
Ah, claro, mais uma vez a esquerda internacional decide que é hora de fingir que se importa com o povo. Agora, o alvo da vez é Javier Milei, o presidente argentino que ousou desafiar o status quo socialista e aplicar medidas que realmente podem salvar a economia do país. E o que a extrema-esquerda faz quando percebe que seu castelinho de areia está desmoronando? Grita, esperneia e chama as câmeras para registrar o “sofrimento” de suas manifestações “espontâneas”.
É curioso como esses protestos aparecem como mágica sempre que um governo de direita tenta colocar ordem na casa. Quando o kirchnerismo arruinou a Argentina por décadas, jogando o país na lama da inflação, dos gastos públicos descontrolados e da corrupção, os mesmos que agora choram por “pensões mais altas” estavam convenientemente em silêncio. Nenhuma passeata, nenhuma revolta. Mas bastou Milei assumir e propor um choque de realidade para os parasitas do sistema, que a máquina da desinformação entrou em ação.
A tática é sempre a mesma. Primeiro, o caos é promovido, com sindicatos e organizações financiadas por quem realmente teme perder seus privilégios. Depois, entram os jornalistas “isentos” que, como verdadeiros papagaios de pirata, repetem incansavelmente as mesmas frases: “repressão policial”, “medidas impopulares”, “direitos ameaçados”. A pergunta que ninguém faz é: onde estavam essas vozes quando o socialismo empobreceu a Argentina ao ponto de seu povo fugir para o Brasil em busca de comida? Onde estavam os protestos quando a inflação chegava a três dígitos e o peronismo dizia que era só uma fase?
Grandes protestos acontecendo agora na Argentina contra Milei:
— Brasil Paralelo (@brasilparalelo) March 12, 2025
Policiais de choque no estilo SWAT disparam balas de borracha contra manifestantes, multidões em Buenos Aires querem "pensões mais altas e fim das 'medidas de austeridade' do presidente Milei". pic.twitter.com/pB9VZvXSHP
Milei não está enfrentando apenas os burocratas que sugaram a Argentina por anos. Ele está combatendo uma estrutura que se acostumou a viver de esmolas estatais, que sempre encontrou refúgio no discurso vitimista e que agora vê seu império de privilégios ameaçado. E, claro, não pode faltar a velha narrativa da “violência policial”. Qualquer país sério sabe que protestos precisam ter limites. Mas quando a ordem é restaurada, a esquerda chora e diz que foi “repressão”. Esqueceram-se de como o governo Fernández tratava manifestações contrárias? Ou será que só é opressão quando a polícia impede arruaceiros de bloquearem cidades inteiras?
O que está acontecendo na Argentina é uma aula ao mundo sobre como a esquerda reage quando perde o controle. A Argentina não está em colapso por causa de Milei, mas porque o peronismo destruiu a nação. E agora, aqueles que ajudaram a quebrar o país tentam sabotar o único líder que teve coragem de enfrentar essa decadência. Milei não tem culpa de que a Argentina foi levada ao fundo do poço. Ele apenas pegou o barco afundando e, ao invés de pintar de uma cor mais bonita, decidiu esvaziar a água antes que todos morressem afogados.
Portanto, a choradeira dos protestos nada mais é do que o reflexo de um sistema que não quer ser reformado. São aqueles que viveram décadas à custa do dinheiro dos outros e agora se desesperam ao perceber que a festa acabou. Mas os argentinos que realmente trabalham e querem um futuro melhor sabem que Milei representa sua última esperança. E, no final das contas, são esses que importam. O resto? Bem, podem continuar gritando e pedindo esmolas. Mas a Argentina que quer prosperidade já escolheu de que lado está.