Câmara dá derrota humilhante a Lula e derruba aumento do IOF por ampla maioria

Há derrotas políticas que doem. Outras humilham. E há aquelas que, de tão previsíveis, só não foram evitadas por puro vício

Por Notas & Informações

Há derrotas políticas que doem. Outras humilham. E há aquelas que, de tão previsíveis, só não foram evitadas por puro vício em arrogância. O colapso do decreto do aumento do IOF, brilhantemente narrado pela jornalista Ana Carolina Curvello, da Gazeta do Povo, é dessas quedas que os palacianos de Brasília vão fingir que não aconteceu. Mas nós estamos aqui para esfregar na cara da extrema-esquerda o espetáculo patético de um governo Lula apanhando de cinto no plenário da Câmara dos Deputados, com um estrondo de 383 votos a 98. O vexame foi tão feio que, se fosse na escola, o presidente da república teria sido expulso por “desonra ao cargo e tentativa de assalto institucional ao bolso do povo”.

Sim, assalto. Porque é disso que se trata quando se aumenta um imposto escondido em operações de crédito, como o IOF. Só que desta vez o povo, por meio dos seus representantes na Câmara, disse não. E não foi um “não” qualquer. Foi um “não” com gosto de revanche, servido à temperatura ambiente, com gelo seco e fumaça de dignidade que tanto falta no Palácio do Planalto.

Hugo Motta, presidente da Câmara, não apenas pautou a votação como avisou com antecedência: “vai ser o primeiro item do dia”. Traduzindo: Lula, senta e chora. Gleisi Hoffmann — aquela que costuma ver fascismo até em preços de supermercado — ficou histérica. Pediu adiamento, jogou papel para o alto, implorou por “discussão”, enquanto o centrão e a oposição passaram por cima como um rolo compressor abastecido por indignação tributária.

A ironia? Eles tentaram colar no governo a imagem de “responsável fiscal”. Sim, você leu certo. O mesmo governo que quer torrar R$ 20 bilhões com fundo eleitoral, bancar gasolina para “movimentos sociais” e entregar bilhões para ONGs de “trabalho humanitário” nas Maldivas, agora quer se pintar de guardião da responsabilidade fiscal. É de fazer o Karl Marx largar o cachimbo e pedir asilo no Banco Central.

Coronel Chrisóstomo, relator do projeto, jogou o sarradão conservador na cara da esquerda. Disse com todas as letras que o decreto impacta o pobre, o trabalhador, o cidadão comum que paga cada centavo de juros com suor e lágrima. Mas não, o “governo dos pobres” queria fingir que taxar crédito é atacar os ricos. Como se rico usasse crédito rotativo no carnê das Casas Bahia.

Joaquim Passarinho foi ainda mais direto: Haddad, antes de falar em aumentar imposto, vai aprender a fazer conta. E olha que o ministro da Fazenda é economista formado pela USP — um título que nos dias de hoje, cá entre nós, vale menos do que um diploma de “Coach de Finanças Emocionais” da Hotmart.

Enquanto isso, José Guimarães, líder do governo, dizia que o IOF era importante para “preservar o Bolsa Família”. Claro, deputado. Porque sem aumentar imposto, a esquerda não sabe governar. É tipo dependente químico sem a próxima dose de tributação. O plano é sempre o mesmo: sufoca o setor produtivo, bate recorde de arrecadação, joga umas migalhas assistencialistas e chama isso de inclusão social. É a velha receita do populismo com pitadas de cinismo marxista.

E ainda teve a Gleisi do X, nossa ministra da verborragia virtual, tentando explicar o inexplicável: que o novo decreto “ajustava alíquotas” e que a derrubada do PDL faria pessoas físicas pagarem mais. Ah vá! Desde quando um decreto que aumenta a alíquota do IOF ajuda o cidadão comum? Só se for aquele cidadão fictício que vive no imaginário do PT — um sujeito que ama impostos, confia no MST e acha que liberdade econômica é coisa de burguês.

Agora, entre uma tentativa de golpe fiscal e um chilique na rede social, o governo petista viu ruir seu teatro de equações mágicas e narrativas com glitter. A ideia era simples: criar uma “regra técnica” que ninguém entenderia, embalada com vocabulário burocrático, para passar a mão no bolso dos brasileiros sem que eles percebessem. Mas a conta chegou antes do engodo. E a resposta veio com a força de 383 votos dizendo: chega de mentiras!

A esquerda chora. E como chora. Porque o que mais dói para eles não é perder. É perder publicamente, sob os olhos atentos de um país que começa a acordar da hipnose ideológica. Essa votação não foi só uma derrota política. Foi um retrato do que vem aí: o declínio de um projeto de poder que se sustenta apenas em propaganda, aparelhamento e fanatismo ideológico.

A verdade, como bem observou a jornalista da Gazeta do Povo, está nas entrelinhas: o povo já não engole mais os contorcionismos retóricos do PT. Essa história de que “quem é contra o imposto é contra o povo” pode até colar em sala de aula com professor de história militante. Mas não cola mais em Brasília. Pelo menos, não quando o povo resolve agir com o voto na mão — como fizeram os deputados neste dia histórico.

Lula perdeu. O Brasil ganhou.
E a extrema-esquerda, bom… a extrema-esquerda vai continuar repetindo que tudo é culpa do “bolsonarismo”, do agro, do capital, do dólar, da CIA, do Elon Musk, da cloroquina, do agro de novo e, se deixar, até da Ana Carolina Curvello. Mas a realidade, aquela coisa teimosa que insiste em existir, está cada vez mais impiedosa com os delírios do progressismo tupiniquim.

O teatro acabou. As luzes se apagaram.
Resta agora à esquerda recolher os cacos da sua arrogância e preparar o próximo capítulo dessa tragicomédia nacional chamada… “Governo Lula III”.

Com informações Gazeta do Povo

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