Após derrota do decreto do IOF, AGU confirma indefinição de Lula sobre acionar o STF

Ah, o espetáculo grandioso da política tupiniquim, onde a pantomima do “governo democrático e popular” vira um verdadeiro circo de horrores

Por Notas & Informações

Ah, o espetáculo grandioso da política tupiniquim, onde a pantomima do “governo democrático e popular” vira um verdadeiro circo de horrores com o tom mais patético que você pode imaginar. Desta vez, a estrela principal do show é o impagável enredo protagonizado pela Advocacia-Geral da União (AGU), aquela entidade que, em teoria, deveria ser o alicerce jurídico do país, mas que virou o porta-voz oficial da confusão que é o governo Lula. E quem está no centro do furacão? O glorioso debate sobre o decreto para elevar o famigerado IOF, que foi barrado de maneira histórica — sim, você leu certo — pela Câmara dos Deputados. Não é todo dia que o Congresso derruba um decreto presidencial. Só aconteceu uma vez antes, em 1992, com o então “caçador de marajás” Collor, só que, ao contrário daquele, o Lula não enfrenta impeachment — ao menos ainda não —, mas parece que os tropeços são quase iguais.

A partir do texto da jornalista Lavínia Kaucz, do Estadão, fica claríssimo o tamanho da trapalhada. Haddad, o ministro da Fazenda que já protagonizou tantos capítulos trágico-cômicos, abre o jogo para a imprensa: o governo está naquele lenga-lenga de sempre, estudando “três possibilidades” para responder à derrota. Ah, as possibilidades! Que suspense digno de novela das oito: entrar na Justiça contra o Congresso, buscar uma nova fonte de receita ou cortar o orçamento — e, claro, com um detalhe a la governo Lula, “que atinja a todos”, ou seja, prepare seu bolso, cidadão trabalhador. A sorte do brasileiro é que nem a esquerda sabe direito o que fazer, porque a decisão do Congresso foi uma bofetada na cara da equipe econômica e dos seus sonhos tributários.

Agora, a AGU aparece no palco, toda pomposa e cheia de “tecnicalidades jurídicas”, para dizer que nada está decidido. Essa é a famosa nota oficial que é tão concreta quanto promessa de político em época de eleição. Dizem que vão analisar tudo “após oitiva da equipe econômica”, ou seja, em bom português, “vamos esperar a poeira baixar para ver se a gente não toma outro toco”. E só o advogado-geral da União, Jorge Messias, poderá informar a população — provavelmente com o mesmo entusiasmo de quem anuncia um reajuste de imposto — sobre qualquer “eventual” ação judicial. Em outras palavras: um samba do crioulo doido jurídico, sem prazo nem compromisso, porque, afinal, o governo está tão perdido que não sabe se vai recorrer ou não.

O mais divertido nessa pantomima é a própria reação das alas internas do governo Lula. De um lado, a equipe econômica, que bate no peito e diz que a decisão do Congresso é “inconstitucional”. Ora, ora, que surpresa! Um decreto presidencial derrubado? Inconstitucional, sim, claro. Mas será que é mesmo? A dúvida paira no ar, e aí vem a ala política, a turma do “vamos maneirar, porque se a gente apelar demais vai ficar ainda pior no Congresso”. Que união maravilhosa, hein? Parece até reunião de condomínio onde ninguém quer pagar a conta do elevador quebrado.

E não para por aí. Lula, o grande maestro dessa ópera bufa, já convocou reuniões com seus principais ministros e líderes para discutir os próximos passos. Reunião com presidentes da Câmara e do Senado, conversas para tentar encontrar uma saída que não seja a humilhação pública. Porque perder é uma coisa, mas admitir que perdeu para o Congresso é um golpe duro demais para o ego do petismo que sempre se vendeu como dono da verdade e da caneta mágica.

É fundamental destacar o tamanho da piada que é o fato do Congresso ser o protagonista de uma derrota inédita — porque, vejam só, é a primeira vez em 33 anos que um decreto presidencial cai por terra. Isso não é só um indicador da fragilidade do governo Lula, é um escárnio público. Lembre-se que Collor, o destemido presidente que foi para o impeachment, teve seu decreto derrubado antes do colapso final. Lula, por sua vez, só coleciona derrotas em plenário, cada vez mais evidente que seu projeto de poder topa qualquer rasteira para tentar manter as rédeas, mas acaba tropeçando nos próprios pés.

E o melhor, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que, ao contrário do governo, parece ter um pouco mais de lucidez, falou na caradura: “Foi, sim, uma derrota para o governo, mas essa derrota foi construída a várias mãos.” Ou seja, ninguém segurou a barra para o Lula, nem mesmo aqueles que tradicionalmente lhe davam apoio cego. É o retrato da derrocada interna do PT e seus aliados.

Alcolumbre ainda tenta dar aquela piscadinha hipócrita dizendo que o Congresso “mais ajuda do que atrapalha o governo”. Ah, sim, claro, ajudar é uma coisa; quando o governo está no fio da navalha e não consegue sequer aprovar um decreto básico para aumentar receita, ajudar deve ser empurrar o barco pra trás, né? O que Alcolumbre quer mesmo é dizer que a paciência do Congresso está no limite, e que o governo precisa “parar e conversar mais” — ou seja, calar a boca e aceitar a realidade.

Nesse teatro de absurdos, a extrema-esquerda que sempre se pintou como defensora do povo trabalhador tenta, como pode, salvar a cara. Mas o riso é inevitável quando vemos que o tal “povo” vai ser quem vai pagar a conta do bolo tributário, enquanto os “especialistas” do PT, Haddad e companhia, ficam brincando de advogados do diabo com o STF, sempre pensando em judicializar tudo que lhes incomoda. A “AGU” que deveria ser um bastião de firmeza jurídica virou uma piada ambulante, um órgão que só sabe dar respostas vagas para notícias que mostram o quanto o governo está perdido.

Enquanto isso, a narrativa oficial tenta passar a imagem de um governo forte, que ainda está “analisando tecnicamente” o que fazer. Na prática, isso significa enrolação, perda de tempo e aumento da desconfiança dos investidores, dos empresários e, claro, do cidadão comum que está cansado de tanta palhaçada. A política tributária virou um samba de uma nota só, e o “novo” decreto para aumentar o IOF é só mais uma página no livro da incompetência do Planalto.

O quadro é tão patético que a única certeza que fica é a de que o governo Lula e seus apaniguados da extrema-esquerda têm zero controle da situação. Eles foram pegos na armadilha do Congresso, que finalmente acordou para o papel de fiscalizador e decidiu mostrar o dedo médio para a arrogância do executivo. E aí, o que resta para a turma do PT? Chorar, reclamar, manobrar nos bastidores, judicializar — e, claro, mandar a AGU fazer aquele papelão oficial de “não decidir nada” até ver como o vento sopra.

Portanto, enquanto a extrema-esquerda tenta manter o verniz da respeitabilidade, o que se vê é um governo que não tem a mínima capacidade de governar sem passar vergonha, um Congresso que finalmente acordou para a sua responsabilidade, e uma AGU que virou um escudo mole para justificar a incompetência. A ironia? Essa derrota para Lula e Haddad é um presente para o Brasil — e o mais engraçado é que o presente veio embrulhado em papel de deboche, para lembrar a todos que nem sempre a caneta do Planalto é a que manda.

Ah, e para o leitor que ainda não acredita: aguarde, porque essa novela ainda vai render capítulos hilários. E quem sabe, talvez seja o começo do fim desse enredo trágico que a extrema-esquerda tenta desesperadamente manter viva, mas que só serve para enterrar ainda mais a credibilidade do governo. Como dizem os antigos: rir para não chorar — e com o governo Lula, o riso é garantido.

Com informações Estadão

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Conservadores Conectado

Comece o dia com as principais notícias, além de colunas e links selecionados, de segunda a sexta.

Mundo

Destaques