Deltan relembra caso do ministro Juscelino Filho, esquecido pela PGR a 270 dias

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Ministro de Estado das Comunicações, do governo Lula, Juscelino Filho

Deltan Dallagnol, como sempre, não se deixa intimidar pelos esquemas e desmandos da política brasileira. Em seu estilo direto e implacável, ele se posiciona mais uma vez contra as práticas duvidosas do governo Lula, focando especificamente em um ministro que, até hoje, continua fora do alcance da justiça. Recentemente, Deltan fez uma provocação no X, comparando a situação atual com o clássico filme “Esqueceram de Mim”, em uma crítica certeira a Procuradoria Geral da República, sobre o ministro Juscelino Filho, e à maneira como sua responsabilidade foi simplesmente deixada de lado pelo governo e pelas autoridades competentes.

O ex-procurador da Justiça Federal, sempre atento aos rumos do Brasil, não hesitou em expor a realidade de uma política que parece ignorar a verdade e os interesses da população. Ele fez a comparação entre Juscelino Filho, ministro do governo Lula, e o “menino esquecido” do filme, uma figura que, tal como o ministro, é deixada de lado, sem qualquer punição, investigação ou responsabilidade. Juscelino Filho, o ministro que deveria dar explicações sobre sua conduta e ações, é um claro exemplo de como o governo atual, por conveniência política, pode simplesmente ignorar situações que comprometem a integridade do sistema de justiça brasileiro.

O caso envolvendo Juscelino Filho é emblemático. Ele é, até hoje, alvo de um processo que está completamente paralisado há mais de 270 dias. Um processo que, por mais de nove meses, simplesmente não avança, como se fosse um assunto sem importância ou urgência para as autoridades. O governo Lula e o Procurador-Geral da República (PGR), Paulo Gonet, têm se mostrado silenciosos em relação a esse caso, dando a entender que o ministro Juscelino Filho, por ser parte do governo, está acima de qualquer tipo de investigação ou responsabilização. E, como se isso não fosse o suficiente, o PGR, que deveria ser o guardião da lei, está mais interessado em investigar e perseguir o ex-presidente Jair Bolsonaro, que tem sido uma figura polarizadora, enquanto o caso do ministro continua a ser completamente negligenciado.

O fato de o processo contra Juscelino Filho estar em um limbo jurídico é uma clara demonstração de como o sistema de justiça brasileiro tem sido manipulado para proteger os aliados políticos. O ministro Juscelino Filho, que tem sido apontado em diversas denúncias e suspeitas de irregularidades, está sendo tratado com uma complacência absurda. Enquanto isso, a agenda política do governo Lula segue a todo vapor, e as críticas de Deltan Dallagnol, que não se deixa calar diante dessa hipocrisia, são uma válvula de escape para a indignação do povo brasileiro que assiste, impotente, a essa farsa judicial.

A crítica feita por Deltan vai muito além de uma simples observação de um caso isolado. Ela é, na verdade, um reflexo do que acontece quando o sistema judiciário se torna um instrumento de proteção para aqueles que estão no poder. A questão aqui é clara: Juscelino Filho, sendo parte do governo, recebe um tratamento diferenciado, onde as leis parecem não se aplicar da mesma maneira que para o cidadão comum. Deltan, em sua postagem, expõe a falha do sistema em tratar com a mesma seriedade os casos que envolvem figuras influentes da política. Enquanto a perseguição a Bolsonaro é incansável, um caso de corrupção envolvendo um ministro do governo é simplesmente deixado de lado, como se não tivesse relevância.

A analogia com o filme “Esqueceram de Mim” é, portanto, absolutamente precisa. O governo Lula, e os envolvidos nesse processo, parecem ter simplesmente “esquecido” de Juscelino Filho, um ministro cuja responsabilidade deve ser questionada. Ao invés de enfrentar as críticas e assumir as consequências de suas ações, o ministro e sua equipe preferem deixar o caso no esquecimento. Essa situação é um reflexo direto da cultura da impunidade que prevalece em muitas esferas do governo brasileiro, onde os poderosos continuam a escapar de responsabilidades e consequências, enquanto o povo brasileiro paga o preço dessa falta de justiça.

O que Deltan denuncia, com coragem e clareza, é a falta de compromisso com a verdade e a justiça. Ele nos lembra que, quando o sistema judiciário e os órgãos responsáveis pela investigação e pela aplicação da lei falham, é o povo que sofre as consequências. O caso Juscelino Filho, ao ser ignorado e abafado, mostra o quanto as instituições estão falidas quando se trata de combater a corrupção dentro do próprio governo. Ao mesmo tempo, a atenção desproporcional dada à investigação de figuras como Jair Bolsonaro demonstra como a política pode, muitas vezes, distorcer a aplicação da justiça, tornando-a uma ferramenta de perseguição política e não de busca pela verdade.

Deltan Dallagnol, em sua postura firme e determinada, se recusa a aceitar essa realidade. Ele continua a apontar os erros, as falácias e as manipulações que têm ocorrido no cenário político e jurídico brasileiro, e faz isso com a responsabilidade de alguém que tem muito mais a oferecer ao Brasil do que aqueles que, como Juscelino Filho, parecem estar acima da lei. Ao expor a situação de forma tão clara, ele chama a atenção não só para a omissão do governo, mas para o impacto que essa falta de ação tem sobre a credibilidade das instituições e sobre a confiança do povo na justiça.

Essa falta de ação em relação a Juscelino Filho é o que Deltan está destacando. O silêncio e a inação do PGR, que deveria ser o guardião da justiça e da legalidade, não são apenas uma falha institucional, mas uma afronta àqueles que acreditam em um Brasil mais justo e ético. O fato de um ministro do governo Lula, acusado de irregularidades, estar sendo tratado com tamanha complacência, é uma das maiores provas de que o sistema está falho. E é isso que Deltan denuncia: a hipocrisia do governo e da justiça, que preferem proteger seus próprios aliados do que agir com a mesma seriedade e rigor que exigem dos outros.

Por isso, a postagem de Deltan Dallagnol sobre o caso Juscelino Filho não é apenas uma crítica pontual, mas um grito de alerta para todos nós. Ele nos lembra que a justiça no Brasil não pode ser seletiva e que não podemos fechar os olhos para as falhas do sistema. O ex-procurador da Justiça Federal continua, assim, a ser uma das poucas vozes dissonantes em um cenário político e jurídico em que a impunidade e a proteção dos poderosos parecem ser a regra.

No entanto, a coragem de Deltan em expor as falácias e os abusos do governo atual é um farol de esperança para aqueles que ainda acreditam que o Brasil pode ser um país mais justo. Ao contrário de muitos, ele não se deixa influenciar pela pressão política, pela força dos poderosos ou pelos interesses escusos. Ele está comprometido com a verdade, e é esse compromisso com a justiça que o torna uma figura admirada por muitos e, sem dúvida, uma das maiores referências quando se trata de combater a corrupção no Brasil.

A luta de Deltan Dallagnol não está apenas em sua postura política, mas na coragem de, mesmo em meio a adversidades, continuar a falar a verdade. O caso Juscelino Filho é apenas mais uma ilustração de como o governo Lula tenta proteger seus aliados, mas Deltan, com sua perspicácia, continua a expor as contradições desse sistema falido. E, ao fazer isso, ele nos lembra que, por mais difícil que seja, é preciso seguir a luta pela justiça, pela transparência e pela ética, sem nunca se esquecer de que, quando os poderosos se protegem, o povo é quem paga o preço.

Essa luta incansável de Deltan Dallagnol deve ser celebrada, pois ela representa o que muitos de nós queremos ver em um Brasil mais justo: a coragem de enfrentar os corruptos e aqueles que acham que a lei não se aplica a todos de maneira igual. Por isso, ao parabenizarmos Deltan por sua postura em relação ao caso Juscelino Filho, estamos também afirmando nossa fé em um Brasil que, um dia, poderá ser mais justo, mais transparente e verdadeiramente livre de corrupção.

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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