Ex-ministro do STM Flávio Bierrenbach, tenta enquadrar Bolsonaro no suposto crime de incitação à desobediência

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Ah, sim, mais uma tentativa de derrubar Jair Bolsonaro. Porque, evidentemente, o grande problema do Brasil, não são os escândalos de corrupção envolvendo as figuras mais queridas da esquerda, mas sim as palavras de um ex-presidente que ousou não se curvar ao império das narrativas. Agora, com mais uma “nova denúncia”, como não poderia deixar de ser, a extrema-esquerda brasileira, com suas mãos sujas de cinismo, tenta de todas as formas encaixar Bolsonaro em um crime que ninguém sequer sabe o que realmente significa: incitação à desobediência.

A denúncia, liderada por ninguém menos que Flávio Bierrenbach, ex-ministro do STM, como se ele fosse a voz da moralidade nesse país, busca enquadrar o ex-presidente em um suposto crime previsto no artigo 155 do Código Penal Militar. Sim, aquele mesmo Código Penal que, aparentemente, agora virou ferramenta para prender quem tenha um pensamento divergente da elite que se esconde no Supremo Tribunal Federal. Mas o melhor de tudo? A denúncia, caso seja aceita, vai para o STF e não para a Justiça Militar, como deveria ser. O famoso “foro privilegiado” (aquele que foi alterado em 2023, claro) que, como todos sabem, tem como principal função prejudicar quem ousa desafiar a narrativa da extrema-esquerda. E acredite, o STF já tem o veredito pronto, com ou sem provas.

Agora, vamos falar um pouco sobre o que está realmente em jogo aqui: o que a narrativa da extrema-esquerda tenta pintar como “crime”, na verdade, é uma tentativa desesperada de calar qualquer voz que vá contra sua ideologia. Esse artigo de incitação à desobediência no Código Penal Militar foi transformado em uma verdadeira arma de manipulação. Afinal, se agora qualquer post de Bolsonaro nas redes sociais pode ser interpretado como um incitamento a desobedecer, qual será o próximo passo? Vão criminalizar até o direito de discordar?

Essa mudança na lei de 2023, que prevê penas iguais para quem distribui materiais (inclusive digitais) que incitem a desobediência, é, na prática, um golpe de censura camuflado. Quando se altera uma lei desse porte, é óbvio que o objetivo não é mais punir os verdadeiros culpados, mas sim garantir que qualquer movimento contrário ao status quo seja rotulado como subversivo. E não se engane, amigo, a extrema-esquerda sabe muito bem como jogar com as palavras e como manipular a lei. Não importa o que está nos autos; o que interessa, e isso é o que realmente conta, é o espetáculo midiático que os ministros do STF irão endossar.

Parece piada, mas em uma análise mais profunda, podemos perceber que a verdadeira ameaça à democracia brasileira não é o ex-presidente Bolsonaro, mas sim a utilização do sistema judicial como uma ferramenta de controle social. A desobediência, que, segundo a nova narrativa, pode ser incitada por um simples post nas redes sociais, representa apenas a ponta do iceberg de uma estratégia muito maior. O que se busca aqui não é justiça, mas sim a erradicação de qualquer resistência ao regime imposto pela elite política e judicial que, claramente, tem medo do poder que a verdade tem.

E aqui vai o ponto crucial: o STF, como sempre, irá seguir o caminho mais conveniente. Não se trata de aplicar a lei de forma justa ou imparcial, mas de endossar a narrativa que já está pronta e montada. Esse processo é muito mais político do que legal. A acusação de incitação à desobediência é um artifício perfeito para colocar qualquer um que desafie o establishment na mira da justiça. Mas, no fundo, não é sobre o que Bolsonaro postou ou disse. É sobre o que ele representa: um movimento que recusa se curvar diante da tirania ideológica que vem tomando conta do Brasil.

E a verdade é que o problema não está em Bolsonaro, mas sim na reação desesperada da esquerda, que não consegue mais dominar a narrativa de forma legítima. Não têm mais poder para convencer a população de suas falácias, então, como sempre, recorrem à manipulação legal para tentar alcançar seus objetivos. A técnica é simples: quando não conseguem ganhar no campo das ideias, eles vão tentar vencer no campo das leis. E o STF, com sua atuação ideológica e descarada, serve como aliado nesse plano.

Agora, quem são as verdadeiras vítimas dessa perseguição? Você, cidadão comum, que tem sua liberdade de expressão ameaçada a cada novo ataque. O que está sendo colocado em jogo não é apenas a liberdade de um ex-presidente, mas a sua também. O que a esquerda quer é criar um precedente para calar qualquer um que ouse discordar. E para quem ainda tem alguma dúvida sobre as intenções do Supremo, basta olhar para a história recente, onde decisões claramente políticas têm sido tomadas sob o disfarce da justiça.

Eu sei, você já deve estar cansado dessa jogada. Mas, não se engane, isso é apenas o começo. A estratégia da extrema-esquerda e do STF é clara: esmagar qualquer vestígio de oposição e garantir que todos se calem diante de suas imposições. A narrativa deles é simples: quem questiona, quem critica, quem se opõe, é um criminoso. A palavra-chave é “desobediência”. Não importa se a pessoa está lutando por um país melhor ou questionando decisões que parecem absurdas; se não se alinhar ao discurso oficial, será tachado de subversivo.

O que se vê é um Estado de Direito sendo sequestrado por uma elite que não tem compromisso com a verdade, mas sim com o controle. Um Estado onde a justiça se transforma em um jogo político, onde o direito à livre expressão se torna uma ameaça, onde qualquer um que não se submeta ao sistema será rotulado como inimigo público. É assim que funciona no Brasil moderno, onde as leis são manipuladas para alcançar um objetivo político claro: calar a oposição e garantir que a voz do povo nunca seja ouvida.

E antes que você comece a acreditar que isso é apenas um caso isolado, pare para pensar no que realmente está em jogo. A narrativa da extrema-esquerda não se constrói sozinha. Ela é alimentada por decisões judiciais, pela manipulação de leis e pela criação de novos “crimes” que, na verdade, são apenas invenções para perseguir quem ousa pensar diferente. O STF, em sua ânsia de se manter no poder, usará qualquer pretexto para silenciar aqueles que representam uma ameaça ao seu domínio.

Então, qual é a conclusão disso tudo? A verdade é que Bolsonaro não é o problema. O problema é um sistema judicial que se tornou uma extensão do poder político da esquerda, pronto para destruir qualquer um que ouse contrariar a narrativa oficial. A verdadeira “desobediência” aqui não vem de Bolsonaro ou seus apoiadores, mas sim do STF e de todas as figuras que, ao longo dos anos, têm feito de tudo para minar a democracia e a liberdade no Brasil.

O Brasil precisa de um despertar, de um retorno à verdade, e de uma resistência contra essa tirania judicial que tenta calar todos que se opõem. Mas, para isso, é preciso coragem. A verdade não vai ser dada de bandeja; ela precisa ser buscada, entendida e defendida. E isso, amigo, é uma batalha que está longe de terminar.

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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