Estadão: “Quais são os próximos passos se a Primeira Turma do STF tornar Bolsonaro réu?”

newsletter Conservadores Online

Os bastidores da política e conteúdos exclusivos

Ao clicar em Assinar, concordo com os  e a do Conservadores Online e entendo que posso cancelar as assinaturas do Conservadores Online a qualquer momento.

Se aceita, denúncia da PGR contra Jair Bolsonaro e aliados terá ação penal será julgada pela Primeira Turma; na imagem, sala de sessões do colegiado. Foto: Wilton Junior/Estadão

A histeria da extrema-esquerda atinge níveis inimagináveis quando o alvo é o ex-presidente Jair Bolsonaro. Agora, com o julgamento na Primeira Turma do STF, a sanha persecutória se intensifica em um espetáculo que mais parece um teatro político do que um processo judicial sério. Afinal, o que está em jogo não é a justiça, mas a destruição de um adversário político que ousou desafiar o establishment e expor as hipocrisias da velha política brasileira.

O julgamento previsto para esta terça-feira, 25 de março de 2025, decidirá se Bolsonaro e outros sete denunciados por uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022 se tornarão réus. A Procuradoria-Geral da República (PGR), sempre alinhada ao discurso progressista, insiste em empurrar goela abaixo dos brasileiros a narrativa de que um presidente eleito por milhões de votos estaria orquestrando um golpe contra as instituições que, ironicamente, ele próprio presidiu por quatro anos. É de uma lógica inversa impressionante.

O processo conduzido pela Primeira Turma do STF – composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux – não passa de mais um capítulo da perseguição judicial a qualquer figura pública que não reze a cartilha da extrema-esquerda. Alexandre de Moraes, sempre protagonista em iniciativas que limitam a liberdade de expressão e de pensamento, é o relator do caso e terá em suas mãos a condução de um julgamento que já nasce marcado pela parcialidade e pelo viés ideológico.

Curiosamente, a denúncia da PGR foi dividida em “núcleos”, uma estratégia engenhosa para facilitar a condenação em etapas. No primeiro núcleo estão nomes de peso do governo Bolsonaro, como Walter Braga Netto, Augusto Heleno, Alexandre Ramagem, Anderson Torres, Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira e Mauro Cid. Todos esses homens, que dedicaram suas vidas à defesa do Brasil, agora são tratados como criminosos por ousarem defender a soberania nacional e questionar irregularidades eleitorais.

E quais são as provas apresentadas? Bem, essa é a parte mais interessante. A Polícia Federal, em sua incansável busca por narrativas, alega que Bolsonaro sabia de um plano para assassinar Luiz Inácio Lula da Silva. Uma acusação gravíssima, mas que, como de costume, carece de qualquer evidência sólida. Basear um processo criminal em suposições e conjecturas é a tática clássica da extrema-esquerda para silenciar opositores e controlar o debate público.

Se a denúncia for aceita, inicia-se uma ação penal onde Bolsonaro e os demais passarão por interrogatórios, apresentações de defesa prévia e produção de provas. A palavra final, no entanto, estará com os ministros do STF, os mesmos que, ao longo dos últimos anos, se mostraram incansáveis em sua cruzada contra conservadores e qualquer voz dissidente. Esse circo jurídico é nada menos que uma tentativa grotesca de deslegitimar as pautas conservadoras e impedir que Bolsonaro retorne ao cenário político em 2026.

E não para por aí: a PGR pede a condenação de Bolsonaro por cinco crimes distintos, cujas penas, somadas, podem chegar a impressionantes 43 anos de prisão. Entre os delitos apontados estão organização criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado com uso de violência e deterioração de patrimônio tombado. A ironia? Dois desses crimes foram tipificados em leis sancionadas pelo próprio Bolsonaro em 2021. Quer dizer que, segundo a lógica esquerdista, Bolsonaro sancionou leis para, posteriormente, violá-las? Parece roteiro de comédia.

A tentativa de criminalizar um ex-presidente por exercer seu direito de questionar irregularidades eleitorais e por defender pautas conservadoras é um atentado contra a democracia em sua essência. Mas, claro, a esquerda só se preocupa com a democracia quando lhe convém. O que estamos presenciando é uma inversão de valores assustadora, onde aqueles que defendem a ordem e o progresso são perseguidos, enquanto aqueles que espalham caos e violência são tratados como heróis.

Não é coincidência que Alexandre de Moraes, que já demonstrou em diversas ocasiões sua aversão ao bolsonarismo, esteja à frente desse julgamento. O STF, em sua atual configuração, se transformou em um órgão que, longe de zelar pela Constituição, age como braço jurídico de uma agenda globalista e autoritária. A celeridade com que processos contra Bolsonaro são conduzidos contrasta com a lentidão em casos envolvendo figuras da esquerda. Lula, por exemplo, condenado em três instâncias por corrupção, teve suas sentenças convenientemente anuladas em um golpe jurídico travestido de revisão processual.

A realidade é clara: o que está em curso é um projeto para eliminar qualquer possibilidade de Bolsonaro ou seus aliados voltarem ao poder. É o uso descarado do aparato estatal para destruir reputações e inviabilizar candidaturas. Tudo isso sob o pretexto de proteger a “democracia” – uma democracia cada vez mais parecida com uma ditadura de toga.

Enquanto isso, a grande mídia, sempre cúmplice dessa farsa, se apressa em propagar a narrativa de que Bolsonaro tentou um golpe. Esquecem-se, convenientemente, de mencionar as inúmeras manifestações pacíficas de milhões de brasileiros que, em 2022 e 2023, clamaram por transparência no processo eleitoral. Para a elite progressista, questionar eleições é crime – mas apenas se for o conservador a fazê-lo.

Se Bolsonaro se tornar réu, a perseguição política entrará em uma nova fase, com implicações devastadoras para a liberdade de expressão e para o próprio Estado de Direito. Estamos diante de um momento decisivo da história brasileira, onde as forças do conservadorismo precisam se unir contra essa agenda autoritária que visa calar qualquer voz dissonante.

A verdade que a extrema-esquerda tenta esconder é que Bolsonaro representa o sentimento de milhões de brasileiros que não aceitam ser governados por corruptos e burocratas. E, por mais que tentem silenciá-lo através de processos judiciais manipulados, a voz do povo continuará ecoando, mais forte do que nunca.

O Brasil precisa estar atento, pois o que está em jogo não é apenas o futuro político de um homem, mas a própria liberdade de uma nação inteira.

Com informações Estadão

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

Você vai gostar em ficar sabendo

⚠️ Comentários que violarem as regras da Política e Privacidade, poderão ser moderados ou removidos sem aviso prévio. Este é um espaço para quem valoriza a verdade, o conservadorismo e a ordem. Se concorda com isso, seja bem-vindo ao debate! 🚀

Principais destaques

plugins premium WordPress