
O que se desenha no Brasil atualmente é um espetáculo de manipulação e distorção das leis, onde as instituições, como o Supremo Tribunal Federal (STF), ao invés de serem os guardiões da Constituição, se transformaram em palco de disputas políticas travadas pela extrema-esquerda, que, com seu discurso de justiça e igualdade, esconde a verdadeira face de uma agenda ideológica que visa apenas perpetuar o poder de uma minoria que se apodera das instituições do país.
O caso que envolve o julgamento da denúncia sobre a trama golpista, com a participação de ministros como Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin, ilustra de forma nítida o modus operandi de um sistema judicial que, sob a aparência de imparcialidade, esconde sua total parcialidade em favor de uma agenda política específica. Em sua análise sobre os pedidos de impedimento dos ministros, o STF não apenas descumpriu a regra básica de imparcialidade, mas também mostrou ao Brasil o que a extrema-esquerda busca em suas investidas: dominar as instituições e garantir que os inimigos políticos sejam silenciados.
Primeiramente, é importante destacar que o pedido de afastamento de Alexandre de Moraes do julgamento da denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro é de extrema relevância. Moraes, como vítima de uma suposta tentativa de assassinato no contexto da “trama golpista”, não deveria, sob nenhuma circunstância, continuar no caso. A imparcialidade é uma regra clara e fundamental para qualquer julgamento, mas, no Brasil, a extrema-esquerda, através de seus aliados no STF, vem ignorando esse princípio em nome de uma “justiça” que parece mais voltada para interesses partidários do que para a verdade dos fatos.
A participação de Flávio Dino e Cristiano Zanin também é questionável. Dino, antes de chegar ao STF, já havia movido uma ação contra Bolsonaro e, portanto, não tem qualquer condição de julgar o ex-presidente de forma imparcial. O mesmo ocorre com Zanin, que foi advogado da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva, e que, antes de se tornar ministro, atuou contra a chapa de Bolsonaro nas eleições de 2022. Como se pode acreditar que esses ministros possam julgar Bolsonaro de forma justa e imparcial? A resposta é clara: não podem. Eles têm um histórico de atuação política, e isso deveria ser motivo suficiente para que fossem impedidos de participar desse julgamento.
O que estamos vendo, na verdade, é um STF composto por ministros com vínculos ideológicos explícitos com o governo atual. Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin são, sem dúvida, aliados do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e, portanto, têm interesses próprios em garantir que a narrativa golpista contra Bolsonaro seja levada adiante. O fato de o STF ter decidido, em sua maioria, que esses ministros podem continuar no julgamento é uma demonstração clara de como as instituições do Brasil estão sendo corroídas pela extrema-esquerda, que usa a máquina pública para seus próprios fins políticos.
Esse julgamento, que promete ser um marco na história do Brasil, é um reflexo do que a extrema-esquerda tem feito com as instituições do país: enfraquecer as garantias constitucionais e subverter a ordem democrática para garantir que seus aliados mantenham o controle. O que está em jogo não é apenas a justiça, mas sim o futuro da democracia brasileira. E, nesse contexto, é fundamental que o povo brasileiro se acorde para a realidade dos fatos e não se deixe enganar pelas falácias que a extrema-esquerda tenta impor.
O STF, ao invés de ser um guardião imparcial da Constituição, tem se mostrado um campo de batalha política, onde a credibilidade da justiça está em jogo. O ministro André Mendonça, que se posicionou contra a participação de Moraes, Dino e Zanin, deixou claro que a imparcialidade é a base da justiça, mas a maioria do STF parece ignorar esse princípio em nome de um julgamento que favorece a narrativa da extrema-esquerda.
A defesa de Bolsonaro, ao recorrer das decisões do STF, tentou garantir que o julgamento fosse imparcial, mas a resposta que veio do Supremo foi um eco do que estamos acostumados a ver: a manipulação das regras em benefício de uma narrativa política. O STF, ao não acatar o pedido de afastamento de Moraes, Dino e Zanin, simplesmente demonstrou a realidade das instituições brasileiras hoje: elas estão sendo utilizadas por um grupo político para atacar seus inimigos, em vez de cumprir seu papel de defender a Constituição e os direitos dos cidadãos.
A extrema-esquerda, como sempre, busca distorcer a verdade e manipular as leis para que seus aliados mantenham o poder. Isso é o que está em jogo nesse julgamento. O STF, em sua maioria, se alinha com esse projeto de poder, ignorando as regras mais básicas do direito, como o impedimento e a imparcialidade. E, mais uma vez, o povo brasileiro é quem sofre as consequências disso, pois é ele quem paga o preço por essa distorção da justiça.
Este é o momento em que os brasileiros precisam refletir sobre o rumo que o país está tomando. A extrema-esquerda, através de seus aliados no STF, está construindo um Brasil onde a justiça não é mais um princípio imparcial, mas sim uma arma política. E, nesse jogo, os perdedores são sempre os cidadãos comuns, que vêem suas liberdades e direitos sendo atacados em nome de uma agenda ideológica que não representa o povo, mas sim uma elite política que busca se perpetuar no poder.
A realidade é que, enquanto a extrema-esquerda tenta convencer o país de que está lutando pela democracia, o que ela realmente está fazendo é destruindo as instituições que sustentam a nossa liberdade. O STF, ao permitir que ministros com interesses ideológicos explícitos julguem casos envolvendo seus inimigos políticos, está se tornando um órgão de controle político, e não uma instância de justiça imparcial.
O povo brasileiro deve se unir em torno da defesa das instituições, da Constituição e da democracia. Não podemos permitir que a extrema-esquerda use o STF como uma ferramenta para destruir tudo o que conquistamos até aqui. O momento de agir é agora, antes que a credibilidade da justiça brasileira seja completamente destruída em nome de um projeto político que não tem compromisso com a verdade ou com a democracia.