
Maurício Galante representa algo raro nos dias de hoje: um brasileiro que chegou ao topo sem negociar princípios, sem se curvar ao sistema corrupto que sufoca o nosso país. Ao ser eleito vereador na cidade de Arlington, no Texas — a “Cidade do Sonho Americano” —, ele não apenas fez história como o primeiro brasileiro a ocupar um cargo político nos Estados Unidos, como também deu voz a milhões de patriotas sufocados pelo avanço do socialismo no Brasil. Sua carta aberta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump não é apenas um pedido — é um grito. Um clamor de quem conhece profundamente os tentáculos do sistema apodrecido que une grandes conglomerados empresariais à máquina pública, às custas do povo brasileiro e da boa-fé do povo americano.
Ao pedir que Trump mire diretamente nas corporações que financiam o regime socialista no Brasil, Galante expõe uma verdade que muitos se recusam a dizer em voz alta: estamos sendo saqueados. Enquanto empresas como a JBS posam de multinacionais respeitadas nos Estados Unidos, acumulando lucros bilionários e tocando o sino na Bolsa de Nova York, no Brasil elas sustentam uma estrutura corrupta, encabeçada por Lula, que se perpetua no poder por meio de conluios, favores políticos e medidas provisórias criminosas.
A Medida Provisória 1.232/2024, assinada por Lula e publicada logo após a compra de usinas da Eletrobras pela Âmbar, braço de energia da J&F (controladora da JBS), é um escárnio nacional. Os irmãos Batista, protagonistas confessos de um dos maiores escândalos de corrupção da história brasileira, voltam a ocupar os holofotes como bilionários blindados pelo Estado. O povo, esse mesmo povo que paga contas de luz extorsivas, foi condenado a arcar com um custo de mais de R$ 2 bilhões por ano pelos próximos 15 anos. Tudo para garantir que uma negociação bilionária entre empresários e governo transcorresse sem riscos. A conta, como sempre, caiu no colo do cidadão de bem, aquele que trabalha, que produz, que sustenta esse país com suor e sacrifício.
An Open Message to @realDonaldTrump
— Mauricio Galante (@MGalante_us) July 19, 2025
Mr. President,
As the only Brazilian-American elected official in the State of Texas, I humbly ask you to consider a new approach to the current and escalating crisis between Brazil and the United States.
Brazilian corporations—known in… pic.twitter.com/DR5B7oPgwK
É impossível ignorar que Lula, em sua volta triunfal ao poder, não perdeu tempo em retribuir a fidelidade de seus antigos parceiros. Com reuniões discretas, visitas fora da agenda e interferência institucional, o governo garantiu o sucesso da operação que transferiu usinas falidas para um grupo já condenado por corrupção. Em vez de punir os que saquearam o país, o Estado agora os recompensa. E tudo isso com o aval de ministros que afirmam que questionar a operação é “desinformação”. O que é realmente desinformação senão tentar fazer o povo acreditar que bilhões em dívidas não serão pagos por ele?
Maurício Galante, ao expor esses fatos e dirigir-se diretamente a Donald Trump, escancara o que a mídia brasileira esconde: a relação promíscua entre Lula e a elite empresarial, em especial os irmãos Batista. Não é coincidência que, apenas dias após a assinatura da MP que favoreceu a Âmbar, a JBS tenha sido celebrada em Wall Street. Também não é coincidência que a J&F, que deveria pagar R$ 10 bilhões em multas, tenha tido sua dívida suspensa por um ministro do STF cuja própria esposa advoga para a empresa.

Estamos diante de uma elite político-empresarial que se protege, se financia e se retroalimenta. A esquerda brasileira descobriu que não precisa mais da força para tomar o poder — basta comprar o sistema. E enquanto isso, o povo americano é enganado, permitindo que essas mesmas empresas operem livremente em seu território, fingindo ser capitalistas exemplares enquanto sustentam a tirania em nosso país.
A solução, como muito bem apontou Galante, não está em sanções genéricas ou em embargos que punem o povo. Está em identificar, nomear e cortar o fluxo financeiro das empresas que alimentam o autoritarismo. Que sejam bloqueadas, investigadas e impedidas de continuar esse ciclo de exploração bilateral. A JBS, por exemplo, não deveria ter acesso ao mercado americano enquanto mantiver suas raízes profundas no lamaçal petista.
A voz de um único brasileiro-americano eleito nos Estados Unidos pode parecer pequena diante das estruturas monstruosas que enfrentamos. Mas é justamente por sua coragem solitária que a mensagem de Galante ressoa com tanta força. Ele não fala apenas por si. Fala por milhões que enxergam nos Estados Unidos a última trincheira da liberdade, o último bastião contra a internacionalização do socialismo disfarçado de democracia.
Que os Estados Unidos ouçam. Que Trump ouça. Porque enquanto os irmãos Batista desfilam em Wall Street e Lula consolida seu império ideológico com o dinheiro alheio, há um Brasil inteiro sendo traído. E resta apenas a esperança de que alguém lá fora, com poder e consciência, decida agir antes que seja tarde demais.
















