
Ah, a genialidade econômica do governo Lula! Nada como ver a “democracia” petista em ação, onde o dinheiro público flui como um rio caudaloso para fortalecer bancos estatais e, claro, garantir que tudo permaneça nas mãos certas. Esqueça a livre concorrência, a eficiência ou o uso racional dos recursos. O importante aqui é que o Banco do Brasil voltou a ser o queridinho do BNDES, desbancando qualquer tentativa nefasta de privatização. Afinal, para quê incentivar o setor privado se podemos continuar enchendo a máquina estatal de bilhões enquanto o povo se vira para pagar a conta?
Sim, meu caro leitor, segundo Aloizio Mercadante, aquele mesmo que se eternizou como um dos maiores defensores do intervencionismo estatal, a nova diretriz de Lula está funcionando maravilhosamente bem. O Banco do Brasil, que antes era um mero figurante na distribuição de recursos do BNDES, agora se tornou o protagonista. Um salto fenomenal do 17º para o 1º lugar, um verdadeiro milagre administrativo! Mas vamos pensar juntos: será que isso aconteceu porque os bancos privados se tornaram incapazes de fazer empréstimos, ou será que o governo simplesmente decidiu reestatizar a economia à força, despejando bilhões de reais para alimentar a sua máquina de poder?
O discurso não poderia ser mais previsível. “Ampliamos as oportunidades de negócios conjuntos entre BB e BNDES, aliando rentabilidade e geração de benefícios diretos para a sociedade”. Ah, claro! Como se a história já não tivesse nos mostrado, inúmeras vezes, que quando o governo mete a mão para “ajudar” a economia, o que se vê no final é um rombo monumental nos cofres públicos e a fatura chegando para a classe média pagar. Mas fiquemos tranquilos, porque agora tudo está “reafirmando o compromisso com o desenvolvimento do país”. Se há uma coisa que os petistas fazem com maestria, é repetir essas palavras vazias enquanto avançam no seu verdadeiro plano: garantir o controle absoluto da economia e, de quebra, garantir mais uma década de poder.
E aí vem a cereja do bolo: o governo Lula comemora que os bancos públicos concederam R$ 20 bilhões em crédito, mais do que o dobro do governo anterior, que liberou R$ 8 bilhões. Para a extrema-esquerda, é simples: mais dinheiro público sendo despejado significa mais progresso! Mas a pergunta que ninguém faz é: para onde foi esse dinheiro? Quem realmente se beneficiou? Será que foram os pequenos empresários sufocados por impostos ou, como sempre, os amigos do rei, os empresários que jogam o jogo político, garantindo que os recursos cheguem nas mãos certas?
Nada disso deveria nos surpreender. O modus operandi é sempre o mesmo: atacar qualquer vestígio de privatização, demonizar o setor privado e enaltecer o Estado como o grande provedor da nação. O problema é que esse Estado é administrado por um grupo que usa a máquina pública para perpetuar sua própria influência. Privatizar? Nem pensar! Melhor manter tudo sob o controle estatal, com cargos e vantagens para os aliados, enquanto a população paga juros abusivos nos bancos e vê a dívida pública explodir.
E por falar em endividamento, vale lembrar: dinheiro público não cai do céu. Cada bilhão injetado nos bancos estatais sai do bolso do contribuinte, seja por meio de impostos escorchantes, inflação galopante ou endividamento do próprio governo. Mas quem se importa? O importante é passar a ilusão de que o governo está investindo no desenvolvimento, quando na verdade está apenas ampliando sua rede de controle. Afinal, um povo dependente do Estado é um povo dócil e manipulável, perfeito para sustentar um governo que se especializou em vender ilusões e colecionar escândalos.
É sempre o mesmo roteiro: se algo vai mal na economia, a culpa é do governo anterior. Se algo aparentemente melhora, o mérito é exclusivo da genialidade petista. Mas a realidade dos fatos é bem diferente. Enquanto o governo Lula despeja bilhões nos bancos estatais, o setor privado sofre com um ambiente econômico instável, falta de previsibilidade e uma carga tributária sufocante. O crédito público pode até parecer uma solução mágica, mas no final das contas, gera um efeito perverso: mais concentração de poder nas mãos do Estado, menos eficiência e, claro, um rombo cada vez maior nas contas públicas que, cedo ou tarde, alguém terá que pagar.
Mas nada disso importa para os defensores do Estado-babá. Eles continuarão aplaudindo cada bilhão liberado como se fosse um presente divino, ignorando que, no final, quem sempre sai perdendo é a sociedade. O Brasil já viu esse filme antes e sabe bem como termina: com a economia patinando, o governo pedindo mais impostos, e o cidadão de bem pagando a conta. A única coisa que realmente se fortalece nesse processo é a máquina estatal, que continua inchando, sugando e controlando tudo, enquanto vende ao povo a ilusão de que o Estado é o grande salvador da pátria. A história já mostrou que esse caminho não leva ao progresso, mas sim à estagnação, ao desperdício e à corrupção. Mas parece que, para a esquerda, certas lições nunca são aprendidas.
Com informações EBC