
Flávio Dino, hoje travestido de ministro do Supremo Tribunal Federal, mostra ao Brasil como a toga pode ser usada como instrumento político e ideológico. Sua decisão de abrir inquérito contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, seus filhos e aliados, como noticiou a CNN Brasil no artigo “Dino abre inquérito contra Bolsonaro com base em parecer da CPI da Covid”, não é um ato de justiça, mas sim a repetição da velha cartilha da extrema-esquerda: transformar adversários políticos em inimigos públicos e desgastá-los por meio de investigações intermináveis e acusações fabricadas. Dino, que nunca deixou de ser militante do comunismo, apenas trocou o palanque pela cadeira no STF, mas manteve intacta sua vocação de usar o poder para impor narrativas.
O relatório da CPI da Covid, que serve de base para esse espetáculo farsesco, foi uma das maiores peças de manipulação da história política recente. Produzido por figuras carimbadas da velha política, como Renan Calheiros, tornou-se palanque para ataques pessoais e palco de acusações sem provas. O documento chegou a pedir que Bolsonaro fosse banido das redes sociais e acusado de crimes contra a humanidade, como se fosse um ditador sanguinário. Não havia ali seriedade, apenas o desejo ardente de destruir um governo conservador que ousou confrontar os interesses da elite política e midiática. O mais curioso é que a própria Procuradoria-Geral da República reconheceu a fragilidade dessas acusações e pediu o arquivamento, exatamente por falta de elementos concretos.
Mas Dino, fiel à sua natureza ideológica, decidiu ressuscitar esse cadáver político chamado CPI da Covid e dar-lhe nova vida. Sob sua justificativa, foram encontrados “indícios de crimes contra a administração pública”. Ora, qualquer brasileiro minimamente atento percebe o truque: transformar suspeitas vagas em manchetes, espalhar insinuações e prolongar a investigação até o infinito, criando no imaginário popular a sensação de culpa antes mesmo de qualquer julgamento. É a criminalização da política quando o alvo é de direita, mas a blindagem automática quando os envolvidos são da esquerda.
Flávio Dino sempre foi um comunista convicto, um soldado disciplinado de uma ideologia que fracassou em todos os lugares do mundo. No Maranhão, governou com populismo e alianças questionáveis, sempre usando o discurso de defensor dos pobres enquanto mantinha o estado no atraso. Em Brasília, como ministro da Justiça de Lula, foi o braço forte da perseguição a opositores, tratando manifestantes como criminosos e blindando aliados do governo. Sua chegada ao STF não foi mérito técnico, foi recompensa política. E agora, no exercício da função, mostra que não abandonou sua militância: veste a toga, mas continua agindo como cabo eleitoral da esquerda.
Não é coincidência que sua decisão tenha sido tomada dois dias depois da aprovação da PEC da Blindagem na Câmara dos Deputados, que limita os abusos do Judiciário contra parlamentares. O timing revela a essência política do ato. Dino quis mostrar força, mandar recado e provar que ainda detém poder para intimidar quem ousa enfrentar o sistema. Mas a verdade é que sua postura apenas reforça a percepção de que o STF se transformou em trincheira da esquerda, um espaço onde a justiça se curva ao projeto de poder do petismo.
A CPI da Covid, exaltada pela esquerda como “histórica”, foi na realidade um show midiático de seis meses, recheado de frases de efeito e depoimentos selecionados a dedo. O relatório final, que citava Bolsonaro mais de 80 vezes, é uma prova clara da obsessão em destruir sua imagem. O documento falava até em genocídio indígena, uma acusação grotesca que jamais se sustentou em qualquer tribunal internacional. Era a narrativa pronta para os jornais estrangeiros e para as ONGs financiadas por interesses externos, sempre dispostas a atacar governos conservadores.
O Brasil, mais uma vez, assiste a um teatro ensaiado. Flávio Dino não age em nome da justiça, mas em nome de uma ideologia que odeia a liberdade, odeia o conservadorismo e odeia qualquer voz que ameace o projeto de poder da esquerda. Sua decisão é a prova viva de que nossas instituições foram sequestradas e de que o Supremo, longe de ser guardião da Constituição, tornou-se um instrumento de perseguição. A cada ato, Dino expõe seu caráter de militante, não de magistrado, e reforça a distância abissal entre o povo e aqueles que deveriam servi-lo. O que ele chama de justiça, o brasileiro já aprendeu a reconhecer como pura perseguição política.
Veja a lista completa:
- Jair Bolsonaro, ex-presidente da República
- Flavio Bolsonaro, senador
- Ricardo Barros, deputado federal
- Eduardo Bolsonaro, deputado federal
- Osmar Terra, deputado federal
- Beatriz Kicis, deputada federal
- Carla Zambelli, deputada federal
- Carlos Jordy, deputado federal
- Onyx Lorenzoni, ex-ministro do governo Bolsonaro
- Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro
- Allan dos Santos, youtuber
- Helcio Bruno De Almeida, tenente-coronel
- Oswaldo Eustaquio, blogueiro
- Helio Angotti Neto, ex-secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde
- Bernardo Pires Kuster, youtuber
- Paulo De Oliveira Eneas, ex-deputado estadual de São Paulo
- Richards Dyer Pozzer, blogueiro
- Leandro Panazzolo Ruschel, blogueiro
- Carlos Roberto Wizard Martins, empresário fundador da Wizard
- Luciano Hang, empresário fundador da Havan
- Otavio Oscar Fakhoury, empresário
- Filipe Garcia Martins Pereira, ex-assessor de Bolsonaro
- Tercio Arnaud Tomaz, ex-assessor de Bolsonaro
- Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores
Com informações CNN Brasil
















