Camila Jara do PT, agride fisicamente Nikolas Ferreira de forma vergonhosa na Câmara

A verdade, por mais que tentem abafá-la com versões mal ensaiadas e com a típica vitimização da esquerda, está registrada em

Por Notas & Informações

A verdade, por mais que tentem abafá-la com versões mal ensaiadas e com a típica vitimização da esquerda, está registrada em vídeo e nos olhos de milhões de brasileiros que assistem, estarrecidos, à completa inversão de valores no Congresso Nacional. O episódio ocorrido na noite de quarta-feira, 6 de agosto, durante a desobstrução do plenário da Câmara dos Deputados, escancarou mais uma vez a face autoritária, agressiva e dissimulada do Partido dos Trabalhadores (PT). No centro da cena, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), jovem, cristão e conservador, e a deputada Camila Jara (PT-MS), que protagonizou uma agressão repulsiva e vergonhosa contra seu colega de parlamento.

Segundo a reportagem de Luísa Marzullo e Lauriberto Pompeu, da Folha de S.Paulo, Nikolas caiu no chão durante um tumulto provocado pela tentativa do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de retirar à força os deputados de oposição que ocupavam a mesa da presidência como forma legítima de protesto. A oposição, como se sabe, cobrava a inclusão do projeto de anistia aos patriotas perseguidos por protestarem em 8 de janeiro, um tema que o sistema insiste em enterrar.

Foi nesse contexto de tensão, empurra-empurra e autoritarismo que Camila Jara – que nega qualquer agressão – agrediu Nikolas de forma claramente intencional, como mostram os vídeos amplamente divulgados nas redes sociais. A tentativa de minimizar o ato violento com a frase zombeteira “tenho 1,60 metro de altura e 49 quilos” é uma artimanha emocional, própria da velha tática esquerdista de bancar a vítima para escapar das consequências de seus atos.

Mas sejamos claros: violência não se mede em quilos, mas em intenções. Uma agressão física, ainda que venha de alguém com estatura e peso menores, continua sendo agressão. E mais grave ainda quando praticada por quem se diz representante da democracia, mas age como militante de partido revolucionário.

A deputada, mesmo em tratamento de saúde – o que merece respeito e solidariedade cristã – não está isenta de responder por seus atos. O plenário da Câmara dos Deputados não é palco de pancadaria. O argumento de que ela reagiu à “pressão de um homem” em meio à confusão é, além de cínico, um insulto à inteligência de quem acompanha a política brasileira. Nikolas estava sendo esmagado junto a dezenas de parlamentares e seguranças, e a única que saiu distribuindo cotoveladas foi Camila Jara.

A desculpa de estar “se defendendo” é tão absurda quanto perigosa. Qualquer mulher no lugar dela, segundo suas próprias palavras, reagiria com agressão se pressionada por um homem. Ora, que tipo de retórica feminista doentia é essa? Isso abre margem para que qualquer contato físico em ambiente tumultuado vire justificativa para atos violentos? E mais: onde está o respeito ao mandato parlamentar alheio? A esquerda, tão preocupada com a liturgia do cargo quando lhes convém, mostrou novamente seu desdém pelas regras democráticas e pelo decoro parlamentar.

Nikolas Ferreira não é apenas um deputado. Ele é símbolo da resistência conservadora dentro de uma instituição tomada por progressistas, comunistas e oportunistas. Sua presença incomoda. Suas falas ferem a sensibilidade de quem vive da mentira e do identitarismo. É por isso que o tentam calar, com processos, censura, difamação e, agora, com violência física.

A postura de Camila Jara foi respaldada por seus colegas de partido, que rapidamente acionaram a máquina de propaganda para desviar o foco da agressão e transformá-la, mais uma vez, em perseguição à mulher, à doente, à oprimida. É sempre assim. Nunca assumem nada. Nunca pedem desculpas. Nunca respondem pelos próprios atos. O PT é o partido da eterna negação de culpa.

Enquanto isso, a esquerda mantém a narrativa de que a oposição travou o Congresso Nacional por capricho. A verdade é outra: a base conservadora estava cumprindo seu papel de obstrução legítima para impedir a tramitação de pautas destrutivas e exigir o debate sobre a anistia aos injustamente acusados por “atos antidemocráticos”. Enquanto a esquerda finge que luta por democracia, tenta aprovar pautas sem diálogo, às pressas, sob ameaças e empurrões.

O episódio da agressão a Nikolas Ferreira expõe também o silêncio ensurdecedor da imprensa tradicional. A mesma imprensa que daria manchetes inflamadas caso a situação fosse invertida – se Nikolas tivesse encostado o dedo em uma deputada do PT – tratou o caso como “esbarrão” e preferiu destacar o peso e a altura da agressora. É a manipulação descarada dos fatos, feita para desinformar e proteger seus aliados ideológicos.

O caso também revela a hipocrisia de certos discursos. Onde estão agora os defensores dos “direitos humanos”? Onde estão os coletivos feministas, que tanto se alvoroçam ao menor sinal de desrespeito contra uma mulher, mas que ignoram uma agressão contra um homem apenas porque ele é conservador, cristão, branco e bolsonarista?

E se o agredido fosse Jean Wyllys, Glauber Braga ou Marcelo Freixo? A mídia estaria em chamas. Mas como foi Nikolas Ferreira, um inimigo declarado do sistema, o tratamento é frio, cínico e repleto de eufemismos. Agressão se torna “esbarrão”. O agredido é acusado de “forçar a narrativa”. A verdade vira “versão”. É a inversão moral total.

O povo brasileiro não pode mais tolerar esse tipo de comportamento dentro do Parlamento. Se deputados federais agem assim diante das câmeras, imaginem o que são capazes de fazer longe delas. Não é possível construir uma democracia verdadeira onde o debate é substituído pela violência, onde a oposição é tratada como inimiga e onde a esquerda se considera acima da lei, da ética e da verdade.

Nikolas Ferreira representa milhões de brasileiros. Ao ser agredido por Camila Jara, todos nós fomos agredidos. Foi um ataque simbólico à nossa fé, aos nossos valores e à liberdade de expressão. Não aceitaremos calados.

Que essa agressão não seja esquecida. Que os fatos prevaleçam sobre as narrativas. Que a impunidade não vença mais uma vez. E que os conservadores do Brasil sigam de cabeça erguida, mesmo sob os ataques de uma esquerda que, sem argumentos, agora parte para a violência física. Porque quando eles batem, é porque perderam. E eles já perderam.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Conservadores Conectado

Comece o dia com as principais notícias, além de colunas e links selecionados, de segunda a sexta.

Mundo

Destaques