“Bolsonaristas se reúnem na Paulista e pedem anistia aos envolvidos na trama golpista”, diz Folha de S.Paulo

Se você acha que a Folha de S.Paulo ainda tem algum compromisso com a imparcialidade jornalística, o artigo de Arthur Guimarães

Por Notas & Informações

Se você acha que a Folha de S.Paulo ainda tem algum compromisso com a imparcialidade jornalística, o artigo de Arthur Guimarães de Oliveira e Gustavo Zeitel sobre a manifestação bolsonarista na Avenida Paulista, no último 7 de Setembro, é a prova viva de que o jornalismo de extrema-esquerda transformou a informação em espetáculo de escárnio e manipulação. É quase cômico perceber como um veículo que se autoproclama sério consegue escrever um texto inteiro sem qualquer preocupação em compreender o contexto real dos fatos, optando por uma narrativa enviesada que beira o delírio.

No artigo, a Folha não perde tempo em pintar os participantes como se fossem parte de uma “trama golpista”, um termo repetido com entusiasmo quase teatral. Basta ler que os bolsonaristas estariam “pedindo a anistia do ex-presidente Jair Bolsonaro e dos demais envolvidos na tentativa de golpe de Estado de 2022”. Essa é a versão que eles querem vender. No entanto, qualquer leitor minimamente atento percebe que o protesto, longe de conspirar contra a democracia, foi uma expressão legítima de cidadania, com cidadãos reivindicando liberdade de expressão e contestando decisões judiciais polêmicas que ignoram princípios básicos de justiça. Mas para a Folha, o senso crítico é opcional. A narrativa já está decidida: todo apoiador de Bolsonaro é suspeito de crime.

A tentativa de sensacionalismo continua quando o jornal enfatiza símbolos usados pelos manifestantes, como a bandeira de Israel ou o batom pichando estátuas — novamente, buscando uma teatralidade que não corresponde à realidade. A Folha insiste em transformar detalhes simbólicos em prova de culpa, como se a escolha de cores, bandeiras ou slogans em línguas estrangeiras fosse suficiente para incriminar milhões de cidadãos. A ironia é que, ao destacar cartazes como “SOS Trump, Bolsonaro Free” ou pedidos de liberdade para Carla Zambelli, os jornalistas acabam mostrando justamente a pluralidade de vozes e a internacionalização de um debate político, mas, é claro, preferem transformar isso em narrativa de conspiração.

O texto da Folha se supera no esforço de subestimar os manifestantes. A reportagem menciona que o ato organizado por Silas Malafaia reuniu menos pessoas em Copacabana do que em anos anteriores, sugerindo um fracasso do movimento. Mas o que o jornal ignora é que a mobilização em São Paulo, com a presença de figuras como o governador Tarcísio de Freitas, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e outros deputados do PL, representa, na prática, uma adesão política expressiva, com líderes nacionais legitimando o debate e fortalecendo a democracia participativa — aquela que a Folha insiste em fingir que apoia, mas que só reconhece quando serve aos seus interesses ideológicos.

Outro ponto digno de nota é como o artigo se empenha em associar a manifestação à obstrução da justiça, mencionando buscas e apreensões contra Malafaia ou restrições à participação de Bolsonaro. É curioso: qualquer um poderia imaginar que um veículo de jornalismo sério abordaria essas informações com equilíbrio, contextualizando que medidas cautelares podem ser interpretadas de várias formas e que acusação não é condenação. Mas não, a Folha prefere a narrativa simplista de “bolsonaristas golpistas”, transformando suspeita em fato consumado para os leitores desavisados.

A cobertura ainda desliza para o ridículo ao detalhar o itinerário dos líderes do PL, como se fosse relevante para o público saber que Malafaia viajou de jato particular de uma cidade a outra acompanhado de familiares e políticos. Mais uma vez, a intenção é clara: transformar ações corriqueiras de organização de um evento político em espetáculo de escândalo. E enquanto fazem isso, ignoram deliberadamente o conteúdo do protesto, os discursos defendendo liberdade, justiça e transparência, e o engajamento de milhares de brasileiros que, independentemente de partido, estavam ali exercendo seu direito constitucional.

O efeito dessa cobertura é duplo. Primeiro, tenta minar a legitimidade do movimento bolsonarista, pintando cidadãos comuns como extremistas perigosos. Segundo, reforça a narrativa da Folha como árbitro da moralidade política, esquecendo que essa postura é precisamente o que corrói a confiança da população na mídia tradicional. A ironia é que, ao tentar desacreditar o movimento, a Folha acaba expondo sua própria parcialidade e incapacidade de relatar fatos de maneira objetiva.

Enquanto o jornal se perde em adjetivos e alarmismos, quem acompanhou a Avenida Paulista e outras cidades no 7 de Setembro pôde perceber que os protestos foram pacíficos, organizados e pautados por lideranças conhecidas. Houve manifestações em Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e no Rio de Janeiro, e cada ato foi uma demonstração de engajamento político e civil, longe da caricatura de golpe que a Folha tenta vender. É impressionante como a imprensa de extrema-esquerda consegue desfigurar a realidade a ponto de fazer com que um evento democrático se transforme, em suas páginas, em conspiração internacional.

O que resta, então, é perceber que Arthur Guimarães de Oliveira e Gustavo Zeitel cumpriram sua missão: escrever para confirmar preconceitos, reforçar narrativas de medo e desinformar leitores. Para quem entende o contexto, é evidente que o jornalismo da Folha não é sobre informar, mas sobre manipular. E para quem ainda tinha dúvida sobre a parcialidade ideológica do veículo, o artigo sobre o 7 de Setembro é a prova mais recente de que, quando a Folha decide cobrir movimentos conservadores, a narrativa não é a realidade, mas uma versão distorcida para consumo de assinantes alinhados à sua agenda política.

No fim das contas, resta apenas uma pergunta: até quando o público brasileiro aceitará ser manipulado por um jornal que confunde opinião com fato e acusações com verdades absolutas? Enquanto isso, manifestações legítimas, participação política e defesa de direitos são transformadas em espetáculo de escândalo. O 7 de Setembro de 2025 mostrou a força de um movimento conservador que, apesar das tentativas da Folha de minimizá-lo ou criminalizá-lo, continua crescendo e defendendo a liberdade e os valores que realmente importam para o Brasil. E a Folha? Continua escrevendo contos de fada de extrema-esquerda para leitores que acreditam em tudo que lêem sem questionar.

Com informações Folha de S.Paulo

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