
Ah, os guerreiros do apocalipse climático atacam novamente! Como se já não fosse suficiente a catástrofe intelectual promovida diariamente pela militância progressista, agora temos os destemidos ativistas do “Just Stop Oil” protagonizando mais um espetáculo digno de um roteiro de comédia pastelão. Desta vez, o alvo foi ninguém menos que a Tesla, a queridinha dos ambientalistas tecnológicos, e seu robô 100% elétrico, o “Optimus”. Sim, você leu certo: eles vandalizaram um robô elétrico com tinta laranja para protestar contra… bem, contra o quê exatamente?
O enredo dessa palhaçada é simples. Um grupo de “ativistas” (leia-se: adolescentes mimados e adultos entediados que nunca trabalharam um dia na vida) invadiu uma loja da Tesla em Londres e despejou tinta laranja no robô humanoide, como se isso fosse mudar alguma coisa no planeta. Agora, pare e pense: um bando de histéricos climáticos, supostamente contra os combustíveis fósseis, decide atacar uma empresa que lidera a transição para a energia limpa. É o mesmo que um vegetariano invadir um campo de alface e tacar ketchup nas plantas em protesto contra o desmatamento.
Mas claro, a lógica nunca foi o ponto forte da militância da extrema-esquerda. Para eles, o importante não é a coerência, e sim a performance. É preciso parecer engajado, é preciso ser visto nas redes sociais como o herói da vez. Pouco importa que a Tesla seja uma das empresas que mais investe em soluções sustentáveis para o futuro da mobilidade. Pouco importa que um robô elétrico não tenha absolutamente nada a ver com petróleo. O que importa é o espetáculo. O que importa é aparecer.
Ativistas do 'Just Stop Oil' invadiram a loja da marca de carros elétricos Tesla em Londres, e vandalizaram o robô 100% elétrico 'Optimus' com tinta laranja. pic.twitter.com/7FEaEmtM8b
— Brasil Paralelo (@brasilparalelo) March 12, 2025
Evidentemente, esses ativistas não têm a menor noção do que defendem. São os mesmos que gritam contra o petróleo enquanto usam celulares, tênis sintéticos e mochilas feitas de materiais derivados do mesmo petróleo que dizem odiar. São os mesmos que viajam de avião para protestar contra o aquecimento global e que exigem que os outros “salvem o planeta”, enquanto tomam seus cafés em copos descartáveis e vestem roupas produzidas na Ásia por processos industriais que emitem toneladas de CO₂. A hipocrisia é sempre o verdadeiro combustível dessas manifestações.
E o que dizer da tática usada? Ah, jogar tinta laranja em um robô elétrico realmente vai mudar o curso da humanidade! As futuras gerações certamente olharão para esse momento como o grande ponto de virada da luta climática! Quem precisa de avanços tecnológicos quando se tem latas de tinta e adolescentes desocupados para “ensinar” o mundo?
Mas sejamos justos. Essa gente não quer resolver problema nenhum. Eles não querem diálogo, não querem debater soluções reais, não querem propor alternativas. O que eles querem é caos. Querem atenção, querem curtidas, querem manchetes que os coloquem como mártires da “luta”. No fundo, eles sabem que não passam de peças descartáveis na engrenagem globalista que os manipula.
E como toda boa peça de teatro da esquerda radical, não faltam contradições. Os mesmos que idolatram Elon Musk quando ele financia carros elétricos, o demonizam quando ele defende a liberdade de expressão. Os mesmos que dizem que o futuro está na energia limpa, sabotam empresas que estão exatamente nessa missão. A verdade é que a esquerda radical não quer um mundo melhor, quer apenas um mundo onde eles estejam no comando.
A Tesla foi apenas a vítima da vez. Amanhã, será outra empresa. E depois, outra. A meta não é mudar o mundo, mas sim destruir tudo o que funciona e substituí-lo pelo caos da incompetência esquerdista. O resultado disso? Basta olhar para qualquer país onde essa mentalidade prevaleceu. Falência, miséria, escassez e uma elite “progressista” vivendo no luxo enquanto dita regras para os outros.
E no fim das contas, o que aconteceu com o robô Optimus? Bem, após o ataque de tinta laranja, ele provavelmente voltou a fazer o que faz de melhor: trabalhar. Algo que esses “ativistas” jamais saberão o que significa.