
Meu caro leitor conservador, se existe alguém no cenário político brasileiro que merece aplausos de pé, esse alguém é Eduardo Bolsonaro. Em meio a um país onde o Estado se agiganta a cada dia, onde as instituições que deveriam servir ao povo se transformam em ferramentas de opressão, o deputado Eduardo Bolsonaro surge como uma voz firme, sem medo de dizer o óbvio ululante: a liberdade não se negocia, se defende com unhas e dentes.
Dessa vez, o parlamentar acerta em cheio ao rejeitar mais um absurdo jurídico que tenta avançar sob o pretexto de “segurança” e “ordem”: o PL 4149. Você já percebeu como a esquerda tem um talento especial para criar leis que, no papel, parecem proteger o cidadão, mas na prática só servem para sufocar sua liberdade? Pois bem, aqui está mais um exemplo clássico. Esse projeto de lei seria apenas mais uma ferramenta na mão de tiranos que não se cansam de tentar transformar o Brasil em um verdadeiro Estado de Exceção. E o deputado Eduardo Bolsonaro, com a clareza que lhe é peculiar, expõe esse perigo sem rodeios.
Ele faz a pergunta que muitos se recusam a responder: se o Brasil já está sendo governado como um Estado de Exceção, como pode ser inteligente entregar ainda mais poder aos opressores? Só um completo alienado político pode achar que fortalecer esse sistema é a solução. Dar mais ferramentas para os burocratas e ditadores de toga significa aumentar ainda mais a submissão do cidadão comum. E o que o PL 4149 faz? Simples: ele reforça o poder de quem está no topo e enfraquece quem já está no chão, lutando para sobreviver.
O Brasil é um Estado de Exceção? Se sim, como vocês almejam combater um Estado de Exceção dando mais poderes ao regime?
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) March 12, 2025
O PL 4149 seria mais uma ferramenta autoritária nas mãos de tiranos, cujo objetivo é massacrar o povo. Todo parlamentar da direita tem que botar na cabeça que… pic.twitter.com/uEN0IuB3go
Enquanto a esquerda finge que se preocupa com o povo, a realidade é outra: tudo o que fazem é ampliar o domínio do Estado sobre os indivíduos. Qual é o próximo passo? Colocar policiais na sua casa para fiscalizar o que você pode ou não falar? Monitorar sua conta bancária sob a desculpa de “combate à desinformação”? Ah, espere… isso já está acontecendo! O Brasil já vive sob um regime onde discordar da cartilha progressista pode custar caro. E agora querem nos convencer de que dar ainda mais poder a esse sistema é algo positivo?
Eduardo Bolsonaro entende algo que muitos políticos da própria direita ainda não assimilaram: não devemos criar leis para dar mais poder aos tiranos, mas sim para retirá-los do poder. O único caminho para um Brasil verdadeiramente livre é a desconstrução desse monstro estatal que se alimenta da submissão dos cidadãos. A liberdade nunca será garantida por decretos autoritários. Pelo contrário, toda nova lei criada para “proteger” tende a restringir ainda mais o nosso direito de viver sem amarras.
E é aqui que entra o outro grande ponto levantado pelo deputado: a farsa do Estatuto do Desarmamento. Esse é um dos maiores crimes cometidos contra o povo brasileiro nos últimos tempos. Um estatuto que, sob o discurso falacioso de segurança pública, fez exatamente o contrário: tirou das mãos dos cidadãos de bem a capacidade de se defender, enquanto os criminosos continuam armados até os dentes. O desarmamento só favorece um grupo: aqueles que querem ver o povo ajoelhado, incapaz de reagir. Querem uma sociedade passiva, domesticada, sem condições de se opor a seus desmandos.
O que Eduardo Bolsonaro defende é simples e lógico: se há uma lei criminosa que foi criada para subjugar a população, ela deve ser extinta, não reforçada. Mas, claro, a esquerda, com seu insaciável apetite por controle, nunca vai admitir isso. Preferem continuar vendendo a ilusão de que mais Estado significa mais proteção, quando a realidade nos mostra exatamente o contrário. Países que restringem o acesso da população às armas de fogo viram reféns da criminalidade e da tirania. O Estado não protege ninguém. O Estado protege a si mesmo.
A esquerda brasileira vive de criar falsos inimigos e falsas soluções. Fingem que lutam pela democracia enquanto fazem de tudo para miná-la. Dizem que querem proteger os cidadãos enquanto os desarmam e os deixam à mercê da violência. Defendem um Estado inchado, opressor, que regula tudo – do que você pode comer ao que você pode dizer na internet – sempre com a desculpa de que é “pelo bem comum”. E agora, com o PL 4149, querem dar ainda mais poder a essa máquina de opressão.
Graças a Deus, ainda temos vozes como Eduardo Bolsonaro para se levantar contra esse absurdo. E aqui fica a pergunta para os parlamentares da direita que ainda vacilam, que ainda tentam jogar o jogo da “moderação” e do “equilíbrio”: até quando vocês vão fingir que é possível dialogar com tiranos? O único caminho é resistir. Não há negociação possível com aqueles que querem destruir nossas liberdades. Se você cede um milímetro, eles avançam um quilômetro. Se você recua, eles tomam de assalto tudo o que ainda nos resta.
O Brasil precisa de uma direita que entenda isso. Uma direita que pare de pedir desculpas, que pare de tentar parecer “respeitável” aos olhos da velha imprensa e das elites globalistas. O conservadorismo não pode ser uma ideia tímida. Precisa ser um movimento robusto, que compreenda a realidade política sem ilusões e sem medo de dizer a verdade. E a verdade é clara: o PL 4149 é um perigo e deve ser combatido com todas as forças. O Estado de Exceção já é uma realidade. A única resposta possível é resistir.
Portanto, parabéns, Eduardo Bolsonaro. Em um país onde muitos preferem se acovardar, você continua sendo um dos poucos que falam o óbvio sem medo das consequências. O Brasil precisa de mais políticos assim. Chega de concessões, chega de ilusões. O povo brasileiro merece liberdade, e a liberdade se conquista, não se mendiga.