
A política brasileira segue a todo vapor, e quem achou que Jair Bolsonaro ficaria quieto depois da presidência claramente não entendeu nada sobre o homem. Agora, o ex-presidente se movimenta para consolidar uma base de apoio robusta no Senado em 2026, e a esquerda já está arrancando os cabelos. Afinal, eles sabem que se Bolsonaro conseguir o que quer, a resistência conservadora no Congresso será ainda mais forte.
Dizem que o tempo político é diferente do tempo comum, mas Bolsonaro parece ter entendido que, para vencer o jogo, é preciso começar a montar o tabuleiro com antecedência. E foi exatamente isso que ele fez ao listar os aliados que pretende apoiar para o Senado em pelo menos dez estados. Como sempre, a mídia tradicional não perdeu tempo e começou a espernear. O motivo? Simples: eles sabem que, se esses nomes forem confirmados e eleitos, o plano de dominação da esquerda encontrará um obstáculo gigantesco.
Vamos aos nomes. Em São Paulo, a possível candidatura de Eduardo Bolsonaro ou do Capitão Derrite já causa um terremoto. Imagina o desespero da esquerda ao ver um Senado mais conservador e alinhado com os valores que realmente importam? No Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro já está na jogada, garantindo que o Rio continue sendo um dos pilares do conservadorismo no Brasil.
No Sul, Bolsonaro aposta forte. No Rio Grande do Sul, os deputados Luciano Zucco, Giovani Cherini e Sanderson aparecem como possibilidades. Já em Santa Catarina, Caroline De Toni e Júlia Zanatta despontam como grandes nomes. Com esse time de peso, os gaúchos e catarinenses terão representantes que realmente se preocupam com o Brasil e não com as pautas progressistas destrutivas que só servem para corroer a sociedade.
E não para por aí. No Norte, temos Capitão Alberto Neto, no Amazonas, e no Nordeste, o ex-ministro Rogério Marinho no Rio Grande do Norte, além do jovem e promissor Rodrigo Valadares, em Sergipe. Bolsonaro também citou Marcos Rogério em Rondônia, um nome que já demonstrou ser um verdadeiro leão na defesa da liberdade e dos valores conservadores.
O curioso é que, ao invés de apenas se oporem de forma civilizada, a esquerda já começou a desqualificar a movimentação de Bolsonaro, como se fosse proibido um ex-presidente ter influência política. Oras, Lula passou anos controlando os bastidores da política nacional, e ninguém nunca reclamou. Mas quando Bolsonaro faz o mesmo, é “ameaça à democracia”. É sempre assim: o jogo só pode ser jogado se for do jeito que eles querem.
A escolha estratégica do Senado não é por acaso. Em 2026, dois terços da Casa serão renovados, ou seja, 54 cadeiras estarão em jogo. Cada eleitor poderá votar em dois senadores, o que dá uma oportunidade de ouro para que o bolsonarismo fortaleça sua base de uma vez por todas. Hoje, o PL já tem 13 senadores, mas com um bom desempenho em 2026, esse número pode disparar. E isso significa um verdadeiro inferno para a agenda globalista da esquerda.
Além disso, há um nome que não passou despercebido: Michelle Bolsonaro. A possível candidatura da ex-primeira-dama já vem sendo cogitada há tempos, e a reação histérica da esquerda mostra o medo que sentem dessa possibilidade. Michelle tem um apelo gigantesco, principalmente entre os cristãos e mulheres conservadoras, e sua eventual entrada na disputa poderia mudar completamente o cenário político.
A antecipação dos nomes é uma jogada inteligente, pois permite que os aliados de Bolsonaro se posicionem com antecedência, preparando terreno para a disputa. Diferente da esquerda, que gosta de inventar candidatos de última hora e empurrá-los goela abaixo do eleitorado, Bolsonaro sabe que a política se faz com planejamento. E é exatamente isso que ele está fazendo.
Se a esquerda já está nervosa agora, imagine em 2026, quando Bolsonaro tiver um exército de senadores prontos para bloquear qualquer tentativa de destruição do Brasil. A mídia pode espernear, os “especialistas” podem reclamar, mas o fato é que a estratégia do presidente está funcionando. E se depender do povo conservador, o Senado será a fortaleza que impedirá qualquer investida do progressismo contra a nação.
Então, preparem-se. Porque 2026 será um divisor de águas. E Bolsonaro está mais do que pronto para essa batalha.
Com informações Gazeta do Povo