilha do sistema são tratados como criminosos.

O STF, sob a liderança de Moraes, vem acumulando episódios de abuso de autoridade que envergonham qualquer nação minimamente democrática. Censura a veículos de imprensa independentes, perseguições políticas e uma série de decisões que extrapolam os limites constitucionais são apenas alguns dos exemplos. No entanto, a imprensa segue calada ou, pior, justificando cada uma dessas ações como se fossem parte de um “combate à desinformação”.

Não surpreende, portanto, que um evento como esse passe a ser tratado de maneira superficial. Se há algo que incomoda a esquerda e o establishment brasileiro, é a informação verdadeira sendo disseminada fora dos seus canais de controle. Essa previsibilidade das saídas no gabinete de Moraes pode indicar duas coisas: ou há uma crise interna, com seus assessores percebendo que algo de muito errado está acontecendo, ou há um jogo de cena para dar um ar de normalidade ao que claramente não é normal.

Em um país sério, um fato como esse levantaria questionamentos. Mas no Brasil, qualquer menção à possibilidade de que algo estranho esteja acontecendo já é tratada como “teoria da conspiração”. O mesmo Consórcio de Imprensa que abafou os escândalos do governo petista e relativizou a corrupção do sistema agora se dedica a reforçar a narrativa do Judiciário como um bastião da moralidade. Só acredita nisso quem realmente quer.

A verdade é que a justiça brasileira perdeu sua imparcialidade há muito tempo. Não há mais separação de poderes quando um único ministro assume para si a responsabilidade de julgar, investigar, censurar e até definir o que pode ou não ser dito nas redes sociais. O STF se transformou em um tribunal político, e todos aqueles que ousam desafiar sua autoridade sabem que terão um alvo desenhado em suas costas.

O caso dos juízes auxiliares pode parecer pequeno, mas é altamente simbólico. Ele escancara que há algo de podre nos bastidores e que há pessoas sabendo disso antes mesmo da imprensa oficial divulgar. Quando informações relevantes surgem de veículos independentes e não da grande mídia, a dúvida é inevitável: quem realmente controla a narrativa no Brasil?

Os conservadores já sabem a resposta. Há um esforço coordenado para calar qualquer voz dissonante, para manter o povo alienado e para garantir que qualquer questionamento às autoridades seja tratado como “ataque à democracia”. No entanto, a realidade sempre encontra um jeito de vir à tona, e a verdade é implacável. Os fatos mostram que o Brasil está longe de ser uma democracia plena, e a saída dos assessores de Moraes é mais uma peça nesse quebra-cabeça obscuro.

Eduardo Bolsonaro apenas levantou uma questão óbvia, mas que ninguém da grande mídia tem coragem de fazer. Se um jornalista independente já sabia desse movimento interno antes da imprensa oficial, o que mais estão escondendo de nós? Esse é o tipo de pergunta que um povo consciente e politicamente atento precisa fazer. Mas, infelizmente, muitos preferem continuar acreditando na narrativa confortável do establishment.

O que nos resta, como conservadores, é continuar questionando, denunciando e se recusando a aceitar a versão oficial sem contestação. A verdade, por mais que tentem abafá-la, sempre encontra uma maneira de emergir. E quando ela finalmente vier à tona, não haverá narrativa que sustente o castelo de cartas que está sendo montado.

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

Você vai gostar em ficar sabendo

⚠️ Comentários que violarem as regras da Política e Privacidade, poderão ser moderados ou removidos sem aviso prévio. Este é um espaço para quem valoriza a verdade, o conservadorismo e a ordem. Se concorda com isso, seja bem-vindo ao debate! 🚀

Principais destaques

plugins premium WordPress