
Ah, a China… esse “exemplo” venerado pela extrema-esquerda mundial, que jura de pé junto que o regime de Xi Jinping é o novo modelo de desenvolvimento do século XXI. Um modelo tão “eficiente” que, para funcionar, precisa de censura, repressão, vigilância 24 horas por dia e, claro, propaganda estatal mascarada de progresso. Agora, segundo a matéria da Reuters, aquela que vive de dar tapas com luva de pelica nos “camaradas”, o tal milagre chinês é sustentado por… entregadores de comida e professores desesperados? Que espetáculo!
Sim, meus caros, enquanto o Partido Comunista Chinês ostenta números mágicos como um “crescimento robusto” de 5,2% no PIB, a realidade do povo trabalhador é bem mais… proletária. O senhor Zhang Jinming, por exemplo, é funcionário de uma estatal. Recebia 5.500 yuans por mês (algo como 765 dólares), mas agora recebe 4.200 yuans. E para tapar o buraco, virou entregador de comida nas madrugadas, torcendo para não esbarrar nos colegas de terno e gravata. Que vergonha, né? Não por ele. Por esse sistema “progressista” que dizem ser “invejável”.
E aí vem o detalhe saboroso: a China até consegue manter portos e fábricas funcionando. Mas e daí? Não adianta a máquina girar se o lucro evapora e os salários murcham. O próprio texto da Reuters, que não é exatamente um panfleto conservador, escancara: falta de demanda real, pressão sobre rendimentos, atrasos nos pagamentos e cortes salariais. Parece até a cartilha de um país falido. Mas ei! Crescemos 5,2%, diz Xi Jinping com aquele sorrisinho programado. Alguém avisa pra ele que entregador de comida não é indicador de prosperidade, é sinal de sobrevivência.
O mais patético é ver os arautos da esquerda universitária no Brasil — aqueles que vivem em centros acadêmicos e federações estudantis, sustentados por bolsas públicas — babando pelo “modelo chinês”. O mesmo modelo que deixa professores como Frank Huang sem salário por meses. Isso mesmo: sem salário. O pobre coitado depende dos pais para comer, porque o governo comunista está esperando “fundos” para pagar os educadores. Um detalhe que a esquerda aqui prefere ignorar, já que confronta diretamente sua fé cega em regimes autoritários, contanto que tenham uma bandeira vermelha.
E não para por aí. A reportagem revela algo ainda mais grotesco: atrasos de pagamento em setores cruciais, como o automobilístico e o de eletrônicos. Justamente os “campeões” da exportação chinesa. E sabe o que isso significa, caro leitor? Significa que os gloriosos trilhos do “trem-bala socialista” estão com os parafusos soltos. Deflação nas fábricas, inadimplência crescente e lucros evaporando são os novos hinos da revolução econômica chinesa. Mas se você perguntar para um esquerdista, ele vai te responder com uma camiseta do Che Guevara e um sorriso banguela: “A China é o futuro”. Futuro da miséria maquiada, talvez.
O professor Zenglein, da Conference Board of Asia, cunhou um termo interessante: “economia de dupla velocidade”. A indústria corre, mas o consumo tropeça. É quase uma corrida de sacos em que a perna direita está forte e a esquerda, quebrada. E, como sempre, o consumidor – o cidadão comum – fica chupando o dedo. A política chinesa continua favorecendo exportadores enquanto ignora completamente o mercado interno. Algo que, pasmem, é considerado genial pelos “especialistas” progressistas. Parece que “gênio” agora é quem transforma milhões de pessoas em zumbis econômicos com dois empregos e nenhum futuro.
E se você achou tudo isso preocupante, espere até saber que os salários base estão virando esmola. A professora Yun, por exemplo, está vivendo com 3.000 yuans por mês, sem os adicionais de desempenho. Depois de pagar gasolina e estacionamento, falta dinheiro até pra arroz. “Tenho vontade de implorar”, diz ela. E eu pergunto: que tipo de regime é esse que leva educadores à mendicância? Ah, mas claro, a esquerda caviar brasileira vai dizer que é tudo culpa do “imperialismo americano”. O problema nunca é o comunismo, é sempre os EUA.
Enquanto isso, o governo de Xi Jinping insiste em priorizar a produção desenfreada, como se ainda estivesse nos anos 50, construindo fábricas para competir com o Ocidente, mas deixando de lado a demanda doméstica. Resultado? Empresas atoladas em dívidas, atrasando pagamentos, e consumidores que adiam gastos por pura falta de renda. Isso se chama crise estrutural, mas na versão chinesa é vendida como “resiliência”. Que nem maquiagem em cadáver: pode até parecer bonito por fora, mas fede por dentro.
Para completar a palhaçada econômica, o mercado de trabalho na China está mais travado que orçamento de ministério em ano eleitoral. A garçonete Huang Tingting largou o emprego porque a patroa impôs quatro dias de licença não remunerada por mês. Ela, como milhões de outros jovens, está agora na fila do desemprego, onde uma vaga tem mais candidatos que o Enem. Mas sim, Xi Jinping ainda sorri nas coletivas. E a esquerda aplaude de pé — talvez com inveja do controle absoluto que o Partido Comunista exerce sobre tudo.
No fundo, a China não é mais o “dragão vermelho” indestrutível. É um animal ferido, coberto de faixas vermelhas e sustentado pela propaganda. O povo chinês não está prosperando. Está sobrevivendo. E a tal “resiliência” econômica é sustentada por cortadores de gastos, atrasos salariais, e milhões de pessoas desesperadas para pagar as contas.
Portanto, caro leitor, na próxima vez que um “progressista” te disser que a China é um exemplo a ser seguido, ofereça a ele um capacete de entregador noturno. E diga: “Bem-vindo à utopia socialista com características chinesas. Só não se esqueça de trabalhar até às 23h30.”
Porque enquanto a esquerda sonha com a China, o povo chinês acorda todos os dias com um pesadelo real.
Com informações Reuters
















