Brasil paga alto preço por alianças com ditaduras e sofre sanções globais

O Brasil se tornou o retrato escancarado de uma nação que abandonou seus princípios para abraçar regimes que a História já

Por Notas & Informações

O Brasil se tornou o retrato escancarado de uma nação que abandonou seus princípios para abraçar regimes que a História já condenou. Em nome de uma ideologia ultrapassada, estamos financiando ditaduras, flertando com terroristas e nos alinhando com os piores inimigos da liberdade global. E agora, a conta chegou. Mas, como sempre, quem paga é o povo.

Durante anos, alertamos. Dissemos que essa aliança irresponsável com tiranias como o Irã, a Rússia e a Venezuela nos custaria caro. Mas a elite política que assumiu o poder em 2023 não quis ouvir. Lula, aquele que voltou ao Planalto cercado de processos e polêmicas, preferiu apertar as mãos de déspotas do que estender os braços ao mundo livre. Preferiu posar ao lado de líderes sanguinários em vez de fortalecer laços com democracias verdadeiras.

É chocante que um presidente brasileiro tenha permitido que o país dobrasse suas importações da Rússia após a invasão da Ucrânia. Em vez de condenar a agressão russa, como qualquer nação minimamente decente fez, o Brasil optou por aumentar o fluxo de negócios com Moscou. Saímos de 6 bilhões em 2021 para 12 bilhões em 2024. Isso não é neutralidade. Isso é cumplicidade.

Enquanto o mundo inteiro tenta conter o avanço de Putin — um autocrata que não mede esforços para expandir sua influência à base de tanques e sangue —, Lula decidiu jogar no time do agressor. E não estamos falando apenas de uma escolha diplomática. Estamos falando de bilhões dos nossos impostos sendo usados para financiar um regime que massacra civis, destrói cidades e ameaça a estabilidade mundial.

Mas não é só com a Rússia que o Brasil de Lula resolveu brincar. A relação com o Irã é outro capítulo vergonhoso dessa diplomacia rasteira. Alckmin, o “moderado”, foi pessoalmente até Teerã tirar fotos com líderes que não escondem seu apoio ao terrorismo islâmico. Isso mesmo: terrorismo. E como se não bastasse, o Brasil ainda recebe ditadores condenados pela Justiça americana como se fossem heróis revolucionários.

Fazer negócios com o mundo inteiro é legítimo. Mas há uma linha que separa a diplomacia da indecência. A política externa brasileira cruzou essa linha há tempos. Hoje, somos vistos como cúmplices, como facilitadores de regimes que esmagam liberdades, aprisionam opositores e silenciam a imprensa. Não é exagero. É um fato. E a resposta da comunidade internacional começou a chegar.

A OTAN, bloco formado pelas democracias mais avançadas do planeta, anunciou tarifas de 100% sobre o Brasil. Isso mesmo: cem por cento. Não é a velha desculpa da “interferência imperialista” dos Estados Unidos. Não é o “Trump malvado” tentando sabotar o Sul Global. É o mundo livre, cansado de ver o Brasil se comportar como uma república cúmplice do caos, dizendo: basta.

E não adianta Lula fingir surpresa. O aviso foi dado. Sanções seriam impostas a quem ajudasse a Rússia. Mas o Brasil ignorou, apostou contra o Ocidente e agora chora como criança mimada por ter que lidar com as consequências. A quem ele recorre agora? Aos amigos do Hamas? À Venezuela? À Coreia do Norte?

O mais irônico é ver os mesmos que pedem respeito à soberania nacional defenderem, com unhas e dentes, regimes que não respeitam nem a soberania de suas próprias populações. É o cúmulo da hipocrisia. Dizem que estão construindo uma nova ordem mundial, mas o que vemos é um Brasil cada vez mais isolado, empobrecido e ridicularizado.

Nosso Judiciário, por sua vez, segue o mesmo caminho tortuoso. O STF se transformou numa caricatura da Justiça, reeditando os piores capítulos da história venezuelana. Lá, em 2017, os juízes dissolveram o Parlamento e passaram a legislar. Resultado? Sanções, isolamento e destruição da democracia. E agora, adivinhem: o mesmo modelo está sendo copiado por aqui. As consequências já começaram a surgir. Inclusive sanções pessoais. Uma vergonha que entra para a História.

E enquanto tudo isso acontece, onde está a imprensa? Em silêncio. Aqueles que antes se diziam defensores da democracia agora aplaudem o flerte com o totalitarismo. A militância travestida de jornalismo se cala, acoberta e distorce, tudo em nome do “projeto”. Não há mais pudor, não há mais compromisso com a verdade. Há apenas o desejo de perpetuar no poder um governo que se alia ao que há de pior na humanidade.

Mas o povo começa a acordar. Cada tarifa imposta, cada punição internacional, cada vídeo vindo de fora nos expondo como cúmplices de ditaduras, é um tapa na cara da arrogância petista. Um lembrete de que não se pode brincar com a liberdade sem pagar o preço.

E é nesse ponto que entra o vídeo de Gustavo Gayer, deputado federal por Minas Gerais, um dos poucos parlamentares com coragem de dizer o óbvio. Em sua fala, ele não celebra as sanções, mas alerta que elas eram previsíveis. O Brasil foi avisado. Ele grita o que muitos têm medo de sussurrar: estamos financiando ditaduras com dinheiro público. Ele mostra com gráficos, com dados, com verdades cruas, como Lula se entregou ao pior que o mundo tem a oferecer.

O vídeo de Gayer é mais do que um alerta. É um grito desesperado de quem ainda acredita que este país pode ser salvo da catástrofe institucional em curso.

No fim das contas, não se trata apenas de política externa. Trata-se de uma escolha moral. O Brasil escolheu se afastar das democracias e se aproximar de assassinos. E agora, paga por isso. Só que o preço não é cobrado de Lula, de Alckmin ou do STF. O preço é cobrado de você. De mim. De todos nós.

E a pergunta que fica é: até quando? Até quando aceitaremos que a esquerda continue vendendo o país para tiranos em troca de apoio ideológico? Até quando fingiremos que somos soberanos enquanto somos marionetes de regimes autoritários?

Talvez, só talvez, quando o último brasileiro perder seu emprego, quando o último juiz for sancionado, quando o último aliado internacional nos virar as costas, talvez aí — e só aí — a esquerda entenda o que nós já sabíamos desde o começo: não se brinca com liberdade.

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