
Se você acha que já viu de tudo na política brasileira, é porque ainda não acessou o Dossiê Moraes. Esqueça a cobertura rasa da mídia tradicional, os editoriais de conveniência e os “analistas” que repetem narrativas prontas como papagaios de toga. O que você encontrará nesse arquivo cívico é mais do que denúncia: é prova documentada, minuciosa e assustadoramente detalhada de um projeto de poder que vem se consolidando à sombra da toga e à revelia da Constituição.
Rodrigo Marcial, vereador, professor de Economia e advogado, lidera uma frente de resistência cívica que já deveria estar estampada nas manchetes do mundo. Com apoio de nomes como Eduardo Girão, Marcel van Hattem, Deltan Dallagnol, Leandro Narloch e tantos outros que recusaram dobrar os joelhos diante da tirania institucional, o Dossiê Moraes nasceu para cumprir um papel urgente: documentar o maior atentado às liberdades individuais da história recente do Brasil.
- Este é o número. Não é chute, não é achismo, nem post de rede social. São 437 ocorrências catalogadas de ações ilegais, imorais ou inconstitucionais praticadas por Alexandre de Moraes desde 2019. Cada uma acompanhada de documentos, decisões, despachos, pareceres jurídicos, registros parlamentares e fontes oficiais. Isso não é teoria da conspiração – é prova empírica do avanço de um autoritarismo togado, legitimado pelo silêncio cúmplice de setores da imprensa e pelo conformismo covarde de instituições que deveriam zelar pela democracia.
O site www.dossieremorais.com está no ar, mas por quanto tempo, ninguém sabe. Em um país onde o próprio ministro é juiz, parte e vítima ao mesmo tempo, a censura virou ferramenta ordinária de controle social. Por isso, se você é daqueles que ainda se iludem com o discurso de “defesa da democracia”, prepare-se para sair da bolha: ali estão relatados casos de censura explícita, como a remoção de reportagens da revista Crusoé por ordem direta de Moraes, apenas por citarem o amigo do amigo do pai — e a conexão com a Odebrecht.

Há casos em que advogados foram calados em audiências públicas, como aconteceu em julho de 2025, quando o jurista Jeffrey Chiquini teve sua palavra cassada em plena sessão judicial. Empresários com bens bloqueados por mensagens de WhatsApp, usuários punidos por curtidas em postagens, redes sociais sob ameaça constante, e até ordens de busca e apreensão por “pensamento suspeito”. A pergunta é: isso parece democracia ou ficção distópica?
E não para por aí. O Dossiê organiza os abusos em categorias, todas documentadas: liberdade de expressão (142 casos), devido processo legal (99 casos), separação de poderes (74 casos) e tantas outras. Em “separação de poderes”, por exemplo, estão registrados episódios em que Moraes afrontou diretamente o Congresso Nacional, desrespeitando decisões legislativas, ignorando prerrogativas parlamentares e instituindo uma espécie de tutela sobre os demais Poderes. É o Judiciário com vocação de ditador.
O que o Dossiê Moraes faz não é apenas registrar o passado. É, acima de tudo, preservar a memória histórica para que a sociedade brasileira – e o mundo – saibam o que de fato está acontecendo por trás dos rótulos que a mídia militante insiste em colar. Trata-se de uma plataforma viva, aberta à colaboração de qualquer cidadão que tenha sofrido ou testemunhado arbitrariedades cometidas por esse novo “guarda da democracia”, cujos métodos mais lembram práticas de regimes que juramos nunca mais repetir.
Talvez você se pergunte: “Mas ele prendeu alguém ilegalmente?” Sim. Vários. O ex-deputado Daniel Silveira foi um dos alvos mais simbólicos — condenado, preso e perseguido por crime de opinião, em uma escalada judicial que ignorou até mesmo o indulto presidencial, como se o ministro estivesse acima da Constituição e do próprio Presidente da República.
E há casos ainda mais obscuros, como o de um brasileiro que morreu na prisão após ser detido preventivamente por participar de manifestações em 8 de janeiro, sem julgamento, sem direito de defesa, sem sequer o mínimo de dignidade processual. E a imprensa? Silêncio. A OAB? Ausente. Os “defensores dos direitos humanos”? Todos convenientemente distraídos.
O Dossiê não é apenas denúncia: é proposta. Seu propósito final é subsidiar um eventual pedido de impeachment de Alexandre de Moraes, respaldado não por paixões partidárias, mas por provas, documentos e fatos incontestáveis. Se isso ainda é possível em um Brasil que vê seu Estado de Direito definhar sob a mordaça do medo, cabe a cada um de nós decidir. A história será implacável com os covardes.
Os nomes por trás desse projeto — e que bravamente o assinam — merecem todo o reconhecimento. Não são radicais, não são golpistas, não são fanáticos. São cidadãos, juristas, parlamentares e jornalistas que entenderam algo fundamental: ou denunciamos agora, ou sucumbiremos todos depois.
Por isso, antes que tirem o site do ar, acesse, leia, divulgue, traduza. Este arquivo precisa ser conhecido fora do Brasil. O mundo precisa saber que a toga, quando não encontra freios, vira instrumento de tirania. E que a resistência ainda vive, no coração dos que se recusam a ser silenciados.
















