Conservadores Online https://conservadoresonline.com/ Thu, 03 Apr 2025 13:50:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://conservadoresonline.com/wp-content/uploads/2025/03/cropped-logo-32x32.jpg Conservadores Online https://conservadoresonline.com/ 32 32 Allan dos Santos tinha previsto saída de juízes de Moraes antes da mídia https://conservadoresonline.com/allan-dos-santos-tinha-previsto-saida-de-juizes-de-moraes-antes-da-midia/ https://conservadoresonline.com/allan-dos-santos-tinha-previsto-saida-de-juizes-de-moraes-antes-da-midia/#respond Thu, 03 Apr 2025 13:50:03 +0000 https://conservadoresonline.com/?p=2970 Eduardo Bolsonaro levantou um questionamento que não pode ser ignorado, principalmente por aqueles que ainda acreditam na transparência do sistema judiciário brasileiro. O deputado federal trouxe à tona um fato, no mínimo, curioso: como Allan dos Santos já sabia, com antecedência, que os juízes auxiliares do ministro Alexandre de Moraes iriam pedir para sair do […]

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Eduardo Bolsonaro levantou um questionamento que não pode ser ignorado, principalmente por aqueles que ainda acreditam na transparência do sistema judiciário brasileiro. O deputado federal trouxe à tona um fato, no mínimo, curioso: como Allan dos Santos já sabia, com antecedência, que os juízes auxiliares do ministro Alexandre de Moraes iriam pedir para sair do gabinete? Coincidência ou mais um daqueles episódios típicos do “Consórcio da Imprensa” que insiste em manipular a narrativa?

O Brasil se acostumou a ver certos eventos acontecerem de maneira, digamos, muito bem orquestrada. A imprensa tradicional, cúmplice de tudo, já tem o enredo pronto antes mesmo dos fatos ocorrerem. O que se viu aqui não foi diferente. Segundo a narrativa oficial, os juízes auxiliares saíram porque seu tempo de trabalho se esgotou. Mas se isso fosse realmente um fato previsível, por que Allan dos Santos já cantava essa pedra antes mesmo da notícia estourar? Mistério.

Os conservadores brasileiros não são bobos. Já faz tempo que percebemos um padrão que se repete exaustivamente: quem ousa questionar os desmandos de certas autoridades logo se torna alvo. E se alguém ousa prever algo antes da grande mídia divulgar, aí a coisa fica ainda mais suspeita. O modus operandi é sempre o mesmo: desacreditar, deslegitimar e, se necessário, perseguir.

A grande questão aqui é a credibilidade. E quando se fala em credibilidade, sabemos que figuras como Allan dos Santos, por mais que sejam atacadas, têm uma coisa que falta na imprensa militante: compromisso com a verdade. Se Allan previu esse movimento dentro do gabinete de Alexandre de Moraes, é porque tinha acesso a informações que a mídia tradicional finge não enxergar.

O caso dos juízes auxiliares revela algo ainda mais preocupante: a fragilidade do próprio sistema judicial brasileiro. Quando assessores de um ministro do STF começam a pular fora do barco, a pergunta que se faz é: o que está acontecendo nos bastidores? Se realmente a saída desses juízes foi por “fim de prazo”, por que não houve essa antecipação na própria comunicação oficial? Por que a grande mídia apenas reproduziu uma justificativa pronta e previsível, ao invés de investigar?

É sintomático que figuras ligadas ao conservadorismo sejam sempre as primeiras a serem questionadas e perseguidas, enquanto os erros e contradições das instituições passam despercebidos ou são rapidamente esquecidos. O Brasil de hoje vive sob um verdadeiro estado de exceção, onde aqueles que não rezam pela cartilha do sistema são tratados como criminosos.

O STF, sob a liderança de Moraes, vem acumulando episódios de abuso de autoridade que envergonham qualquer nação minimamente democrática. Censura a veículos de imprensa independentes, perseguições políticas e uma série de decisões que extrapolam os limites constitucionais são apenas alguns dos exemplos. No entanto, a imprensa segue calada ou, pior, justificando cada uma dessas ações como se fossem parte de um “combate à desinformação”.

Não surpreende, portanto, que um evento como esse passe a ser tratado de maneira superficial. Se há algo que incomoda a esquerda e o establishment brasileiro, é a informação verdadeira sendo disseminada fora dos seus canais de controle. Essa previsibilidade das saídas no gabinete de Moraes pode indicar duas coisas: ou há uma crise interna, com seus assessores percebendo que algo de muito errado está acontecendo, ou há um jogo de cena para dar um ar de normalidade ao que claramente não é normal.

Em um país sério, um fato como esse levantaria questionamentos. Mas no Brasil, qualquer menção à possibilidade de que algo estranho esteja acontecendo já é tratada como “teoria da conspiração”. O mesmo Consórcio de Imprensa que abafou os escândalos do governo petista e relativizou a corrupção do sistema agora se dedica a reforçar a narrativa do Judiciário como um bastião da moralidade. Só acredita nisso quem realmente quer.

A verdade é que a justiça brasileira perdeu sua imparcialidade há muito tempo. Não há mais separação de poderes quando um único ministro assume para si a responsabilidade de julgar, investigar, censurar e até definir o que pode ou não ser dito nas redes sociais. O STF se transformou em um tribunal político, e todos aqueles que ousam desafiar sua autoridade sabem que terão um alvo desenhado em suas costas.

O caso dos juízes auxiliares pode parecer pequeno, mas é altamente simbólico. Ele escancara que há algo de podre nos bastidores e que há pessoas sabendo disso antes mesmo da imprensa oficial divulgar. Quando informações relevantes surgem de veículos independentes e não da grande mídia, a dúvida é inevitável: quem realmente controla a narrativa no Brasil?

Os conservadores já sabem a resposta. Há um esforço coordenado para calar qualquer voz dissonante, para manter o povo alienado e para garantir que qualquer questionamento às autoridades seja tratado como “ataque à democracia”. No entanto, a realidade sempre encontra um jeito de vir à tona, e a verdade é implacável. Os fatos mostram que o Brasil está longe de ser uma democracia plena, e a saída dos assessores de Moraes é mais uma peça nesse quebra-cabeça obscuro.

Eduardo Bolsonaro apenas levantou uma questão óbvia, mas que ninguém da grande mídia tem coragem de fazer. Se um jornalista independente já sabia desse movimento interno antes da imprensa oficial, o que mais estão escondendo de nós? Esse é o tipo de pergunta que um povo consciente e politicamente atento precisa fazer. Mas, infelizmente, muitos preferem continuar acreditando na narrativa confortável do establishment.

O que nos resta, como conservadores, é continuar questionando, denunciando e se recusando a aceitar a versão oficial sem contestação. A verdade, por mais que tentem abafá-la, sempre encontra uma maneira de emergir. E quando ela finalmente vier à tona, não haverá narrativa que sustente o castelo de cartas que está sendo montado.

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“Juíza bolsonarista que se opôs a máscara na pandemia é novamente aposentada”, diz Folha S.Paulo https://conservadoresonline.com/juiza-bolsonarista-que-se-opos-a-mascara-na-pandemia-e-novamente-aposentada-diz-folha-s-paulo/ https://conservadoresonline.com/juiza-bolsonarista-que-se-opos-a-mascara-na-pandemia-e-novamente-aposentada-diz-folha-s-paulo/#respond Thu, 03 Apr 2025 13:32:50 +0000 https://conservadoresonline.com/?p=2966 A recente decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de aposentar compulsoriamente, pela segunda vez, a juíza Ludmila Lins Grilo, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), é um exemplo claro de como a extrema-esquerda busca silenciar vozes dissonantes e impor sua narrativa autoritária. Essa ação não apenas atenta contra a liberdade de expressão, […]

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Ludmila Grillo, juíza aposentada compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça – Leonardo Prado/Câmara dos Deputados

A recente decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de aposentar compulsoriamente, pela segunda vez, a juíza Ludmila Lins Grilo, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), é um exemplo claro de como a extrema-esquerda busca silenciar vozes dissonantes e impor sua narrativa autoritária. Essa ação não apenas atenta contra a liberdade de expressão, mas também revela a perseguição sistemática a profissionais que ousam questionar o status quo imposto pelas elites progressistas.​

Ludmila Grilo, conhecida por seu apoio declarado ao ex-presidente Jair Bolsonaro durante a campanha de 2018, sempre se posicionou de forma independente e corajosa contra medidas que considerava abusivas, especialmente durante a pandemia de COVID-19. Ela criticou abertamente a obrigatoriedade do uso de máscaras, argumentando que tais imposições violavam liberdades individuais fundamentais. Essa postura, contudo, foi suficiente para que se tornasse alvo de uma campanha difamatória por parte de setores alinhados à extrema-esquerda, que não toleram opiniões divergentes.​

A primeira aposentadoria compulsória de Ludmila foi imposta pelo TJ-MG em maio de 2023, sob a acusação de que ela teria ofendido desembargadores ao afirmar que eles só aceitavam manifestações de “lambe-botas e baba-ovos”, “adulação e puxa-saquismo”. Ora, é evidente que tais expressões refletem uma crítica legítima ao servilismo presente em certas esferas do Judiciário, e não uma ofensa pessoal. No entanto, em um ambiente onde a liberdade de expressão é constantemente cerceada pela patrulha ideológica da esquerda, qualquer manifestação que fuja ao discurso hegemônico é prontamente reprimida.​

Não satisfeitos em calar Ludmila uma vez, os mesmos agentes do autoritarismo progressista articularam uma segunda aposentadoria compulsória, desta vez orquestrada pelo CNJ em decisão unânime presidida pelo ministro Luís Roberto Barroso. A justificativa? Participação em atos político-partidários e críticas aos tribunais superiores. Em uma democracia saudável, a participação política e o direito à crítica são pilares fundamentais. Contudo, para a extrema-esquerda, tais direitos são seletivos e só podem ser exercidos por aqueles que comungam de sua cartilha ideológica.​

Durante a pandemia, Ludmila também foi acusada de instigar a população a não usar máscaras. Essa narrativa, contudo, ignora deliberadamente o debate científico existente sobre a eficácia das máscaras e a importância do respeito às liberdades individuais. Ao questionar medidas autoritárias e defender o direito de escolha dos cidadãos, Ludmila exerceu seu papel de magistrada comprometida com a Constituição e com os direitos fundamentais. Mas, para os defensores do pensamento único, qualquer dissidência é tratada como heresia passível de punição exemplar.​

A perseguição a Ludmila não se limitou ao âmbito profissional. Nas redes sociais, ela se declarou “exilada nos Estados Unidos”, após deixar o país sem comunicar ao tribunal, sendo posteriormente declarada revel. Esse exílio forçado é mais uma evidência do ambiente tóxico e opressor criado pela extrema-esquerda, que transforma o Brasil em uma terra hostil para aqueles que ousam pensar diferente.​

É importante destacar que o caso de Ludmila não é isolado. Outros profissionais que se alinham a ideais conservadores ou que simplesmente questionam a narrativa dominante enfrentam retaliações semelhantes. O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro e aliados, por exemplo, têm buscado abrir processos nos Estados Unidos para investigar possíveis coações contra a liberdade de expressão de diversos indivíduos, incluindo Ludmila. Essa movimentação internacional reflete a gravidade da situação e a necessidade de buscar instâncias que ainda respeitam os princípios democráticos.​

A correição extraordinária realizada na Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Unaí, onde Ludmila era titular, identificou 1.291 processos paralisados, vários deles de réus presos. Embora a mídia alinhada à esquerda utilize esse dado para desqualificá-la, é fundamental questionar as condições de trabalho e os recursos disponibilizados para a magistrada. A sobrecarga do Judiciário é um problema crônico no Brasil, e responsabilizar individualmente um juiz por falhas sistêmicas é, no mínimo, desonesto.​

Além disso, a recusa inicial da Defensoria Pública da União em designar um defensor para Ludmila e a posterior atuação de um advogado dativo que pediu o arquivamento do processo disciplinar evidenciam as irregularidades e arbitrariedades presentes no caso. A ausência de um devido processo legal e a clara intenção de punir uma magistrada por suas convicções políticas são sinais alarmantes do estado de exceção promovido pela extrema-esquerda.​

A decisão do CNJ de aposentar compulsoriamente Ludmila Grilo pela segunda vez é um atentado à democracia e à liberdade de expressão. Ao invés de promover um ambiente plural e aberto ao debate, as instituições, capturadas por ideologias autoritárias, optam por silenciar e punir aqueles que desafiam a narrativa oficial. É imperativo que a sociedade brasileira reaja a essas investidas totalitárias e defenda o direito inalienável de cada cidadão de expressar suas opiniões sem medo de represálias.​Folha de S.Paulo

A perseguição a Ludmila Grilo é um reflexo do projeto de poder da extrema-esquerda, que busca eliminar qualquer oposição e consolidar um pensamento único. Ao punir uma magistrada por exercer seu direito constitucional à liberdade de expressão e participação política, o CNJ e demais órgãos envolvidos demonstram seu alinhamento com uma agenda que despreza os valores democráticos e as liberdades individuais. É dever de todos os cidadãos conscientes resistir a essa escalada autoritária e lutar pela preservação dos direitos fundamentais que garantem a diversidade de pensamento e a verdadeira democracia.

Com informações Folha de S.Paulo

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Vocalista do Ira, manda apoiadores de Bolsonaro sair do show e não comprarem o disco https://conservadoresonline.com/vocalista-do-ira-manda-apoiadores-de-bolsonaro-sair-do-show-e-nao-comprarem-o-disco/ https://conservadoresonline.com/vocalista-do-ira-manda-apoiadores-de-bolsonaro-sair-do-show-e-nao-comprarem-o-disco/#respond Thu, 03 Apr 2025 13:10:53 +0000 https://conservadoresonline.com/?p=2963 O Brasil tem uma longa tradição de artistas que confundem o palco com um palanque e a música com um panfleto político. Mas, em tempos de crescente polarização, alguns parecem esquecer que o público não paga ingresso para ouvir discursos políticos, mas para apreciar a arte – ou o que sobrou dela em meio ao […]

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O Brasil tem uma longa tradição de artistas que confundem o palco com um palanque e a música com um panfleto político. Mas, em tempos de crescente polarização, alguns parecem esquecer que o público não paga ingresso para ouvir discursos políticos, mas para apreciar a arte – ou o que sobrou dela em meio ao fanatismo ideológico. O caso mais recente é o de Marcos Valadão Ridolfi, conhecido como Nasi, vocalista da banda Ira!, que resolveu usar um show em Contagem (MG) como palanque improvisado para atacar apoiadores de Jair Bolsonaro. O resultado? Vaias e indignação de parte do público, que aparentemente ainda acredita que o Brasil deveria ser um país onde opiniões divergentes não fossem tratadas como motivo de exclusão.

O episódio escancara uma questão maior: a apropriação do espaço cultural pela esquerda radical. Nasi, um artista filiado ao PCdoB desde 2003, tem um histórico de ataques à direita e ao conservadorismo, mas o episódio recente atinge um novo nível de sectarismo. Ao mandar os apoiadores de Bolsonaro saírem do show, declarando que “não comprem nossos discos”, ele não só desrespeita uma parcela significativa dos seus próprios fãs, mas também reforça o modus operandi da esquerda: a exclusão daqueles que não se submetem à cartilha progressista.

O caso de Nasi é apenas um reflexo daquilo que tem sido promovido pela esquerda nos últimos anos: a criminalização e a censura de qualquer pensamento que fuja à narrativa oficial. Artistas, intelectuais e jornalistas que se recusam a se ajoelhar diante da agenda progressista são sistematicamente boicotados e marginalizados. Enquanto isso, figuras como Nasi se sentem à vontade para demonizar aqueles que discordam de suas opiniões, sem que haja qualquer tipo de consequência ou crítica por parte da grande mídia.

Vale lembrar que Nasi não é um novato na militância. Além de sua filiação ao PCdoB, o cantor sempre esteve alinhado com movimentos de extrema esquerda. Em 2023, por exemplo, ele foi um dos artistas que se apresentaram na comemoração dos 40 anos da CUT, um dos braços mais poderosos do petismo e da máquina sindical brasileira. A Central Única dos Trabalhadores, aliás, é uma organização que sobrevive basicamente de dinheiro público, impulsionada pelo imposto sindical que os governos de esquerda sempre fizeram questão de manter, à revelia da vontade do trabalhador. Ou seja, enquanto se posiciona como um artista “rebelde”, Nasi, na prática, está apenas servindo como um peão na grande engrenagem do petismo.

Outro ponto relevante é o motivo das vaias: a crítica de Nasi à anistia dos presos do 8 de janeiro. O cantor, assim como boa parte da esquerda, parece ignorar que há um enorme debate jurídico sobre o tratamento dado a essas pessoas. Muitos dos detidos são cidadãos comuns, que sequer participaram da depredação, mas foram presos de maneira arbitrária e mantidos sob condições que afrontam princípios básicos do direito penal. Ainda assim, figuras como Nasi insistem em perpetuar a ideia de que todos ali são “terroristas”, ignorando deliberadamente qualquer argumento em defesa dos direitos civis desses brasileiros.

Mas talvez o mais emblemático dessa história seja a postura do próprio artista diante da liberdade de expressão. Enquanto exige o direito de expressar suas opiniões políticas no palco – algo legítimo, ainda que inoportuno –, Nasi nega esse mesmo direito ao seu público. Ao dizer que bolsonaristas não deveriam estar em seus shows ou comprar seus discos, ele essencialmente defende uma segregação ideológica na música. Não basta a hegemonia cultural da esquerda em universidades, na mídia e na produção artística; agora, até mesmo no entretenimento, é necessário “purificar” o público para garantir que apenas os fiéis ao regime progressista sejam bem-vindos.

O caso de Nasi também escancara o duplo padrão da mídia e da classe artística no Brasil. Imaginem, por um segundo, se um cantor conservador fizesse um discurso contrário à legalização das drogas ou defendesse valores tradicionais no palco. Seria imediatamente tachado de fascista, homofóbico, retrógrado e um perigo à democracia. No entanto, quando alguém como Nasi usa seu show para espalhar seu viés ideológico e hostilizar parte do público, a mídia o trata como um “artista engajado”.

Esse tipo de comportamento levanta uma questão fundamental: até onde vai a tolerância da esquerda? O Brasil sempre foi um país plural, onde diferentes pensamentos conviviam, ainda que em conflito. No entanto, a militância progressista parece decidida a erradicar qualquer dissidência. Se você não pensa como eles, então não pode assistir seus shows, não pode comprar seus discos e, muito menos, pode discordar publicamente de suas ideias. O objetivo final é claro: silenciar qualquer voz que ouse se opor ao dogma da nova esquerda.

Mas há um detalhe que a militância cultural progressista parece não entender: o povo brasileiro não é bobo. E a reação das vaias em Contagem prova isso. O Brasil está cada vez mais atento a esse tipo de manipulação travestida de engajamento artístico. O público, ao contrário do que muitos artistas de esquerda pensam, não é um rebanho a ser conduzido cegamente. O povo tem memória e começa a questionar a hipocrisia daqueles que pregam liberdade de expressão apenas quando lhes convém.

Nasi pode até querer selecionar seu público e vender sua música apenas para os que compartilham de sua visão política, mas a verdade é que a arte não sobrevive de bolhas ideológicas. Em um mercado musical já saturado e com poucos espaços para bandas que não se reinventam, talvez seja mais interessante para ele pensar em novas maneiras de atrair público do que afastá-lo com discursos polarizantes. A história mostra que artistas que optam por fechar as portas para uma parte significativa do seu público acabam, no longo prazo, colhendo as consequências de sua intolerância.

O caso de Nasi é um alerta sobre o estado da cultura no Brasil. Quando a arte se torna um instrumento de militância, perde-se a beleza da diversidade de pensamentos e ideias. O público brasileiro, cada vez mais crítico, já não aceita passivamente a imposição de narrativas enviesadas. A política pode até ter lugar na música, mas quando se transforma em censura ideológica, o artista deixa de ser um ícone cultural e se torna apenas mais um soldado da máquina de propaganda. E isso, meus caros, é o oposto do que a verdadeira arte deveria ser.

Com informações Revista Oeste

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Michelle Bolsonaro lidera corrida ao Senado no DF e consolida força conservadora https://conservadoresonline.com/michelle-bolsonaro-lidera-corrida-ao-senado-no-df-e-consolida-forca-conservadora/ https://conservadoresonline.com/michelle-bolsonaro-lidera-corrida-ao-senado-no-df-e-consolida-forca-conservadora/#respond Mon, 31 Mar 2025 17:14:37 +0000 https://conservadoresonline.com/?p=2959 A liderança de Michelle Bolsonaro na disputa pelo Senado no Distrito Federal escancara uma realidade inegável: o povo clama por uma representação forte, conservadora e alinhada com os valores que realmente importam para a sociedade brasileira. De acordo com a mais recente pesquisa da Paraná Pesquisas, divulgada nesta segunda-feira (31 de março de 2025), Michelle […]

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Ex-primeira-dama deve concorrer ao Senado em 2026

A liderança de Michelle Bolsonaro na disputa pelo Senado no Distrito Federal escancara uma realidade inegável: o povo clama por uma representação forte, conservadora e alinhada com os valores que realmente importam para a sociedade brasileira. De acordo com a mais recente pesquisa da Paraná Pesquisas, divulgada nesta segunda-feira (31 de março de 2025), Michelle desponta com 42,9% das intenções de voto, deixando o atual governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), na segunda colocação, com 36,9%. Já nomes como Leila do Vôlei (PDT) e Érika Kokay (PT) aparecem muito atrás, com 26,7% e 24,2%, respectivamente. Isso demonstra que, apesar dos esforços da esquerda em tentar minar a influência do bolsonarismo, a verdade é que a população segue firme no propósito de restaurar o Brasil, elegendo figuras que representem seus ideais.

O levantamento foi feito com 1.600 eleitores do Distrito Federal, entre os dias 21 e 25 de março, e tem uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O resultado da pesquisa não apenas evidencia a força política de Michelle Bolsonaro, mas também revela o enfraquecimento das figuras de esquerda e do chamado “centrão”, que há anos ocupam cadeiras no Congresso sem entregar resultados efetivos para a população.

O nome de Michelle Bolsonaro não surge à toa nessa disputa. Desde que se tornou primeira-dama do Brasil, Michelle mostrou um compromisso inabalável com as pautas que realmente importam, como a defesa da família, o combate à ideologia de gênero e o apoio às comunidades cristãs. Seu trabalho social, sua proximidade com a população e sua postura firme fizeram dela uma referência nacional. Seu crescimento político era apenas uma questão de tempo, e agora, diante do cenário eleitoral de 2026, o Brasil pode estar prestes a dar mais um passo rumo à renovação conservadora.

Não é surpresa que a esquerda esteja inquieta com esses números. Figuras como Leila do Vôlei e Érika Kokay, conhecidas por suas pautas progressistas e alinhamento com partidos que compactuam com políticas globalistas, tentam desesperadamente atrair a atenção do eleitorado. Mas a verdade é que o brasileiro está cansado de discursos vazios e promessas que nunca se concretizam. A ascensão de Michelle Bolsonaro na corrida pelo Senado reforça que a população quer representantes que tenham coragem para enfrentar o sistema e defender os interesses da nação.

A pesquisa ainda aponta que Bia Kicis (PL), outra grande representante do conservadorismo, aparece com 20,7% das intenções de voto. Bia tem sido uma das vozes mais ativas na defesa da liberdade de expressão e no combate ao ativismo judicial, e sua presença na disputa mostra que o eleitorado do Distrito Federal está disposto a manter o Senado sob um comando alinhado com os valores da direita. Enquanto isso, Rosilene Corrêa (PT) amarga apenas 8,1%, um número pífio que reflete o desgaste da esquerda diante da realidade.

No que diz respeito à corrida pelo governo do Distrito Federal, a pesquisa revelou que Celina Leão (Progressistas) lidera com 36,6%, seguida de longe por Izalci Lucas (PL), que tem 11,3%. O fato de Celina liderar as intenções de voto pode indicar um novo direcionamento político para o DF, mas é fundamental que o eleitor conservador permaneça vigilante, analisando cuidadosamente os candidatos para evitar armadilhas políticas e falsas promessas. Afinal, o conservadorismo não se constrói apenas com discursos bem elaborados, mas com ações concretas em prol da sociedade.

Outro dado interessante revelado pelo levantamento é a avaliação da gestão de Ibaneis Rocha, atual governador do Distrito Federal. Segundo a pesquisa, 62% dos entrevistados aprovam a administração de Ibaneis, enquanto 33,9% a desaprovam. Além disso, 42,8% classificaram a gestão como boa ou ótima, 29,6% como regular e 26,4% como ruim ou péssima. Esses números mostram que, embora Ibaneis tenha apoio de uma parcela considerável da população, seu nome ainda enfrenta resistência significativa.

Os resultados dessa pesquisa trazem à tona uma mensagem clara: o Brasil quer mudança, e essa mudança passa pela consolidação do conservadorismo no cenário político. A ascensão de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis demonstra que a população está cada vez mais disposta a eleger representantes que realmente defendam os princípios cristãos, a liberdade individual e a soberania nacional. O eleitorado brasileiro percebeu que os governos alinhados à esquerda apenas enfraquecem a economia, promovem políticas assistencialistas insustentáveis e tentam impor ideologias que não condizem com os valores da maioria da população.

O Distrito Federal, que já foi um reduto da esquerda, agora se torna um símbolo da resistência conservadora. A forte presença de candidatas alinhadas com os princípios bolsonaristas mostra que o legado de Jair Bolsonaro não apenas sobreviveu, mas se fortaleceu. Isso é motivo de desespero para aqueles que tentam a todo custo desconstruir a imagem da direita no Brasil. A verdade é que a população reconhece quem esteve ao lado dela nos momentos mais difíceis, quem defendeu a pátria e quem lutou contra os desmandos do sistema.

A eleição de 2026 será crucial para definir os rumos do Brasil. Com Michelle Bolsonaro liderando a disputa pelo Senado e nomes como Bia Kicis na corrida, o Distrito Federal tem a chance de consolidar um Senado mais conservador e comprometido com as pautas que realmente importam. A esquerda pode espernear, mas os números não mentem: o Brasil quer políticos que defendam os verdadeiros interesses do povo, e não aqueles que apenas buscam se perpetuar no poder através de narrativas frágeis e ideologias ultrapassadas.

Resta agora ao eleitor conservador manter-se atento e mobilizado. O trabalho ainda não acabou. A batalha pela preservação dos valores nacionais segue firme, e cada voto será fundamental para garantir que o Brasil continue trilhando o caminho da liberdade, da ordem e do progresso. Michelle Bolsonaro desponta como um dos grandes nomes desse movimento, e sua liderança na pesquisa eleitoral é apenas um reflexo da vontade popular. O Brasil está acordado, e a esquerda terá que lidar com essa nova realidade: a era do monopólio ideológico acabou, e o conservadorismo veio para ficar.

Com informações Poder 360

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“Faz o L!”, diz Lindbergh Farias ao postar no X, que os alimentos estão ficando mais baratos! https://conservadoresonline.com/faz-o-l-diz-lindbergh-farias-ao-postar-no-x-que-os-alimentos-estao-ficando-mais-baratos/ https://conservadoresonline.com/faz-o-l-diz-lindbergh-farias-ao-postar-no-x-que-os-alimentos-estao-ficando-mais-baratos/#respond Mon, 31 Mar 2025 14:27:35 +0000 https://conservadoresonline.com/?p=2956 Ah, Lindbergh Farias… sempre trazendo aquele toque peculiar de “otimismo” militante da extrema-esquerda, transformando o caos econômico em uma narrativa digna de conto de fadas. Segundo ele, os alimentos estão ficando MAIS BARATOS! Ah, sim, claro! A inflação brasileira nos últimos anos foi apenas uma miragem, e o povo não está sentindo o bolso pesar. […]

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Deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) • CNN

Ah, Lindbergh Farias… sempre trazendo aquele toque peculiar de “otimismo” militante da extrema-esquerda, transformando o caos econômico em uma narrativa digna de conto de fadas. Segundo ele, os alimentos estão ficando MAIS BARATOS! Ah, sim, claro! A inflação brasileira nos últimos anos foi apenas uma miragem, e o povo não está sentindo o bolso pesar. Quem dera a realidade fosse tão simples quanto um post no X da extrema-esquerda festiva.

Segundo o nobre ex-senador, a política de incentivo às importações teria reduzido o preço de produtos como óleo de soja, ovos e arroz. Interessante… Talvez ele tenha feito compras em alguma dimensão paralela, onde a conta do mercado realmente baixou e o salário mínimo compra mais do que duas sacolas de mantimentos. Porque, no Brasil real, a coisa é bem diferente.

Vamos por partes. Incentivo às importações? Certo, então o governo faz vista grossa para a produção nacional, ignora os produtores rurais brasileiros, escancara as portas para produtos estrangeiros e chama isso de “solução econômica”. Fantástico! Nada como desvalorizar o setor agrícola nacional e enfraquecer a indústria local para resolver os problemas do país. O produtor brasileiro, que gera empregos e movimenta a economia, que se vire, né? O importante é que o governo pode soltar uma manchete bonita para enganar os desavisados.

Mas vamos falar sobre esses preços caindo. É curioso como a esquerda adora brincar com a matemática quando convém. Redução de preços em “vários estados” – quais estados? Qual a média percentual dessa queda? Porque, se um produto aumentou 200% e agora caiu 5%, isso não significa que voltou a ser barato. É como dizer que um assaltante que roubou R$100 e depois devolveu R$5 é um benfeitor da sociedade.

E o mais cômico de tudo: a narrativa de que o governo estaria ajudando o povo ao importar alimentos, quando essa estratégia geralmente beneficia grandes importadores e penaliza os consumidores a longo prazo. Hoje pode até parecer um alívio (se é que há algum alívio), mas o que acontece depois? O país se torna dependente de importações, os produtores locais são esmagados pela concorrência desleal e, quando a crise bater de verdade, não teremos autonomia para alimentar a própria população. Mas, claro, isso não cabe nos 280 caracteres de um tweet triunfalista.

E o arroz? Ah, o arroz! O símbolo máximo da demagogia econômica petista. O governo anunciou a importação de arroz como um grande feito, ignorando completamente o fato de que o Brasil já é um dos maiores produtores de arroz do mundo. Importar arroz em vez de fortalecer a produção nacional é como importar areia para o deserto – algo que só faz sentido na mente dos gênios da economia socialista.

Agora, sobre o óleo de soja e os ovos, também mencionados pelo ilustre ex-senador, seria bom lembrar que esses produtos têm seus preços influenciados por uma série de fatores, como safra, oferta e demanda, câmbio e custos de produção. Reduções pontuais de preços não significam melhora estrutural da economia, apenas um ajuste temporário dentro do caos. Mas isso não dá like no Twitter, então melhor omitir.

E para coroar o show de ilusionismo econômico, o famoso “FAZ O L!”. Esse bordão que se tornou símbolo do desastre econômico, do aumento do custo de vida e da ilusão vendida pela extrema-esquerda como um projeto de país. O que “fazer o L” significou para o brasileiro médio? Significou abrir o mercado para importações enquanto o agronegócio sofre com a perseguição ideológica. Significou inflação, gasolina subindo, serviços mais caros e um salário que evapora antes do meio do mês. Mas, claro, a culpa é sempre dos “golpistas”, do “mercado”, da “mídia golpista” – nunca da política econômica desastrosa.

Então, caro leitor, se você vai ao mercado e percebe que sua conta continua subindo, mesmo com as promessas mirabolantes da turma do “Faz o L”, saiba que você não está louco. A esquerda sempre teve um talento especial para manipular números e distorcer a realidade para caber em sua narrativa. Só que a conta da demagogia sempre chega, e quem paga é o trabalhador brasileiro.

Então, da próxima vez que algum político progressista vier te dizer que os preços estão caindo e que o governo está fazendo um grande favor ao povo, pergunte a ele se aceitaria receber o mesmo salário de dois anos atrás para fazer as compras de hoje. Spoiler: a resposta será um longo discurso sobre “justiça social” e nenhum centavo a mais no seu bolso.

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“O apoio criminoso da imprensa”, diz Lacombe, Gazeta do Povo https://conservadoresonline.com/o-apoio-criminoso-da-imprensa-diz-lacombe-gazeta-do-povo/ https://conservadoresonline.com/o-apoio-criminoso-da-imprensa-diz-lacombe-gazeta-do-povo/#respond Sun, 30 Mar 2025 20:33:48 +0000 https://conservadoresonline.com/?p=2952 É com grande satisfação que trago aos leitores de Conservadores Online a reflexão sobre o artigo de Luís Ernesto Lacombe, publicado neste domingo, 30, na Gazeta do Povo, intitulado “O apoio criminoso da imprensa”. Certamente o artigo de Lacombe é um tapa na cara daqueles que, hoje, assumem a postura de marionetes de um sistema […]

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A Constituição está sendo destruída, mas os jornalistas não querem ver o que está acontecendo. (Foto: Marcio Antonio Campos com Midjourney)

É com grande satisfação que trago aos leitores de Conservadores Online a reflexão sobre o artigo de Luís Ernesto Lacombe, publicado neste domingo, 30, na Gazeta do Povo, intitulado “O apoio criminoso da imprensa”. Certamente o artigo de Lacombe é um tapa na cara daqueles que, hoje, assumem a postura de marionetes de um sistema falido, onde a verdade é distorcida em nome da política, e a imprensa, outrora guardiã dos valores democráticos, se rende a uma agenda que desafia a própria Constituição. Ele não tem medo de dizer o que muitos preferem ignorar: a imprensa brasileira, em sua maioria, está comprometida. E não é de hoje.

Se olharmos para o momento histórico em que nos encontramos, podemos perceber uma série de atitudes que, se não fossem trágicas, seriam quase cômicas. A mídia, em vez de ser o “quarto poder” — que já foi o pilar que sustentava o regime democrático —, está se tornando o principal aliado de um sistema que, em nome da democracia, destrói os fundamentos dessa mesma democracia. Lacombe é preciso ao afirmar que “nenhum ministro do STF teria se entregado com tanta desfaçatez a arbítrios, abusos e ilegalidades” se a imprensa tivesse cumprido seu papel de fiscalizar e denunciar os desmandos.

É um alerta importante. Se, em algum momento, o Brasil se transformou em uma verdadeira tirania, foi por culpa da imprensa, que não apenas se omitiu, mas se fez cúmplice do processo. Em vez de buscar a verdade, a maioria dos jornalistas brasileiros preferiu alimentar narrativas que atendem aos interesses de uma elite política. Não é surpresa, portanto, que figuras como Merval Pereira e Miriam Leitão continuem a endeusar o STF, ignorando a realidade de que muitos desses ministros têm agido mais como atores políticos do que como juízes imparciais.

O artigo de Lacombe expõe, de maneira clara, o absurdo da narrativa de que houve uma tentativa de golpe no Brasil. Ele questiona, de forma incisiva, os jornalistas que insistem nessa falácia, como se o 8 de janeiro fosse uma repetição do golpe de 1964. Como Lacombe bem aponta, essa comparação é não apenas errada, mas desonesta. Em 1964, havia um contexto de uma crise política real, com o país à beira de uma guerra civil. Já o 8 de janeiro foi um episódio isolado, onde vândalos, armados com nada mais do que pedras e ferros, tentaram, sem sucesso, invadir sedes dos três poderes. Não há qualquer comparação lógica entre os dois eventos, a não ser na cabeça de jornalistas que tentam manipular a opinião pública para justificar o que não tem justificativa.

E o que dizer dos editoriais de jornais como O Globo, Folha de S. Paulo e Estadão, que não apenas ignoram os fatos, mas criam uma realidade paralela para servir aos seus próprios interesses? O editorial do Estadão é um exemplo clássico de como a imprensa pode ser usada como um instrumento de propaganda, em vez de um veículo de informação. Afirma, sem qualquer prova, que o governo de Jair Bolsonaro foi “inspirado por um espírito golpista”. Faltou, claro, qualquer evidência concreta para sustentar essa acusação. Lacombe não poderia estar mais correto ao destacar a falta de provas e o comportamento cada vez mais autoritário de um STF que, ao invés de cumprir sua função, tem atuado como um partido político disfarçado de tribunal.

A questão do STF e sua atuação política, algo que Lacombe aborda com maestria, é central para entender o cenário atual. O Supremo tem se comportado como um poder que se sobrepõe ao Legislativo e ao Executivo, agindo muitas vezes como se fosse uma autoridade absoluta. Mas o que realmente chama a atenção é a forma como a imprensa, em vez de denunciar essas ilegalidades, tem colaborado com essa situação. Em vez de investigar o que realmente está acontecendo, prefere se calar ou até mesmo apoiar esses abusos. Lacombe faz uma crítica feroz a essa postura, apontando que os jornalistas estão, de certa forma, “se matando” ao se renderem a esse sistema de mentiras.

A análise de Lacombe é direta e incisiva: a mídia, ao invés de defender os interesses do povo, se colocou ao lado de uma elite que manipula as leis, a justiça e até mesmo a opinião pública. Ele questiona o papel de jornalistas como Merval Pereira e Miriam Leitão, que, em sua visão, não apenas falham em cumprir sua função, mas colaboram ativamente com um regime que distorce a verdade para fortalecer sua própria agenda política. Esses jornalistas, que antes eram respeitados, hoje se tornaram meros peões no jogo de poder que estamos testemunhando.

E, por mais que muitos tentem pintar essa situação de uma forma mais “suave”, a realidade é que o que estamos vendo é um ataque constante às instituições que sustentam a democracia no Brasil. Lacombe destaca, com precisão, a utilização do Judiciário como uma ferramenta de chantagem política. A decisão de Alexandre de Moraes, ao reverter a investigação contra Gilberto Kassab para o STF, é um exemplo claro dessa manobra, que busca controlar o poder legislativo e impor sua vontade sobre o processo democrático. Isso, é claro, não é algo que a imprensa devesse apoiar. Mas, infelizmente, muitos jornalistas estão fazendo exatamente isso.

O caso de Kassab, e a forma como ele foi pressionado, é um exemplo claro de como a democracia no Brasil está sendo corroída. O uso do Judiciário como um instrumento de intimidar e manipular partidos políticos é um sinal de alerta para todos aqueles que ainda acreditam na integridade do sistema. E é aqui que entra a responsabilidade da imprensa: não podemos permitir que a verdade seja obscurecida por interesses políticos. A mídia deve ser a guardiã da verdade, não o megafone de um sistema corrupto.

Como Lacombe corretamente aponta, a grande questão é que a imprensa tem aceitado passivamente essa situação. E é aí que ele faz um apelo, que, para nós, é mais do que válido: ainda há jornalistas de verdade, que não se curvaram a essa corrupção sistêmica. Eles continuam a lutar, a resistir, a denunciar as ilegalidades. O problema é que, se a maioria dos jornalistas não acordar para essa realidade, estaremos caminhando para um futuro onde a verdade será apenas uma ficção criada pelos poderosos.

Portanto, ao parabenizarmos Luís Ernesto Lacombe, devemos lembrar que sua coragem em enfrentar a manipulação da imprensa e sua luta pela verdade são exemplos a serem seguidos. O Brasil precisa de mais jornalistas como ele, que, longe de se submeter ao jogo político, defendem a liberdade e a verdade. Lacombe não tem medo de expor a realidade, mesmo que ela seja desconfortável para alguns. E é isso que precisamos: uma imprensa que, ao invés de se vender, seja um verdadeiro farol de liberdade e justiça. Que os outros jornalistas se inspirem nesse exemplo e se juntem à luta pela preservação da democracia e da verdade em nosso país.

Com informações Gazeta do Povo

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STF e a hipocrisia seletiva: Barroso ignora vandalismo da extrema-esquerda, mas ameaça opositores https://conservadoresonline.com/stf-e-a-hipocrisia-seletiva-barroso-ignora-vandalismo-da-extrema-esquerda-mas-ameaca-opositores/ https://conservadoresonline.com/stf-e-a-hipocrisia-seletiva-barroso-ignora-vandalismo-da-extrema-esquerda-mas-ameaca-opositores/#respond Sat, 29 Mar 2025 13:22:35 +0000 https://conservadoresonline.com/?p=2949 Ah, a GloboNews e o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, mais uma vez demonstrando sua imparcialidade exemplar—ou melhor, a completa ausência dela. Agora, o mais novo motivo de “preocupação democrática” vem da pichação de uma estátua da Justiça, em frente ao STF, por uma mulher que ousou desafiar o sagrado templo do ativismo […]

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Ah, a GloboNews e o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, mais uma vez demonstrando sua imparcialidade exemplar—ou melhor, a completa ausência dela. Agora, o mais novo motivo de “preocupação democrática” vem da pichação de uma estátua da Justiça, em frente ao STF, por uma mulher que ousou desafiar o sagrado templo do ativismo judicial. Segundo Barroso, o caso revela uma “característica brasileira” curiosa: passamos da indignação para a pena em um piscar de olhos. Interessante, não é? Quem diria que um ministro da mais alta corte do país se tornaria um comentarista do comportamento emocional do povo brasileiro!

Mas, claro, não podia faltar o sermão moralista. Para Barroso, a “não punição” deste episódio seria um convite para, na próxima eleição, quem estiver insatisfeito saia por aí pregando a derrubada do governo ou invadindo prédios públicos. Engraçado como o ministro parece convenientemente esquecer as verdadeiras ameaças à democracia—especialmente quando partem daqueles que ele próprio protege com suas decisões.

Você já percebeu como esse discurso tem sempre um único alvo? Curiosamente, quando movimentos de esquerda vandalizam, destroem patrimônio público e promovem o caos, o tom do discurso muda. Aí, de repente, não se fala mais em punição exemplar ou em risco para a democracia. Afinal, quando a turba é alinhada com a agenda progressista, tudo vira “expressão legítima de descontentamento”. Mas se alguém ousar contestar o poder estabelecido, a narrativa muda para “ameaça golpista”. É ou não é uma coincidência conveniente?

Vamos aos fatos: o que assusta o ministro Barroso e seus colegas não é a pichação de uma estátua—porque, sejamos sinceros, eles pouco se importam com símbolos de justiça. O que realmente os incomoda é qualquer manifestação de insatisfação que venha de cidadãos que ousam discordar do establishment. Afinal, para essa elite iluminada, o povo só serve para votar e, depois, obedecer calado.

Mas vamos lembrar de algumas “manifestações pacíficas” do passado, aquelas que o ministro Barroso e seus amigos progressistas parecem não ter achado tão ameaçadoras. Que tal as invasões do MTST, que depredam propriedades privadas sem grandes consequências? Ou as ocupações de escolas por movimentos estudantis que, estranhamente, não geraram discursos inflamados sobre “ameaças à democracia”? Nessas ocasiões, ninguém no STF pareceu tão preocupado em punir os responsáveis para proteger o futuro do país.

O que estamos assistindo aqui é uma tentativa descarada de intimidar qualquer voz dissidente. O recado é claro: ouse questionar o sistema e será tratado como criminoso. Mas se você fizer parte da turma certa, não se preocupe—terá a complacência da mídia e a blindagem do judiciário.

Esse é o verdadeiro risco para a democracia: a transformação do STF em um braço político que dita regras, molda narrativas e persegue adversários ideológicos. E não adianta tentar disfarçar com discursos pomposos sobre a importância da estabilidade institucional. Quando a justiça se torna seletiva e parcial, o que se perde não é apenas a confiança do povo, mas a própria essência da democracia.

E você, cidadão comum, que paga seus impostos e cumpre suas obrigações, já percebeu que esse sistema não está do seu lado? Enquanto figuras como Barroso posam de guardiões da democracia, são justamente eles que estão minando as bases de um país livre. E se você ousar discordar, prepare-se: será rotulado, perseguido e, se possível, silenciado. Porque, para a extrema-esquerda e seus aliados togados, a verdadeira ameaça não é a injustiça—é você.

Com informações GloboNews

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Gazeta do Povo: “Carga tributária sobe a 32,3% do PIB em 2024, no maior nível em 15 anos” https://conservadoresonline.com/gazeta-do-povo-carga-tributaria-sobe-a-323-do-pib-em-2024-no-maior-nivel-em-15-anos/ https://conservadoresonline.com/gazeta-do-povo-carga-tributaria-sobe-a-323-do-pib-em-2024-no-maior-nivel-em-15-anos/#respond Sat, 29 Mar 2025 12:59:19 +0000 https://conservadoresonline.com/?p=2946 Então, você acorda, vai trabalhar, paga suas contas – e, surpresa! – descobre que um terço de tudo o que você produz vai direto para o bolso do governo. Sim, você leu certo: em 2024, a carga tributária atingiu 32,3% do PIB, o maior nível em 15 anos. Mas, claro, se você perguntar para os […]

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A elevação da carga tributária foi puxada principalmente pelo aumento na arrecadação de tributos pelo governo federal. (Foto: EFE/Andre Borges)

Então, você acorda, vai trabalhar, paga suas contas – e, surpresa! – descobre que um terço de tudo o que você produz vai direto para o bolso do governo. Sim, você leu certo: em 2024, a carga tributária atingiu 32,3% do PIB, o maior nível em 15 anos. Mas, claro, se você perguntar para os defensores do atual governo, eles vão dizer que isso é “justo” para financiar o Estado e promover o “bem comum”. Que conveniente, não?

Enquanto você sua a camisa para colocar comida na mesa, o governo federal aumenta a arrecadação de tributos sem a menor cerimônia. Em relação a 2023, a mordida do governo cresceu 2,06 pontos percentuais do PIB. E sabe o que é mais impressionante? A maior parte desse aumento vem de impostos sobre bens e serviços, ou seja, tudo o que você consome. Parabéns, você está pagando a conta dessa farra tributária!

Agora, não se engane: essa escalada não foi por acaso. A reoneração dos tributos sobre os combustíveis foi uma jogada de mestre para arrancar mais dinheiro do seu bolso – e olha que eles juraram que o “pobre” não seria afetado. Mas quando o preço do combustível sobe, o transporte encarece, o alimento fica mais caro e a inflação aperta. E adivinhe quem sofre mais com isso? Isso mesmo, você e todos os trabalhadores que sustentam esse sistema insaciável.

E enquanto o governo enche seus cofres, a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobe 0,44 pontos do PIB – só essa brincadeira já representa um bom pedaço do aumento. O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que atinge diretamente a indústria e os empregos, aumentou 0,18 pontos. E o Tesouro ainda teve a cara de pau de destacar o “sucesso” na arrecadação de impostos sobre renda, lucros e ganhos de capital. Porque, claro, quando você se esforça para crescer, o governo está ali, pronto para tomar sua fatia.

Mas espere, tem mais: os Estados e Municípios não ficaram de fora dessa festa tributária. O ICMS, aquele imposto que encarece tudo o que você compra, subiu 0,46 pontos do PIB. E o ISS, cobrado sobre serviços, cresceu 0,12 pontos. Ou seja, não importa para onde você olhe, alguém está sempre arrancando mais dinheiro de você. Mas, segundo a narrativa da esquerda, está tudo bem, porque “é para o bem de todos”. Claro, o seu bem-estar só vem depois de encherem os bolsos do Estado.

Ah, e não vamos esquecer o truque contábil do ano: a mudança na metodologia. O governo, sempre esperto, decidiu “aprimorar” os cálculos seguindo recomendações do Fundo Monetário Internacional (FMI). Com isso, excluíram da conta as receitas do FGTS e do Sistema S, o que – surpresa! – fez a carga tributária de 2023 parecer menor do que realmente foi. Quando você não pode diminuir os impostos, basta mudar a matemática para enganar os desavisados.

E qual é a desculpa oficial? Bem, dizem que parte da arrecadação federal é “transferida para Estados e Municípios”. Em 2024, essas transferências representaram 3,51% do PIB. Que generosidade, não? Mas o que eles não contam é que essa redistribuição é só mais uma forma de garantir que todos os níveis de governo consigam meter a mão no seu bolso.

Enquanto isso, a narrativa da extrema-esquerda continua a mesma: mais impostos para “combater a desigualdade” e “financiar os serviços públicos”. Só esqueceram de te avisar que, no final do dia, é você quem paga a conta. E não pense que isso melhora sua qualidade de vida – hospitais continuam superlotados, escolas públicas seguem em ruínas e a segurança? Bom, melhor você se cuidar sozinho.

E o mais irônico? Os políticos que defendem essa sangria estatal vivem com seus salários gordos, benefícios e aposentadorias especiais. Eles não se preocupam com o preço do arroz, da gasolina ou do aluguel. Para eles, quanto mais você pagar, melhor – afinal, alguém tem que bancar o Estado inchado e ineficiente.

Então, da próxima vez que te disserem que aumentar impostos é necessário para o “bem comum”, pergunte-se: de quem é o bem? Porque, com a carga tributária em 32,3% do PIB, o único “bem” que você está financiando é o de uma elite política que vive às suas custas – e ainda tem a audácia de te chamar de “privilegiado” quando você ousa reclamar.

A verdade é simples: mais impostos significam menos liberdade. Cada real que sai do seu bolso para sustentar esse sistema corrupto é um real a menos para investir na sua família, no seu futuro e na sua segurança. Não caia no conto da extrema-esquerda – eles querem mais do seu dinheiro, mais controle sobre sua vida e, acima de tudo, mais poder para si mesmos. E enquanto eles discursam sobre “justiça social”, você continua trabalhando cada vez mais para ganhar cada vez menos. É esse o “progresso” que te prometeram?”

Com informações Gazeta do Povo

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“Isso é coisa de máfia!”, diz Rodrigo Constantino, Gazeta do Povo https://conservadoresonline.com/isso-e-coisa-de-mafia-diz-rodrigo-constatino-gazeta-do-povo/ https://conservadoresonline.com/isso-e-coisa-de-mafia-diz-rodrigo-constatino-gazeta-do-povo/#respond Fri, 28 Mar 2025 18:38:56 +0000 https://conservadoresonline.com/?p=2940 Vamos combinar, amigos do Conservadores Online, que estamos vivendo tempos que, se não fossem reais, dariam um ótimo roteiro de filme de máfia – daqueles bem sombrios, cheios de chantagens, ameaças e um poder paralelo que decide os rumos da nação ao bel-prazer dos “chefões”. E, olha, a comparação nem é exagerada! Por isso, antes […]

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Ministro Alexandre de Moraes durante o julgamento de Bolsonaro. (Foto: Fellipe Sampaio /STF)

Vamos combinar, amigos do Conservadores Online, que estamos vivendo tempos que, se não fossem reais, dariam um ótimo roteiro de filme de máfia – daqueles bem sombrios, cheios de chantagens, ameaças e um poder paralelo que decide os rumos da nação ao bel-prazer dos “chefões”. E, olha, a comparação nem é exagerada! Por isso, antes de mais nada, fica aqui nosso parabéns ao Rodrigo Constantino, da Gazeta do Povo, pelo brilhante artigo “Isso é coisa de máfia”. Coragem para dizer a verdade, meus caros, virou artigo de luxo em tempos de censura disfarçada.

E o que está acontecendo agora? Simples: o ministro Alexandre de Moraes resolveu agir como um verdadeiro capo, usando a Justiça como um porrete para intimidar quem ousa desafiar a sua vontade. A última vítima desse espetáculo de autoritarismo? Gilberto Kassab, presidente do PSD, que agora enfrenta uma investigação trazida convenientemente para as mãos do próprio Moraes no STF. E qual o motivo desse súbito interesse? Ora, pressionar Kassab a não apoiar o projeto de anistia do 8 de janeiro. Alguém aí ainda acredita em coincidências?

A jogada é tão descarada que até os “meninos de recado” da imprensa militante já não disfarçam mais. Estampam sem vergonha que o Planalto está confiante de que a pressão do STF vai fazer Kassab recuar. Isso mesmo, a turma do Lula já não esconde que a Suprema Corte virou um puxadinho do Executivo, uma espécie de departamento de intimidação institucionalizada. E ainda querem que acreditemos que estamos em uma democracia? Me poupem!

E caso Kassab ouse reagir e avance com os 15 senadores do PSD para aprovar a anistia, a ameaça já está lançada: os ministros do STF vão barrar o projeto. Alguém lembra da separação dos Três Poderes? Pois é, parece que isso ficou lá nos livros de história – e, a julgar pelo que estamos vendo, estão prestes a reescrever até esses.

Jair Bolsonaro, como sempre, não se calou diante desse abuso sem precedentes. Ele foi direto ao ponto: “Isso não é normal, a não ser em ditaduras”. Alguém discorda? Pois é, impossível. O ex-presidente expôs a verdade nua e crua: estamos assistindo, em tempo real, ao desmantelamento da segurança jurídica do Brasil. E, claro, com isso vêm os prejuízos – econômicos, diplomáticos e, sobretudo, humanos. O cidadão comum, que acorda cedo para trabalhar e sustentar sua família, é quem paga a conta desse espetáculo vergonhoso.

Agora, sejamos sinceros: até quando os que se dizem “oposição” vão continuar em silêncio? O deputado Marcel van Hattem já teve a coragem de dizer o que está na cara de todos: o STF age como uma máfia. E, francamente, é difícil discordar quando vemos ministros usando seus cargos para manipular, intimidar e controlar qualquer um que se atreva a desafiá-los.

Mas e os outros? Onde estão? Cadê aqueles que foram eleitos com o discurso de defender a liberdade e a Constituição? Como bem destacou Paulo Figueiredo, há um silêncio ensurdecedor, inclusive de figuras como Tarcísio de Freitas, que além de não criticar, ainda aplaude e elogia Moraes. E os ministros indicados por Bolsonaro? Calados. Terrivelmente calados. Quando não, colaborando com essa farsa.

A verdade, meus amigos, é que se continuarmos assim, logo não haverá mais Brasil para defender. E, sejamos claros: não existe pragmatismo que justifique o silêncio diante desse absurdo. Quando um ministro do STF age como um mafioso, usando a toga para perseguir adversários políticos, estamos diante de algo muito mais perigoso do que uma simples crise institucional. Estamos diante de um golpe silencioso, conduzido sob os holofotes de uma imprensa conivente e um Congresso amedrontado.

E sabem o que é mais assustador? Eles nem disfarçam mais. As ameaças são feitas em público, com direito a manchetes que já dão o recado: quem não se curvar ao STF vai pagar caro. É o Estado de Direito sendo esmagado, e com ele, a liberdade de todos nós. Isso, amigos, é coisa de máfia. E o silêncio só fortalece esses chefões togados.

Portanto, fica aqui o recado para quem ainda tem um pingo de coragem: é hora de sair da toca, vencer o medo e apontar o dedo para quem está destruindo a nossa liberdade. Se o abuso de poder de Alexandre de Moraes não for enfrentado agora, amanhã será tarde demais. O Brasil não pode se tornar refém de um único homem – por mais toga e poder que ele pense que tem.

E mais uma vez, parabéns a Rodrigo Constantino por expor essa verdade de forma clara e corajosa. Num país onde tantos preferem se calar, quem fala a verdade merece nosso respeito e nosso aplauso. Porque, no fim das contas, a única coisa que separa uma democracia de uma ditadura é a coragem de quem se recusa a se ajoelhar diante dos tiranos.

Com informações Rodrigo Constantino, Gazeta do Povo

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Lula esconde os fatos ao comemora exportação de carne ao Vietnã https://conservadoresonline.com/lula-esconde-os-fatos-ao-comemora-exportacao-de-carne-ao-vietna/ https://conservadoresonline.com/lula-esconde-os-fatos-ao-comemora-exportacao-de-carne-ao-vietna/#respond Fri, 28 Mar 2025 18:22:45 +0000 https://conservadoresonline.com/?p=2937 E lá vem ele novamente, com seu tom triunfalista e sua velha habilidade de transformar o óbvio em uma epopéia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em mais um espetáculo de autopromoção, anunciou com pompa e circunstância que, depois de “anos de tentativa”, o Brasil finalmente conseguiu autorização para exportar carne para o […]

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – Divulgação

E lá vem ele novamente, com seu tom triunfalista e sua velha habilidade de transformar o óbvio em uma epopéia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em mais um espetáculo de autopromoção, anunciou com pompa e circunstância que, depois de “anos de tentativa”, o Brasil finalmente conseguiu autorização para exportar carne para o Vietnã. Aparentemente, Lula acredita que está desbravando novas fronteiras para a agropecuária brasileira, quando na verdade, está apenas colhendo os frutos de um trabalho que começou muito antes do seu retorno ao poder.

Vamos aos fatos – aqueles que a extrema-esquerda insiste em ignorar. A negociação para abrir o mercado vietnamita para a carne brasileira não começou com Lula, tampouco foi resultado do carisma presidencial em algum encontro diplomático. Foi o setor privado, em conjunto com diplomatas de carreira e representantes do agronegócio, quem trabalhou durante anos para romper barreiras sanitárias e burocráticas. O governo atual, claro, chega no fim da festa para cortar a fita e posar para a foto.

É quase comovente a facilidade com que o Partido dos Trabalhadores (PT) manipula a narrativa para se apropriar de conquistas alheias. Enquanto os produtores rurais – aqueles mesmos que Lula e sua trupe adoram demonizar como “inimigos do meio ambiente” – investem em tecnologia, qualidade e competitividade, o governo petista aparece no último minuto para colher os louros e vender a imagem de grande defensor do agro. Hipocrisia pouca é bobagem.

Não esqueçamos que este é o mesmo Lula que, em sua campanha, tratou o agronegócio como um vilão, sugerindo que os produtores estavam associados a práticas predatórias. Agora, quando o setor alcança novos mercados, ele não perde tempo em se apresentar como o responsável por esse sucesso. Conveniente, não?

E o mais irônico? Enquanto Lula celebra a exportação de carne para o Vietnã, sua política interna continua a atacar o setor que ele agora tenta enaltecer. Os agricultores enfrentam um ambiente hostil, com um aumento da carga tributária, pressões ambientais absurdas e uma agenda ideológica que trata o produtor rural como inimigo. Se dependesse das políticas petistas, o agro brasileiro estaria em ruínas – mas, felizmente, esse setor é mais forte do que a agenda de destruição travestida de “sustentabilidade”.

Vamos lembrar que, enquanto Lula tenta surfar nesta conquista, o Vietnã já é um parceiro comercial consolidado do Brasil há anos. O processo de abertura para a carne bovina é apenas mais um passo em uma relação construída por governos anteriores, em especial pela diplomacia comercial que Jair Bolsonaro fortaleceu em sua gestão. Claro que isso não será mencionado em nenhum pronunciamento oficial.

E por falar em seletividade, Lula se esquece de mencionar as reais dificuldades que seu governo tem imposto ao setor produtivo. Entre regulamentações excessivas, tentativas de desmonte do marco legal do agronegócio e a ameaça constante de invasões de terras, o presidente finge apoiar o agro enquanto age em sentido contrário. Mas, na mente dos militantes petistas, basta um tweet com bandeirinhas para reescrever a história.

Outro ponto que não aparece no discurso festivo do presidente é a realidade dos produtores rurais brasileiros. Esses homens e mulheres, que acordam antes do sol nascer e enfrentam condições adversas para alimentar o Brasil e o mundo, continuam sendo perseguidos por uma agenda ideológica que prioriza ONGs internacionais em detrimento de quem realmente produz riqueza. O governo Lula, em vez de facilitar a vida do agro, prefere atender às exigências de organismos estrangeiros que enxergam o Brasil como um quintal a ser regulado.

E que tal falarmos de incoerência? Enquanto Lula se gaba de abrir o mercado para a carne brasileira, ele mantém uma política de subsídios bilionários para movimentos como o MST, que há décadas sabota o setor produtivo com invasões ilegais e destruição de propriedades privadas. Os mesmos que invadem terras produtivas recebem afagos e recursos públicos, enquanto os agricultores que sustentam a economia enfrentam um governo que os trata como criminosos ambientais.

A verdade é que o agronegócio brasileiro sempre prosperou apesar do PT, nunca por causa dele. Se hoje o Brasil exporta para mais de 150 países, é graças à competência dos produtores, à inovação tecnológica e à resiliência de um setor que não se dobra à cartilha ideológica. O máximo que o governo petista faz é atrapalhar – e, quando alguma vitória se concretiza, Lula aparece correndo para assumir o crédito.

E não se engane: enquanto o presidente posa de aliado do agro no Twitter, nos bastidores seu governo avança com políticas que minam a liberdade econômica, encarecem a produção e transformam o Brasil em um paraíso regulatório para burocratas. Basta observar a insistência em projetos que visam ampliar a taxação de exportações, prejudicando diretamente a competitividade do produto brasileiro no exterior.

Mas o show precisa continuar. E, para a militância petista, a realidade nunca foi um obstáculo. Eles continuarão celebrando tweets ufanistas enquanto os produtores rurais enfrentam um governo que mais atrapalha do que ajuda. Porque, no fim das contas, a narrativa sempre foi mais importante do que a verdade.

Se há algo que os brasileiros deveriam celebrar, é a força do agronegócio em resistir a um governo que, em sua essência, vê o setor produtivo como um inimigo a ser combatido. E que ninguém se engane: a exportação de carne para o Vietnã não é um presente de Lula – é o resultado de décadas de trabalho árduo de um Brasil que o PT jamais conseguiu destruir, por mais que tentasse.

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