
A ministra da retórica delirante, também conhecida como Gleisi Hoffmann, resolveu dar as caras mais uma vez nas redes sociais para defender o indefensável — o aumento do IOF sobre operações internacionais. Em um post no “X”, a plataforma que substituiu o Twitter e que agora tem que aturar os delírios tributários de parlamentares de esquerda, Gleisi tenta, com a habilidade de um funâmbulo bêbado, justificar a lambança tributária do governo Lula 3 como se fosse um ato de caridade fiscal.
“O novo decreto do IOF traz ajustes necessários” — veja bem, “ajustes necessários”, segundo a cartilha neo-socialista de Gleisi, significa que você, cidadão que ousa comprar um livro no exterior, pagar por um curso online ou adquirir um produto em dólar, será penalizado com um imposto de 3,5%. Ah, mas em 2022 era 6,38%, ela diz, como quem joga farelo para as pombas no centro da cidade. Quer dizer, eles aumentam agora — mas com jeitinho de que é menos pior — e esperam que a população aplauda como um cão treinado que ganha um biscoito depois de ser espancado.
O novo decreto do IOF traz ajustes necessários para a execução do Orçamento de acordo com o arcabouço fiscal aprovado pelo Congresso. Quando falam em aumento de imposto, é preciso lembrar que o IOF para cartões internacionais era de 6,38% em 2022 e está sendo fixado em 3,5% pelo…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) June 25, 2025
Enquanto isso, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que segundo a própria Gleisi era o cavaleiro do apocalipse liberal, deixou o cargo com o IOF em queda, reduziu impostos sobre combustíveis, cortou tributos em produtos essenciais e ainda assim manteve o país de pé, com crescimento e inflação controlada. E sem prometer “justiça tributária” enquanto metia a mão no seu bolso. Mas, claro, para a esquerda, quando o Estado arranca sua última moeda, isso é “solidariedade fiscal”. Quando o governo Bolsonaro alivia a carga, é “populismo irresponsável”. Ironicamente genial, não?
A narrativa desesperada da deputada petista tenta convencer o povo de que o aumento do IOF, um tributo absolutamente regressivo, é uma forma de preservar programas sociais e “investimentos importantes”. E ainda tem a audácia de dizer que sem essa taxação, as “emendas parlamentares” — ou seja, o loteamento de verbas públicas entre deputados sedentos por influência — estariam em risco. Pronto, está aí o motivo real: não é sobre o pobre, é sobre manter o curral eleitoral funcionando a todo vapor.
O mais cômico (ou trágico, dependendo do ponto de vista) é ver essa gente que passou quatro anos vociferando contra o “autoritarismo fiscal” de Bolsonaro, agora defendendo com fervor quase religioso cada manobra arrecadatória de um governo que se sustenta no toma-lá-dá-cá, no fisiologismo e na chantagem orçamentária. É a típica esquerda brasileira: finge que luta pelo povo, mas governa para manter a máquina funcionando para os mesmos de sempre.
Basta ver os bastidores da aprovação do tal “arcabouço fiscal” — um verdadeiro Frankenstein contábil que substituiu o teto de gastos com um sistema maleável como elástico de cueca velha. A prioridade nunca foi o equilíbrio fiscal, mas sim garantir gordura para distribuir cargos, ministérios, fundões, secretarias e — claro — impostos criativos como esse novo IOF “humanizado”.
Lá fora, enquanto o mundo civilizado discute desburocratização, redução de carga tributária e incentivo à inovação, o Brasil de Lula e Gleisi continua preso à lógica do parasitismo estatal. A esquerda que grita por “justiça social” é a mesma que acha justo taxar em dólar quem tenta buscar oportunidades globais, como se estudar fora, comprar software ou viajar fosse crime de lesa-pátria. A meritocracia é um insulto, a mediocridade é a regra, e a punição fiscal é o prêmio.
E, claro, Gleisi não poderia perder a chance de enfiar o chavão favorito da militância: “é hora de pensar primeiro no país”. Mas é sempre o país deles, o país do conchavo, da propina bem embalada, do orçamento secreto com nome novo e da justiça social que só vale para quem se curva ao partido. A moral da história é clara: querem que você pague mais para que eles continuem gastando como se fossem reis do império soviético.
Enquanto isso, Bolsonaro, mesmo com todos os ataques, processos, devassas, inquéritos e linchamentos midiáticos, segue como o nome mais relevante da direita brasileira. O establishment tentou de tudo: prender, calar, aniquilar politicamente. Mas ele resiste — porque representa algo que a esquerda odeia com todas as forças: um povo que aprendeu a pensar por si, que vê no Estado um problema, não um salvador, e que já não engole narrativas com açúcar estatal.
É por isso que a cada vez que Gleisi posta, ela não informa — ela irrita, ela provoca risos, memes, indignação. Sua tentativa de parecer técnica soa como uma estagiária de contabilidade tentando explicar fusão de multinacionais usando PowerPoint do governo Dilma. É risível. E é perigoso. Porque enquanto distraem o povo com retóricas técnicas sobre porcentagens de IOF, as engrenagens da máquina estatal seguem triturando liberdade, iniciativa e esperança.
Mas o povo está acordando. E cada arrocho mascarado de justiça tributária só acelera esse despertar. O Brasil real está de saco cheio de “ajustes necessários” que ferram o trabalhador e enriquecem os parlamentares de base aliada. Está cansado da manipulação emocional com “programas sociais” usados como chantagem para justificar o aumento da carga tributária. E está cada vez mais ciente de que o verdadeiro inimigo não é quem tentou frear o avanço estatal, mas quem se finge de herói enquanto empurra o país rumo ao abismo do retrocesso.
















