Bolsonaro, Malafaia e Tarcísio viram alvo da farsa jornalística da Folha

A cada nova edição da Folha de S.Paulo, publicada na quarta-feira, 20, somos lembrados de como o jornalismo brasileiro conseguiu transformar

Por Notas & Informações

A cada nova edição da Folha de S.Paulo, publicada na quarta-feira, 20, somos lembrados de como o jornalismo brasileiro conseguiu transformar a palavra “análise” em sinônimo de militância disfarçada. O jornalista Fábio Zanini, em sua mais recente peça literária travestida de reportagem, nos brinda com mais uma tentativa desesperada de desmoralizar Jair Bolsonaro, Silas Malafaia e até mesmo o governador Tarcísio de Freitas. O texto, que poderia muito bem ser publicado como um panfleto partidário, finge se apoiar em diálogos vazados pela Polícia Federal para construir uma narrativa digna de novela mexicana: um Bolsonaro acuado, um filho explosivo, um pastor maquiavélico e um governador em cima do muro. Faltou apenas colocar trilha sonora de suspense e anunciar nos intervalos o próximo capítulo da saga.

A suposta “análise” de Zanini segue o mesmo roteiro que a Folha vem repetindo há anos: demonizar Bolsonaro, atribuir poderes sobrenaturais a Malafaia e pintar a direita brasileira como um circo desorganizado. A tática é simples: escolher algumas frases de conversas privadas, pinçá-las fora de contexto e transformar isso em prova irrefutável de uma decadência política que, curiosamente, nunca se confirma nas urnas. Porque, a despeito dos desejos da Folha, Bolsonaro continua sendo a maior força popular da direita brasileira.

Zanini afirma que as mensagens “desmoralizam” Bolsonaro. Interessante. Quando Lula é flagrado em diálogos escandalosos com empreiteiros, com ministros ou com líderes partidários, a palavra escolhida pelos mesmos jornais é sempre “contextualizar”. Quando é Bolsonaro, basta um áudio atravessado e pronto: “desmoralização”. É a mesma seletividade que fez com que delações da Lava Jato fossem tratadas como fofoca quando citavam petistas, mas virassem provas divinas quando aparecia qualquer menção a aliados de Bolsonaro. O manual é previsível: dois pesos, duas medidas, e a tal imparcialidade fica apenas no slogan de marketing do jornal.

Segundo o texto, Bolsonaro teria se preocupado mais com a sua anistia do que com os presos do 8 de janeiro. É curioso como a Folha acredita ter acesso à mente do ex-presidente, quase como se possuísse dons mediúnicos. Mais curioso ainda é fingir ignorar que, desde sempre, Bolsonaro e seus aliados levantaram a bandeira da injustiça cometida contra aqueles que foram presos de maneira arbitrária. Mas para Zanini, isso não rende manchete. O que rende manchete é tentar vender a imagem de um líder egoísta, covarde e preocupado apenas consigo mesmo. Um detalhe: se Bolsonaro realmente fosse tão frágil e desmoralizado como a Folha insiste, por que raios ele continua sendo o centro da política brasileira? Por que até seus críticos não conseguem dormir sem citá-lo em suas colunas?

Malafaia, por sua vez, surge na análise como um grande vilão oculto, quase um manipulador de marionetes capaz de dar ordens até para o ex-presidente. É a velha obsessão da esquerda: demonizar qualquer liderança evangélica que ameace a hegemonia cultural da imprensa progressista. A narrativa é clara: Malafaia não é apenas um pastor, é um “ator relevante”, alguém perigoso, que ousa opinar sobre política e mobilizar multidões. Que ousadia! Na lógica da Folha, artistas de esquerda podem se meter em política à vontade, mas pastores que falam com milhões de fiéis devem ser tratados como conspiradores golpistas. O medo é evidente: eles sabem que a base evangélica continua sólida e resistente à propaganda esquerdista.

Já Tarcísio de Freitas aparece como um equilibrista em corda bamba, pressionado entre a bênção de Bolsonaro e o suposto pragmatismo da Faria Lima. Aqui, mais uma vez, a Folha revela seu sonho molhado: uma direita dividida, fragmentada, em conflito interno. É a mesma narrativa repetida há décadas: em 2018 diziam que Bolsonaro não teria fôlego para se eleger; em 2022 juravam que ele seria esmagado por Lula no primeiro turno. Erraram todas as previsões, mas continuam insistindo, como se a repetição fosse capaz de transformar suas fantasias em realidade.

O mais irônico é ver um jornal como a Folha, que finge ser paladino da democracia, vibrar diante da possibilidade de prisão preventiva de um ex-presidente, sem sequer questionar os abusos de um Supremo cada vez mais politizado. A tal “análise” parte do pressuposto de que a condenação já está garantida, como se o devido processo legal fosse apenas um detalhe burocrático. Para Zanini, é tudo “jogo jogado”. É assim que se destrói a confiança na Justiça: quando jornalistas aplaudem sentenças antes mesmo de elas existirem.

É evidente que o objetivo da Folha não é informar, mas moldar opinião. Ao apresentar Bolsonaro como um “líder em ocaso político”, tentam criar a sensação de que o ex-presidente está derrotado. O problema é que essa mesma frase foi usada em 2017, em 2019, em 2021, em 2023 e agora em 2025. Parece que o ocaso nunca chega, e a cada eleição o “desmoralizado” Bolsonaro segue sendo a principal figura da política nacional. Talvez seja hora de a Folha repensar seu estoque de adjetivos, porque a realidade insiste em contrariar sua ficção.

O que resta claro é que a imprensa de esquerda, representada aqui por Fábio Zanini e seu jornal, não consegue conviver com o fato de que milhões de brasileiros não se deixam manipular por editoriais enviesados. O povo enxerga além da espuma criada nas redações. Vê a perseguição, a seletividade, a tentativa de criminalizar a direita e blindar a esquerda. E é justamente por isso que, apesar de todo o barulho midiático, Bolsonaro continua vivo politicamente, Malafaia segue influente e Tarcísio ainda é visto como um dos nomes mais fortes para o futuro.

Em resumo, a Folha pode escrever quantas “análises” quiser, mas não consegue apagar a verdade que incomoda: a direita no Brasil não depende de um jornal para existir, mas a esquerda parece depender desesperadamente da Folha para sobreviver. E nisso, meus amigos, está a maior prova de quem realmente está em ocaso político.

Com informações Folha de S.Paulo

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