Barroso tem agenda cancelada no EUA após perder visto

Você precisa entender, de forma clara e sem rodeios, o que está por trás da humilhação internacional sofrida por Luís Roberto

Por Notas & Informações

Você precisa entender, de forma clara e sem rodeios, o que está por trás da humilhação internacional sofrida por Luís Roberto Barroso, o mesmo que, do alto de sua toga, já bradou “perdeu, mané” a um brasileiro que o interpelava em Nova York sobre as urnas eletrônicas. Pois agora, quem perdeu foi ele — e feio.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, o mesmo que declarou com orgulho ter “derrotado o bolsonarismo”, acaba de ter o visto cancelado pelos Estados Unidos. Sim, você leu certo. O ícone da suposta “resistência democrática” agora é persona non grata em solo americano, junto a outros ministros da Corte. A decisão foi tomada durante o governo Donald Trump, e não há desculpa protocolar que oculte o recado por trás dessa medida: os ministros brasileiros do STF passaram dos limites, e o mundo democrático está atento.

Barroso, conhecido por sua vaidade acadêmica, tinha compromissos em Yale, Stanford e Nova York. Impossibilitado de entrar nos EUA, teve sua agenda de luxo simplesmente cancelada. E se você pensa que ele foi o único, saiba que oito ministros foram afetados. Apenas um deles, Alexandre de Moraes, foi citado nominalmente. No entanto, Claudio Dantas crava em seu artigo: Barroso foi o mais atingido, pois vive de discursos em palcos internacionais onde posa de defensor da democracia — mas, como sabemos, na prática, ele gosta mesmo é de calar opositores conservadores.

Você, brasileiro conservador, precisa refletir: como é possível um magistrado, que deveria se manter neutro, subir num palco da UNE (organização historicamente aparelhada pela esquerda), e gritar com orgulho: “Derrotamos o bolsonarismo para permitir a democracia”? Que democracia é essa que precisa eliminar uma corrente ideológica inteira para existir?

Não se engane: Barroso não estava se referindo a um grupelho radical, como depois tentou justificar. Ele mirava em você, nos 58 milhões de brasileiros que votaram em Jair Bolsonaro. Sua arrogância ficou evidente quando, após ser vaiado em um congresso da UNE, rebateu com soberba, associando o conservadorismo à tortura e à censura. Uma ofensa grotesca a milhões de pais e mães de família que apenas querem um Brasil mais justo, ordeiro e livre.

Você se lembra da cena em que ele, questionado nas ruas de Nova York sobre o código-fonte das urnas, respondeu com desprezo: “Perdeu, mané, não amola”? Pois agora foi ele quem perdeu. Foi impedido de entrar no país que por décadas acolheu suas vaidades intelectuais. Não é ironia, é justiça poética.

Barroso, que diz combater ditaduras, parece não perceber a incoerência de sua atuação. Enquanto finge defender a liberdade, age para restringi-la no Brasil, apoiando ações que perseguem adversários políticos, censuram redes sociais e intimidam cidadãos comuns. Tudo, claro, sob o pretexto da “defesa da democracia”.

Se há algo que o conservadorismo precisa fazer agora é enfrentar esse teatro de hipocrisia institucional com coragem. O STF, sob a batuta de figuras como Barroso e Moraes, tornou-se um agente político que ultrapassou todos os limites constitucionais. Você viu isso acontecer: prisões sem devido processo legal, censuras prévias, quebra de sigilos sem fundamentação clara — tudo avalizado em nome de uma suposta ordem democrática que, na prática, serve apenas para silenciar o povo conservador.

E não pense que as sanções americanas foram um ato isolado ou sem relevância. Elas representam um sinal internacional de alerta, um reflexo da preocupação crescente com o que está ocorrendo no Brasil. Afinal, quando ministros de uma Suprema Corte se tornam ativistas partidários e usam sua autoridade para interferir diretamente em disputas políticas, é natural que o mundo democrático se indigne.

O mais irônico é que Barroso ainda tenta justificar suas falas, ligando para senadores como Rodrigo Pacheco para explicar que não quis atacar os eleitores de Bolsonaro. Mas o estrago já estava feito. Suas palavras, seu tom e suas atitudes não deixam dúvidas sobre seu real posicionamento: Barroso não respeita o conservadorismo e tampouco entende o papel de um juiz numa república.

Enquanto você trabalha, sustenta sua família e paga impostos, essa elite judicial vive de jantares, congressos internacionais e discursos vazios sobre democracia — uma democracia que, segundo eles, só é legítima quando os seus candidatos vencem. Qual é a sua parte nesse pacto? Apenas pagar a conta?

O recado está dado. O cancelamento do visto de Barroso não é apenas uma restrição burocrática. É uma vergonha internacional. Um lembrete de que, fora da bolha progressista latino-americana, o mundo vê com preocupação a escalada autoritária travestida de legalidade que se instalou no Brasil.

Você não pode aceitar esse estado de coisas como normal. É preciso denunciar, resistir, expor cada atitude de figuras como Barroso, que transformaram a toga em palanque. É hora de recuperar o verdadeiro sentido da democracia: aquele onde o povo tem voz, onde a Constituição é respeitada e onde juízes não se comportam como políticos travestidos de deuses.

Barroso pode até continuar dizendo que “derrotou o bolsonarismo”, mas a verdade é que ele está derrotando a confiança do povo no Judiciário. E quando um magistrado perde isso, perde tudo — inclusive o direito de andar de cabeça erguida nos salões internacionais onde antes era aplaudido.

A você, cidadão brasileiro, resta uma missão: manter-se vigilante. Não se deixe enganar por discursos pomposos e palavras doces. Observe os fatos, como fez Claudio Dantas em sua análise certeira. Leia, informe-se e compartilhe. A verdade está sendo dita — agora, mais do que nunca, ela precisa ser ouvida.

Com informações Claudio Dantas

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