Edinho Silva, quer Haddad como candidato ao governo de SP

Prepare-se, porque o circo petista abriu mais uma temporada, e os palhaços principais atendem pelos nomes de Edinho Silva e Fernando

Por Notas & Informações

Prepare-se, porque o circo petista abriu mais uma temporada, e os palhaços principais atendem pelos nomes de Edinho Silva e Fernando Haddad. E, como sempre, o picadeiro é Brasília. A Jovem Pan News trouxe à tona mais uma dessas reuniões de “planejamento estratégico” do PT que, convenhamos, parece mais um grupo de terapia para desesperados tentando se convencer de que ainda têm futuro político. Sim, meus amigos, o novo presidente nacional do PT, o grande iluminado Edinho Silva, aquele que acredita ser o estrategista capaz de reinventar a roda, resolveu reunir a tropa para discutir 2026. E adivinhe? O futuro do Brasil, segundo eles, depende de… Fernando Haddad. Não, você não leu errado. O mesmo Haddad que já provou inúmeras vezes ser um desastre ambulante em qualquer cargo público. É como se o PT estivesse tentando convencer o país de que a salvação virá de um Titanic que já está no fundo do mar.

Edinho, com sua eloquência digna de vendedor de tapetes usados, disse que o partido vai “continuar dialogando” com o Centrão. Ah, o Centrão, aquele mesmo grupo que já demonstrou que sua fidelidade dura tanto quanto uma promessa de campanha de Lula. O discurso foi aquele clichê batido: “não foram obrigados a entrar no governo, escolheram estar com Lula”. Claro, quem diria não a ministérios recheados de verbas e cargos comissionados? A conversa é bonita, mas a prática é a de sempre: toma lá, dá cá. Aquele velho balcão de negócios, disfarçado de articulação política.

E para dar ainda mais credibilidade ao espetáculo, Edinho aproveitou para lembrar que o PT precisa se aproximar dos evangélicos. Nada mais irônico do que um partido que historicamente desdenha da fé cristã agora posar de amigo das igrejas, tentando vender o “Minha Casa, Minha Vida” como chave para conquistar corações e votos. A cara de pau é tanta que eles realmente acreditam que basta distribuir umas casas e bolsas para apagar décadas de hostilidade às famílias religiosas. É quase engraçado, se não fosse trágico.

Mas voltemos ao protagonista dessa novela repetida: Fernando Haddad. O ministro da Fazenda, aquele que está mais perdido que cego em tiroteio, é visto como carta na manga para o governo de São Paulo. O mesmo Estado que já lhe deu as costas repetidas vezes, que o rejeitou até quando ele era prefeito e tentou a reeleição. Haddad, o eterno poste de Lula, continua sendo vendido como “liderança de primeira grandeza”. Só se for na grandeza do fracasso. É o tipo de liderança que inspira menos confiança que guarda-chuva furado em dia de tempestade. E o pior: nos bastidores, já se fala que ele pode tentar o Senado. Porque, claro, quando não se tem apelo popular, tenta-se qualquer cadeira disponível.

E para reforçar como esse roteiro é patético, vale lembrar o currículo glorioso de Haddad na Prefeitura de São Paulo. O jornalista José Fucs, da Época, listou sete barbaridades que jamais esqueceremos — e que deveriam servir como prova definitiva de que o homem é um desastre administrativo em forma humana. Vamos refrescar a memória: ciclovias pintadas com tinta Suvinil, sem critérios técnicos, apelidadas de “pior do mundo”. Faixas de ônibus colocadas em ruas estreitas, transformando o trânsito em um inferno maior do que já era. Terrenos públicos invadidos sob o olhar cúmplice da prefeitura, em conluio com o MTST. Mendigos e viciados em crack espalhados por toda a cidade, transformando praças e viadutos em acampamentos improvisados. O fim do programa Controlar, que levou à explosão da poluição. A desvalorização do patrimônio histórico, com grafites nos arcos da 23 de Maio, incluindo até Hugo Chávez como ícone cultural. E, para fechar com chave de ouro, a destruição da Vila Madalena, transformada em latrina pública a céu aberto durante o carnaval. Isso sim é currículo de primeira grandeza: a grandeza da incompetência.

E é justamente esse gênio da administração, rejeitado pelo povo paulistano e incapaz de vencer até eleições de bairro, que o PT quer empurrar novamente goela abaixo da população. É quase um insulto à inteligência dos brasileiros. O partido, que já não tem nomes novos, insiste em requentar figuras carimbadas que a sociedade rejeita há anos. É o velho truque do restaurante falido que muda a fachada, mas continua servindo a mesma comida estragada.

E não para por aí. O discurso do PT sobre as manifestações de 7 de setembro é outro espetáculo de cinismo. Querem “defender a soberania nacional”, enquanto vivem ajoelhados diante de interesses estrangeiros, e ainda entoar críticas a Donald Trump. Porque, claro, para a esquerda brasileira, o inimigo número um é sempre aquele que simboliza valores conservadores, independentemente de estar ou não no poder nos Estados Unidos. É como se gritassem para o vazio, apenas para manter a militância acesa com um espantalho conveniente.

No meio desse teatro, surge também a lembrança amarga de que Lula não é eterno. O comentarista Gesualdo Almeida, na mesma reportagem da Jovem Pan, foi cirúrgico: o PT não tem novos nomes. Quando Lula sair de cena — e isso está cada vez mais próximo —, o partido ficará órfão. E qual é o plano de sucessão? Reaproveitar Haddad, o campeão de derrotas. É como escolher o pior jogador do time para ser o novo capitão. Enquanto isso, a direita, por mais que ainda organize seu tabuleiro, tem excesso de bons nomes. Tarcísio de Freitas, por exemplo, é uma pedra no sapato do PT em São Paulo e no Brasil. Um administrador que mostrou resultados e que, ao contrário de Haddad, não precisa de marketing barato para provar competência.

O mais irônico de tudo é perceber que o PT insiste em vender esperança em figuras que já provaram ser sinônimo de fracasso. Haddad não inspira, não mobiliza, não convence. É lembrado como o prefeito que transformou São Paulo em laboratório de desastres urbanos. E Edinho Silva, ao tentar empurrar esse discurso goela abaixo, só reforça o que todo brasileiro lúcido já sabe: o PT está preso ao passado, sem conseguir enxergar o futuro. A insistência em figuras desgastadas mostra um partido cansado, que tenta sobreviver à custa de narrativas recicladas.

E assim seguimos, assistindo à mesma peça, com os mesmos atores, encenando as mesmas falas ensaiadas. Só que o público, cada vez mais, já não compra o ingresso. A plateia quer novidade, competência, soluções reais — e não os mesmos velhos truques de um partido que já demonstrou seu esgotamento. O PT pode até tentar reembalar Haddad como liderança, mas a realidade é implacável: poste não ilumina, não inspira e não governa. E, em 2026, o povo terá mais uma chance de mostrar que não aceita ser tratado como espectador passivo de um circo decadente.

Com informações Jovem Pan New/Época

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