Alta da Selic em 15%, e sem previsão de alívio até 2026 expõe todo fracasso da gastança lulista!

Prepare-se para mais uma daquelas notícias que fazem a militância da extrema-esquerda arrancar os cabelos e culpar até a gravidade terrestre.

Por Notas & Informações

Prepare-se para mais uma daquelas notícias que fazem a militância da extrema-esquerda arrancar os cabelos e culpar até a gravidade terrestre. Segundo matéria assinada por Felipe Gutierrez, da Folha de S.Paulo, o Banco Central decidiu dar uma aula de realidade econômica aos fãs do “gasto público sem limites”: a Selic subiu para 15% ao ano e, segundo os próprios analistas, só deve começar a cair lá para 2026. Sim, você leu certo: 2026. Pode anotar no calendário e preparar o bolso!

Antes mesmo da decisão, os “especialistas” (sempre os mesmos que aplaudem a irresponsabilidade fiscal como se fosse política de inclusão social) juravam que o Copom iria “manter” a taxa em 14,75%. Mas a surpresa veio como uma rasteira no otimismo de boteco que circula em certos círculos progressistas: subiu!

O mais engraçado? A reação dos próprios analistas de mercado. O economista Alex Agostini, da Austin Ratings, já anunciou: “Até dezembro a Selic fica em 15% e só começa a cair na primeira reunião de 2026”. Ou seja, para quem sonhava com juros baixos ainda este ano, a única coisa que vai baixar é a expectativa de vida do próprio discurso.

O show de ironia monetária não para por aí. Segundo Gabriel de Barros, da ARX Investimentos, o tom do Copom foi “hawkish”. Traduzindo para o português claro: restritivo, duro e sem paciência para brincadeiras fiscalistas. (Que peninha do pessoal que ainda acredita em mágica econômica…)

A expressão “período bastante prolongado” apareceu nada menos que três vezes no comunicado oficial do Banco Central. Dá pra sentir o recado? Não vai ter moleza. Segundo André Perfeito, da APCE, a decisão serve mais como um grito de “acordem!” para o mercado do que como ajuste técnico. Afinal, entre 14,75% e 15%, o que muda mesmo é o constrangimento dos analistas que erraram todas as previsões.

A MB Associados, através de Sergio Vale, até tentou dar aquele tom esperançoso: quem sabe uma queda modesta no final do ano… desde que não haja nenhuma turbulência política em 2026. Ah claro… porque em pleno governo Lula, estabilidade política virou artigo de museu.

O mais hilário é o contraste entre o Banco Central, que faz o trabalho de contenção de danos, e o próprio governo federal, que segue na contramão, ampliando gastos como se o Tesouro fosse fonte inesgotável de felicidade socialista. Flávio Roscoe, presidente da Fiemg, resumiu bem: “O dinheiro público é gasto em forças que se anulam.” Governo mete o pé no acelerador dos gastos e o BC puxa o freio de mão nos juros. Resultado? O cidadão paga a conta enquanto a narrativa oficial segue em negação.

Até mesmo a Bloomberg, na análise de Adriana Dupita, destacou que a decisão teve três objetivos claros: frear o otimismo exagerado, cortar expectativas de queda de juros e reforçar a credibilidade da equipe econômica do Copom. Ou seja, o mercado recebeu o recado: não esperem afrouxamento monetário enquanto a farra fiscal continuar.

Antes da reunião, o consenso era que a Selic estacionaria nos 14,75%. Mas com a inflação de maio mostrando apenas 0,23%, e os preços internacionais do petróleo ameaçando subir, o Banco Central preferiu pecar pelo excesso de cautela do que cair no conto de fadas do “gasto sem consequência”.

Ah, e vale lembrar: essa foi a quarta decisão do Copom desde que o novo presidente, Gabriel Galípolo, assumiu o comando. E o que temos até agora? Juros subindo e um governo que segue ignorando o abismo fiscal que cavou.

Mas fica aí o consolo para os militantes de plantão: ainda dá pra culpar o “legado de Bolsonaro”, o “austericídio”, ou quem sabe… o clima. Porque assumir que a política econômica lulista é um desastre… aí já seria pedir demais para quem vive de narrativa.

Com informações Folha de S.Paulo

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