Eliane Cantanhêde da GloboNews afirma que EUA errou ao cancelar vistos dos ministros do STF

Não é de hoje que os porta-vozes da esquerda brasileira – disfarçados de jornalistas – choram, lamentam e tentam convencer a

Por Notas & Informações

Não é de hoje que os porta-vozes da esquerda brasileira – disfarçados de jornalistas – choram, lamentam e tentam convencer a opinião pública de que o Brasil vive um “retrocesso democrático” toda vez que o circo que montaram começa a pegar fogo. A bola da vez é Eliane Cantanhêde, a eterna comentarista da GloboNews e colunista do Estadão, que se viu obrigada a noticiar o que para ela é “um dado cruel”: os Estados Unidos estão revogando os vistos de entrada para o ministro Alexandre de Moraes, seus aliados e até familiares. Cruel, segundo ela. Para a democracia? Não. Para a esquerda mimada que agora precisa lidar com a realidade.

O mais irônico é que a esquerda, sempre tão ávida em defender a soberania dos povos contra o “imperialismo americano”, agora está em desespero porque o mesmo imperialismo resolveu dar uma banana ao STF brasileiro, especialmente à sua ala militante. Sim, aquela mesma turma que “salva a democracia” cassando perfis de redes sociais, mandando prender opositores e criando um clima de terror judicial sem precedentes desde a redemocratização.

Cantanhêde, com sua voz trêmula e seu linguajar pretensamente técnico, choraminga que “nenhum deles pode sair do Brasil” e que “o Itamaraty não tem resposta”. Ah, a tragédia diplomática! O choro contido da comentarista quase nos leva a acreditar que estamos diante de uma crise humanitária. Mas a realidade é bem outra: o código moral da elite togada progressista finalmente bateu de frente com uma potência estrangeira que tem mais acesso à verdade dos bastidores do que o público brasileiro que assiste passivamente à domesticação do Judiciário por ideologias de esquerda.

A cereja do bolo é o drama comovente da mulher de algum ministro desembarcando nos EUA e sendo deportada. Segundo Cantanhêde, isso seria “um vexame”. Sim, vexame. Mas não para os ministros que prenderam jornalistas e interferiram em eleições sob o pretexto de proteger a democracia. O vexame, segundo a esquerda, é não poder gastar em dólar no shopping da Flórida. O vexame é perder o privilégio diplomático. O vexame é não poder desfrutar das férias internacionais enquanto o país é sufocado por decisões judiciais com viés político descarado.

Eliane, fiel escudeira das narrativas oficiais, ignora que os Estados Unidos não revogam vistos à toa. A diplomacia americana, quando age dessa forma, não o faz por birra ou mal-entendido burocrático. Faz porque há indícios claros, fortes e suficientes de que esses indivíduos violaram princípios democráticos e de liberdade individual. O país que historicamente mantém uma postura moderada em relação à política brasileira está, agora, emitindo um sinal claríssimo: “Sabemos o que vocês estão fazendo.”

O mais cômico – se não fosse trágico – é ver a velha imprensa, encarnada por nomes como Cantanhêde, tentando transformar censores em vítimas. Tentam inverter o tabuleiro com habilidade cirúrgica, como se a falta de visto fosse um abuso diplomático e não o reflexo de uma justiça que ultrapassou todos os limites de atuação e decência. A esquerda brasileira criou seu próprio monstro judicial, e agora se surpreende que o mundo não engoliu a farsa.

A coluna de Cantanhêde é a quintessência da imprensa decadente: substitui fatos por emoções, investiga menos do que sugere e torce abertamente por um lado, como se o leitor fosse idiota o suficiente para não perceber. E ela ainda tem a audácia de apresentar essa revogação como algo “incomunicável”. Talvez porque os americanos tenham aprendido que certas mensagens só funcionam quando são dadas em silêncio. A revogação do visto não precisa de explicações públicas. O gesto, em si, já diz mais do que mil reportagens de Globonews, mil colunas de Estadão, mil pronunciamentos no Congresso ou mil capas de revista progressista.

Na mente progressista, ministros do Supremo são intocáveis. São uma espécie de casta superior, iluminada, moralmente inatacável. O fato de seus familiares não poderem pisar nos EUA os desnuda. Mostra que, fora da bolha ideológica montada pelo consórcio da mídia militante, eles são vistos como aquilo que se tornaram: agentes políticos travestidos de juízes.

Cantanhêde tenta defender o indefensável, e ainda quer nos comover com o drama familiar de senhores e senhoras togadas impedidos de circular pelos corredores do duty-free de Miami. É o ápice da desconexão da esquerda com a realidade do povo brasileiro. Afinal, quantos brasileiros tiveram vistos negados, deportações injustas, ou sequer a chance de sonhar com uma viagem internacional – e ninguém nunca escreveu uma linha em sua defesa? Mas, quando o Supremo é afetado, a comoção vira pauta de editorial.

Que a esquerda chore à vontade. Que Eliane escreva quantas colunas quiser. A realidade é que o mundo está assistindo à degradação institucional do Brasil sob o olhar cúmplice de parte do Judiciário. E, finalmente, há um sinal claro de que não se pode mandar prender, censurar, calar e punir adversários impunemente sem que o jogo internacional cobre a conta.

A lição? Quem usurpou a democracia em nome de uma suposta proteção a ela, agora experimenta o gosto amargo da verdade fora da bolha midiática. E não adianta recorrer ao Itamaraty, ao choro da Globonews ou ao texto enviesado da vez. Os Estados Unidos já decidiram: ditadores de toga não são bem-vindos. E ponto final.

Mas vai ver, para Eliane, isso também é culpa de Bolsonaro.

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