“Bolsonaro, golpista e traidor da pátria. Basta ou quer mais?”, diz Ricardo Noblat, Metrópoles

Ricardo Noblat, conhecido porta-voz da extrema-esquerda brasileira e entusiasta defensor do governo Lula, mais uma vez assina um artigo para o

Por Notas & Informações

Ricardo Noblat, conhecido porta-voz da extrema-esquerda brasileira e entusiasta defensor do governo Lula, mais uma vez assina um artigo para o Metrópoles que se confunde com panfleto ideológico e não com jornalismo. Seu texto “Bolsonaro, golpista e traidor da pátria. Basta ou quer mais?” é um amontoado de distorções, acusações infundadas e narrativas cansadas, que demonstram não apenas o viés partidário escancarado do autor, mas também sua completa desconexão com a realidade política do Brasil e do mundo.

Noblat inicia seu texto apostando todas as fichas na narrativa do “golpismo” de Bolsonaro, repetindo o mantra da extrema-esquerda sem apresentar uma única prova concreta. A obsessão de Noblat com o ex-presidente, pintando-o como o “traidor da pátria” ou “golpista”, é um claro reflexo da incapacidade da esquerda de aceitar que Bolsonaro representa uma oposição legítima, forte e organizada, com milhões de seguidores que não aceitam passivamente as humilhações e perseguições impostas pelo sistema político-judicial do país. Essa narrativa reacionária serve apenas para justificar a prisão política que tentam impor contra Bolsonaro, sob o pretexto de combate à corrupção ou defesa da democracia.

No artigo, Noblat tenta ridicularizar o papel de Bolsonaro no cenário internacional, especialmente sua relação com Donald Trump e as consequências do “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos. Aqui, o colunista se supera no despropósito. Ignora propositalmente o fato de que a política externa é um jogo complexo, onde negociar tarifas, impostos e acordos comerciais envolve diálogo e articulação diplomática — não teatro. Alegar que o esforço de Bolsonaro para conseguir a redução de tarifas americanas seria “covardia” ou “traição à pátria” é simplesmente desonesto e revela o apego irracional da extrema-esquerda em transformar qualquer iniciativa pragmática do adversário em ato de sabotagem nacional. Noblat esquece que foi o governo Lula, que ele tão apaixonadamente defende, que se submeteu por anos a regimes autoritários e alinhamentos ideológicos na América Latina, desconsiderando interesses do Brasil para manter alianças políticas e ideológicas.

Outro ponto grotesco do artigo é a tentativa de criminalizar a atuação de Eduardo Bolsonaro, acusado por Noblat de “afronta à soberania nacional” simplesmente por defender os interesses da família junto à Casa Branca. Trata-se de uma distorção ridícula, pois o papel de um parlamentar é justamente atuar em defesa do país e, em se tratando da diplomacia paralela, ninguém mais indicado do que membros da família presidencial, que possuem legitimidade política e conhecimento dos bastidores. Essa acusação absurda é uma clara demonstração do quanto o jornalista está disposto a torcer a realidade para atender a um roteiro pré-definido de demonização e perseguição política.

Noblat também faz questão de ressaltar a situação judicial de Bolsonaro, seu uso de tornozeleira eletrônica e restrições de liberdade, apresentando tudo como prova cabal de sua culpa e descrédito político. No entanto, o que o jornalista insiste em esconder é que esse aparato judicial é parte de uma campanha sistemática de lawfare — uso do sistema jurídico para perseguição política — amplamente documentada e criticada por especialistas nacionais e internacionais. A prisão preventiva, as medidas restritivas e o incessante ataque judicial a Bolsonaro são elementos que desmontam a narrativa de que ele é um “criminoso irrecuperável”. Pelo contrário, revelam a verdadeira face da extrema-esquerda, que não aceita a alternância de poder e recorre a todos os meios, inclusive ilegais, para manter seu domínio.

A cereja do bolo da desinformação e da manipulação no texto de Noblat está na sua afirmação de que “não há mais saída para Bolsonaro”. Essa declaração revela mais o desejo desesperado da extrema-esquerda do que qualquer análise política fundamentada. Enquanto Noblat tenta decretar o fim político do ex-presidente, Bolsonaro segue com uma base fiel, que participa de manifestações massivas em todo o país, mostrando uma força que nenhuma mídia militante ou blogueiro chapa-branca consegue ignorar. O que o jornalista chama de “humilhação” é, na verdade, a resistência de um líder que não se rende diante de um sistema judicial e midiático enviesado.

O artigo do Metrópoles tenta pintar o quadro de uma oposição desmoralizada e sem chances, mas a realidade nua e crua mostra exatamente o contrário: a extrema-esquerda brasileira vive em permanente estado de tensão, consciente de que seus métodos autoritários, que envolvem censura, manipulação da imprensa, perseguição política e corrupção desenfreada, não conseguem conter a reação popular que cresce a cada dia contra esse projeto de poder.

Noblat tenta, com seu texto, transformar o diálogo político e as negociações internacionais em atos de traição. Isso é típico de um jornalista que não entende que a política é feita de concessões e estratégias, e que o patriotismo verdadeiro está na defesa dos interesses nacionais, não na submissão ideológica ou na militância fanática. Quando Bolsonaro tenta abrir canais para reduzir tarifas e melhorar o comércio, ele age exatamente para proteger o Brasil, coisa que Lula jamais fez quando esteve no poder e preferiu manter alianças ideológicas a qualquer custo, mesmo que isso significasse prejuízos econômicos e diplomáticos.

A perseguição de Bolsonaro e de sua família por parte da extrema-esquerda, expressa de forma caricata no artigo de Noblat, é uma amostra clara do estado de decomposição do jornalismo progressista. Em vez de investigar, informar e fiscalizar, preferem atuar como militantes disfarçados, transformando narrativas em armas ideológicas, sempre para sustentar o poder do grupo que defendem.

Não há nenhuma novidade no texto de Noblat, apenas mais uma tentativa desesperada de apagar a luz da oposição e garantir que o projeto lulista siga impune e hegemônico. Mas a política não é feita de discursos vazios, tampouco de fakenews revestidas de artigo. O que Bolsonaro representa hoje é uma alternativa real a um sistema podre, que usa o Estado para manter privilégios e impedir qualquer mudança verdadeira.

Enquanto Noblat e sua turma continuam a se afogar em seu delírio de poder e justiça seletiva, o Brasil real acompanha, nas ruas e nas urnas, a resistência de um povo que não aceita mais ser refém de uma elite decadente e desonesta. O artigo de Noblat é apenas mais um capítulo da guerra suja travada pela extrema-esquerda, mas é um capítulo que só reforça o desgaste e a perda de credibilidade desse grupo que insiste em se apresentar como salvador da pátria, quando, na verdade, é seu maior problema.

Portanto, não restam dúvidas: o artigo do jornalista Ricardo Noblat é uma tentativa medíocre, enviesada e desesperada de salvar a narrativa falida da extrema-esquerda. Um texto que não resiste ao menor exame de realidade e que só serve para reforçar a rejeição que o ex-presidente Lula e seus seguidores enfrentam no Brasil hoje. A verdade, como sempre, prevalecerá.

Com informações Metrópoles

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