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Aos olhos da velha mídia, a nova realidade geopolítica pode parecer ficção. Mas não é. A escalada da judicialização internacional envolvendo

Por Notas & Informações

Aos olhos da velha mídia, a nova realidade geopolítica pode parecer ficção. Mas não é. A escalada da judicialização internacional envolvendo Trump Media, a plataforma Rumble e o ministro Alexandre de Moraes é um retrato perfeito do ponto onde chegamos: um tribunal brasileiro, usando do seu poder interno, agora ecoa no exterior como autor de censura transnacional. O que parecia exagero conspiratório agora está sendo tratado como fato pelo mundo livre.

Os Estados Unidos, ainda sob a liderança conservadora e pragmática de Donald Trump, estão finalmente se posicionando de maneira mais direta diante da situação absurda e degradante vivida pelo Brasil. Quando um presidente americano menciona nominalmente Jair Bolsonaro e condena a perseguição contra ele, sua família e seus apoiadores, é porque os limites diplomáticos já foram estourados. Não se trata apenas de afinidades ideológicas. Trata-se de respeito institucional, algo que o Brasil, sob a gestão petista, rasgou com gosto.

Por muito tempo, o que acontecia no Brasil não tinha a menor importância para os congressistas norte-americanos. Mas o barulho gerado pelas ações arbitrárias do Supremo Tribunal Federal — personificadas em Alexandre de Moraes — reverberou. E não foi pouco. Parlamentares texanos, como Maurício Galante, receberam dezenas de mensagens de representantes de distritos e estados norte-americanos que, perplexos, perguntavam o que está acontecendo no país sul-americano que um dia foi considerado estratégico para o Ocidente.

É nesse cenário que Trump, com seu estilo direto e cirúrgico, cunha uma frase que já entrou para a história: “Deixem Bolsonaro em paz.” Uma frase simples, mas com efeitos colaterais profundos. A partir daí, o Brasil — ou melhor, o governo Lula — passa a ser observado não apenas pela mídia, mas por think tanks, agências de inteligência, congressistas republicanos e pelo Departamento de Estado dos EUA. As palavras “vergonha” e “perseguição política”, utilizadas em nota oficial pela embaixada norte-americana no Brasil, não são acidentais. Na linguagem diplomática, são balas disparadas com precisão.

A AGU — Advocacia-Geral da União — que deveria zelar pelos interesses do Estado brasileiro, virou um braço jurídico informal de Moraes. Redige minutas que censuram, como um script autoritário, plataformas que operam no exterior, como o Truth Social e o Rumble. A censura brasileira exportada. Essa inovação jurídica, que talvez causasse admiração em Pequim, encontra barreiras sérias em solo americano. Empresas como a Trump Media processam Moraes e o STF por censurarem conteúdo e cidadãos em território norte-americano. E como o ministro não aparece para se defender, já existe risco real de julgamento à revelia e até pedido de inclusão do nome de Moraes na lista da Interpol. Ironia dos tempos: um ministro do STF correndo risco de prisão fora do Brasil por atacar a liberdade.

Não bastasse, há uma segunda frente em curso. A humanitária. O governo Lula, cada vez mais colado ao eixo Rússia-China-Irã, parece ter esquecido que o Brasil é signatário de tratados com a Organização dos Estados Americanos (OEA). Ao perseguir opositores, permitir doações obscuras da BID ao STJ e silenciar sobre violações de direitos básicos, o Brasil se distancia dos compromissos ocidentais. Não é por acaso que a administração Trump estuda sanções, inclusive comerciais. A presença chinesa no agro, os interesses da Huawei em redes estratégicas, tudo isso entra no radar de segurança nacional americana. E com Trump, ameaças não são feitas à toa.

A terceira via é a diplomática, e está em ebulição. A ausência de um embaixador norte-americano no Brasil já é um recado claro. Desde o xingamento grotesco da primeira-dama Janja a Elon Musk, aliado estratégico de Trump, a relação esfriou. E Trump, em nova declaração, anunciou possíveis tarifas adicionais ao Brasil, como forma de retaliação por sua adesão ao BRICS e por ser, segundo suas palavras, “um mau parceiro”. O governo petista, que gosta de posar de vítima nas redes, está sendo tratado como problema por quem realmente entende de alianças e soberania.

Enquanto isso, dentro do Partido Republicano, movimentos importantes já estão sendo articulados. O vereador texano Maurício Galante revelou que enviou ao presidente Trump, ainda em 2023, uma carta pedindo que os EUA não reconheçam as eleições brasileiras de 2026, caso não haja urnas com comprovantes físicos. Baseou-se em precedente jurídico do próprio Departamento de Estado, que recusou o resultado das eleições venezuelanas pela ausência de dados desagregados. O recado foi entendido. Dentro do sistema americano, isso pesa. E muito.

Essa tríade — ação jurídica, humanitária e diplomática — pode se transformar num furacão sobre Brasília. E, ao contrário do que imaginam alguns jornalistas de meia-tigela, Trump não joga. Ele move peças. E não hesitará em punir países que atentam contra os valores ocidentais. Bolsonaro é símbolo dessa resistência. E os apoiadores que foram presos, calados ou exilados pelo sistema judicial brasileiro serão lembrados, um a um, por Washington. É uma questão de tempo.

Mas há algo ainda mais simbólico em todo esse episódio: a máscara caiu. A ideia de que o Brasil é uma democracia vibrante, apenas com “instituições funcionando”, virou piada diplomática. O que está em jogo não é apenas o destino de um ex-presidente popular. É a credibilidade do Brasil como nação confiável no Ocidente. E quando isso está em xeque, o preço a pagar é alto.

No vídeo da Revista Oeste, vemos a verdade que a mídia tradicional esconde: não é o mundo que está de olho no Brasil; é o Brasil que está tentando fugir dos olhos do mundo. E isso, para um conservador liberal, é inaceitável. Porque nós acreditamos que liberdade não se negocia, e que governos devem temer o povo — não o contrário.

É por isso que o conservadorismo renasce com força. Porque ele entende que quando um juiz quer ser mais poderoso que um presidente eleito, ou quando uma primeira-dama insulta aliados internacionais em nome do feminismo de boutique, a única resposta possível é o retorno à ordem, à soberania e ao bom senso. Que venha a tarifa, que venha a resposta. Porque entre ser vassalo do globalismo e ser livre ao lado de Trump, a escolha já foi feita.

Com informações Revista Oeste

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