Amiga de Lula, Cristina Kirchner é condenada a pagar R$ 3 bi em caso de corrupção histórica

Ah, como é doce o som da justiça tocando no ouvido de quem sempre acreditou ser imune a ela. Cristina Kirchner,

Por Notas & Informações

Ah, como é doce o som da justiça tocando no ouvido de quem sempre acreditou ser imune a ela. Cristina Kirchner, ícone da esquerdalha latino-americana, musa do “progressismo” portenho, foi intimada a pagar nada menos que R$ 3 bilhões, por um caso de corrupção que só surpreende quem vive numa bolha de sociologia marxista da USP. E o mais delicioso? Isso não é ficção, é manchete do Poder360, aquele mesmo portal que costuma brilhar os olhos quando o tema é “ameaça à democracia” — mas fecha os dois quando a corrupção tem sotaque companheiro.

Pois bem. Um juiz argentino — sim, ainda existem juízes nesse continente tomado por militantes togados — determinou que Cristina e mais oito figurões da roubalheira peronista têm 10 dias úteis para depositar a bagatela de 684,9 bilhões de pesos argentinos (leia-se: quase 3 bilhões de reais) em uma conta judicial. E não, não é para financiar projeto social nenhum. É para devolver ao povo o que foi arrancado com a sutileza de um trator bolivariano atropelando a moral pública.

A decisão partiu do Tribunal Oral Federal 2, que evidentemente não assiste ao Fantástico aos domingos nem pede bênção ao Foro de São Paulo antes de julgar. Segundo o texto do Poder360, o valor foi calculado com base em um relatório do corpo técnico da Suprema Corte argentina, que ignorou tanto o perito de Cristina quanto o Ministério Público — olha que espetáculo: a Corte não engoliu o teatrinho de defesa técnica nem o corporativismo de toga. Um milagre jurídico na América Latina! Algum progressista deve ter se engasgado com a quinoa vegana ao ler isso.

E aí vem a melhor parte. O texto menciona que o juiz Jorge Gorini e seu colega Rodrigo Giménez Uriburu classificaram o caso como um “gravíssimo caso de corrupção”. Gravíssimo. Algo que por aqui, nas bandas da Esplanada dos Ministérios, ainda é tratado como “narrativa da direita golpista”. Imagina só se um juiz brasileiro resolvesse classificar os bilhões evaporados no BNDES, nos Correios, na Petrobras e nas estatais como algo “gravíssimo”? Ia faltar cartaz de “Lula Livre” e mortadela nos atos da CUT.

Mas claro, sempre tem quem tente desviar o foco. Para os fãs da nova esquerda gourmet, isso tudo é uma armação do imperialismo contra os líderes populares da região. A esquerda caviar prefere enxergar em Cristina uma mártir perseguida, uma heroína do povo que usou os cofres públicos como se fossem extensão do cartão corporativo da família Kirchner — por amor ao povo, é claro. Se corrupção tivesse sotaque paulista e terno Armani, seria crime. Mas se vier da Patagônia com discurso vitimista, vira resistência.

Agora pense comigo: se Cristina, com seu currículo recheado de escândalos e alianças questionáveis, teve sua primeira condenação confirmada pela Suprema Corte da Argentina, o que será que os lulistas estão sentindo ao ler isso? Um calafrio na espinha? Um pressentimento desconfortável? Afinal, quem tem telhado de vidro não joga pedra nos hermanos. O presidente Lula, tão solidário às figuras da esquerda sul-americana, ainda não tweetou nada. Deve estar esperando a próxima reunião da UNASUL para emitir uma nota de repúdio à “judicialização da política”, aquele bordão batido que sempre aparece quando o amigo da vez é pego com a mão na cumbuca.

E convenhamos, isso só escancara o óbvio: a narrativa da extrema-esquerda está ruindo como prédio mal construído pelo PAC. Enquanto isso, eles seguem tentando colar no brasileiro a ideia de que a direita é fascista, que o conservador é retrógrado, que a liberdade econômica é opressora. Mas o povo está acordando — ou, no mínimo, está lendo o que nem eles conseguem esconder: a corrupção institucionalizada nas gestões “populares” da América Latina não é exceção, é regra.

Os fatos estão aí, escancarados, mas a militância de iPhone finge não ver. A cara de pau da extrema-esquerda tem espessura de blindagem de carro-forte. A Justiça argentina basicamente deu uma lição de moral que reverbera até Brasília. E enquanto o argentino médio, esmagado pela inflação e pelo desemprego, finalmente vê uma fagulha de justiça, o brasileiro fica à mercê de narrativas mirabolantes que tentam reescrever a história de escândalos como se fossem episódios de novela.

E para os lulistas que ainda insistem em defender o indefensável: aprendam com os vizinhos. A impunidade pode até durar, mas não é eterna. Uma hora a conta chega. Na Argentina, ela veio com data, hora, valor e prazo de depósito. Por aqui, seguimos observando, aguardando a coragem de juízes que tratem os bilhões saqueados do povo com o mesmo rigor que tratam um tweet desabonador contra o STF.

Enquanto isso, Cristina vai tendo que escolher: paga os R$ 3 bilhões ou vê o patrimônio ir para leilão judicial. E você aí, companheiro, que gritou “Lula livre” até perder a voz, vai doar o que mesmo? Seu iPhone ou o carregador?

É isso. A América Latina dá sinais de que a farra está acabando — e a esquerda, com seu eterno ar de superioridade moral, vai ter que começar a estudar uma matéria nova: prestação de contas. Até lá, seguimos aplaudindo cada decisão que transforma o mito da impunidade socialista em uma piada — uma daquelas que, por ironia, nem mesmo a militância consegue rir.

Com informações Poder 360

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