Desmascarando a farsa irônica de Ruy Castro, Folha de S.Paulo, sobre Bolsonaro

Ler o que o jornalista Ruy Castro escreve na Folha de S.Paulo é quase como assistir a um espetáculo de mágica

Por Notas & Informações

Ler o que o jornalista Ruy Castro escreve na Folha de S.Paulo é quase como assistir a um espetáculo de mágica onde tudo é ilusão. No artigo recente, Castro transforma fatos simples e cotidianos em uma narrativa tragicômica digna de novela da Tv Globo, como se estivesse nos oferecendo um roteiro de suspense sobre o fim de um “super-homem” brasileiro. A audácia de um profissional que se auto intitula membro da Academia Brasileira de Letras em reinventar a realidade para caber em seu preconceito ideológico merece ser vista com atenção crítica, mas também com uma boa dose de sarcasmo.

Castro começa seu texto descrevendo Jair Bolsonaro exibindo a tornozeleira eletrônica na Câmara dos Deputados, em Brasília. Para Ruy, o gesto de Bolsonaro, levantar uma perna e mostrar o dispositivo, é sinal inequívoco de fragilidade. Surpreendentemente, ele ignora que estamos diante de um homem que há anos lida com desafios físicos, com uma rotina intensa de compromissos e atividades públicas, e que, mesmo assim, demonstra vigor físico e presença. Mas, para Castro, nada disso importa. A narrativa precisa de “sofrimento”, e assim nasce o personagem debilitado, prestes a cair, dodói, mocho e troncho, como ele mesmo escreve.

O colunista chega ao ponto de tentar ridicularizar o histórico de vitalidade de Bolsonaro, como se a prática de esportes, o uso de jet skis e a presença em motociatas fossem sinais de delírio de um presidente que ignorava a realidade. É incrível como a Folha, através de Castro, tenta pintar um quadro em que a saúde de um ex-presidente de fato exemplar em resistência física e mental seria frágil diante de decisões judiciais. A lógica é simples para eles: se não se encaixa no roteiro da esquerda, é obra de arrogância ou autossabotagem.

Ao falar da alegada “gripezinha” e do suposto privilégio de imbrochabilidade, Castro revela um olhar que mistura escárnio com fetiche por fofoca política. É uma tentativa descarada de reduzir conquistas e atitudes de Bolsonaro a meras fanfarronadas sexuais ou juvenis. Ignora-se o contexto: um presidente que enfrentou crises sanitárias, políticas e sociais sem jamais se curvar à narrativa da derrota. Tudo é reescrito para caber na lente ideológica do jornal: Bolsonaro não é um líder, mas um personagem de novela que precisa adoecer para ser crível na história da esquerda midiática.

O ápice do ridículo é a construção de Bolsonaro como um doente que, a qualquer momento, precisará de cadeira de rodas. Ruy Castro, com seu talento literário aplicado à política, pretende induzir o leitor a acreditar que um homem de 70 anos, ainda ativo, se tornará instantaneamente frágil diante do cumprimento da lei. É uma infantilização absurda: um cidadão responsável por decisões estratégicas, que demonstra resiliência física e mental, é transformado em protagonista de um conto de fadas doentio, onde a justiça aparece como vilã capaz de derrubar até os mais fortes. A Folha parece esquecer que a força de caráter de Bolsonaro não se mede apenas pela saúde física, mas pela disposição de enfrentar ataques midiáticos, políticos e judiciais sem jamais se curvar.

Além disso, o artigo se sustenta em suposições e ironias vazias. Cada parágrafo é uma tentativa de dar corpo à narrativa de fragilidade, usando como evidência eventos corriqueiros: uma motociata, um aceno, um sorriso em público. Para Castro, gestos de normalidade e até celebração são sinais de debilidade encenada. É o jornalismo da extrema-esquerda no auge da caricatura: transformar vida pública em novela, homens em personagens frágeis e fatos em ficção. A intenção é clara: desacreditar Bolsonaro não com argumentos, mas com uma encenação literária que pretende manipular a percepção do leitor.

O problema é que, para leitores minimamente atentos, a lógica se desmonta rapidamente. Um homem que percorreu o Brasil em carreatas e motociatas, que presidiu com vigor quatro anos de governo, que mantém atividades físicas regulares e presença midiática constante, não se encaixa na narrativa de fragilidade que a Folha tenta impor. O sarcasmo que Ruy Castro utiliza para ridicularizar Bolsonaro só revela a escassez de argumentos reais contra ele. Não há análise política, não há crítica construtiva: apenas um desfile de insinuações maliciosas e exageros para alimentar o ódio ideológico.

O mais interessante é que, em sua ânsia de ridicularizar, o jornalista acaba revelando mais sobre a própria narrativa da extrema-esquerda do que sobre Bolsonaro. Cada exagero, cada tentativa de transformar atos de vitalidade em sinais de doença, mostra a fragilidade do jornalismo político partidário. Não é sobre fatos, é sobre convencer o leitor a enxergar fraqueza onde não há. É o jornalismo militante em estado puro, manipulando impressões, sentimentos e percepções para sustentar uma visão de mundo que se rompe diante da realidade.

Portanto, ao ler Ruy Castro, é preciso mais que atenção: é necessário senso crítico aguçado. Ele não está informando, está atuando. Não está analisando, está caricaturando. E, acima de tudo, não está descrevendo a vida de um político brasileiro, mas moldando uma fábula conveniente para a ideologia da Folha. Bolsonaro não é dodói, mocho ou troncho. Bolsonaro é um homem que encara adversidades, desafios e críticas de frente, enquanto a extrema-esquerda precisa construir castelos de papel para que sua narrativa de fragilidade se sustente.

No final das contas, ler Castro é um exercício de paciência e discernimento. A Folha de S.Paulo segue seu caminho de transformação do jornalismo em literatura ideológica, e os leitores conservadores são convidados a não cair na armadilha. A narrativa de fragilidade é uma farsa literária, não um relato factual. É a prova de que, quando a ideologia se sobrepõe à realidade, até os maiores feitos se tornam “fanfarronadas”, e a coragem se transforma em “doença”.

Enquanto a Folha inventa histórias e constrói fábulas sobre cadeiras de rodas e dores imaginárias, Bolsonaro continua ativo, resiliente e presente, provando que nenhum roteiro sarcástico pode substituir a verdade da vida real. Para o leitor atento, essa desconstrução do jornalismo militante é não apenas necessária, mas libertadora.

Com informações Folha de S.Paulo

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