Folha distorce realidade e transforma críticas aos ministros do STF em “radicalismo”

Ah, Victoria Azevedo, Cézar Feitoza e José Marques, Folha de S.Paulo, como é fascinante observar o jornalismo da extrema-esquerda em ação:

Por Notas & Informações

Ah, Victoria Azevedo, Cézar Feitoza e José Marques, Folha de S.Paulo, como é fascinante observar o jornalismo da extrema-esquerda em ação: um espetáculo de distorções, meias verdades e narrativas cuidadosamente arquitetadas para manipular leitores desavisados. No artigo sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, publicado em 7 de setembro de 2025, vemos mais uma demonstração clara de como a Folha se empenha em transformar fatos em um teatro de horror democrático — tudo com ares de imparcialidade, é claro. Segundo eles, o país estaria à beira de um caos provocado por “tentativas de golpe” imaginárias, enquanto qualquer crítica legítima ao Supremo Tribunal Federal seria tratada como radicalismo perigoso.

Os jornalistas parecem incapazes de enxergar o óbvio: o que está acontecendo é o contrário do que pintam. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, em ato na avenida Paulista, simplesmente levantou a voz contra excessos de um ministro do STF, denunciando a concentração de poder e a atuação autoritária que qualquer cidadão minimamente atento perceberia. Mas, para a Folha, essa manifestação de democracia e liberdade de expressão é instantaneamente reduzida a um ato de “radicalização política”. Não é à toa que o jornal parece mais uma máquina de propaganda do que uma instituição jornalística.

O que Gilmar Mendes disse nas redes sociais — e que eles cuidadosamente reproduzem como se fosse a única versão “sensata” — é tratado com reverência, como se fosse a voz suprema da verdade, ignorando completamente que se trata de interpretações pessoais de um ministro, que, convenhamos, não é imparcial no debate político que se desenrola. Gilmar fala em golpes, em perigos da democracia, em crimes que ameaçariam o Estado de Direito, e a Folha abraça essa narrativa como um mantra sagrado, sem questionar se os exemplos citados realmente se aplicam à situação atual. Milhares de mortos por pandemia, acampamentos pedindo intervenção militar, supostas ameaças e planos de assassinato — tudo isso é apresentado como se justificasse a criminalização de posições políticas divergentes, transformando qualquer crítica em crime contra a democracia.

Enquanto isso, o que os jornalistas da Folha omitem com incrível habilidade é o que milhões de brasileiros sentem nas ruas. As manifestações de 7 de setembro de 2025 não foram apenas números ou fotos: foram um grito uníssono por liberdade, pela preservação da Constituição e pelo fim de abusos de poder. Mas para a Folha, que insiste em interpretar cada protesto fora de contexto, isso é “radicalismo” ou “ataque às instituições”. Não, queridos leitores: isso é cidadania. E é exatamente essa inversão de realidade que constrói a narrativa tendenciosa que você lê entre linhas no artigo de Victoria Azevedo, Cézar Feitoza e José Marques.

O espetáculo continua com o tratamento dado a declarações objetivas de Tarcísio sobre o STF e Alexandre de Moraes. Ele pede anistia ampla, questiona julgamentos sem provas e denuncia a tirania judicial — e a Folha rapidamente transforma essas posições em radicalismo, ignorando o contexto, as evidências e a própria história do país. É impressionante como um veículo que se diz sério consegue distorcer a realidade com tamanho descaramento, transformando cidadãos conscientes em agitadores perigosos e ignorando a legitimidade de suas preocupações.

O mais curioso é o tom moralista adotado pelo jornal. Ao reproduzir, sem questionamento, a fala de ministros do STF que condenam qualquer crítica popular como “queima de pontes” ou “radicalização política”, a Folha revela sua verdadeira função: proteger o status quo do Judiciário e moldar a opinião pública. Não se trata de informar; trata-se de silenciar, de minar a credibilidade de quem ousa contestar decisões, e de pintar uma narrativa conveniente de legalidade e democracia que, no fundo, serve apenas aos interesses de uma elite política e midiática.

E vamos ser francos: há um cinismo admirável nesse jornalismo que se diz independente. Enquanto o Brasil vive uma polarização real, debates legítimos e mobilizações populares, a Folha prefere reduzir tudo a manchetes alarmistas, dar holofotes a ministros aliados e negar, com uma seriedade teatral, a voz do povo. Cada crítica a Alexandre de Moraes é retratada como um ato extremo, enquanto abusos institucionais são suavizados, contextualizados ou simplesmente ignorados. A sensação que fica é que a Folha acredita que leitores não têm capacidade de discernir, que precisam de uma narrativa pronta e controlada para entender o que ocorre no país.

Ao final, fica a lição clara: Victoria Azevedo, Cézar Feitoza e José Marques entregam um jornalismo que serve de propaganda, não de informação. Entre meias verdades, omissões estratégicas e uma pitada de moralismo seletivo, transformam manifestações democráticas em atos de radicalismo e defesa do Estado de Direito em ataque à democracia. Para quem ainda confia na Folha como fonte isenta, talvez seja hora de abrir os olhos e perceber que, no circo midiático que eles montam, a realidade é sempre moldada para caber na narrativa da extrema-esquerda. E enquanto isso, a verdade continua pulsando nas ruas, nos atos de cidadania e na voz daqueles que não aceitam que ditadores de toga decidam o que se deve ou não se fazer no Brasil.

Se há algo que o artigo deixa evidente, mesmo que não admita, é que a resistência democrática existe, e é cada vez mais impossível de ser ignorada. A Folha pode tentar transformar fatos em ficção, manipular interpretações e pintar um quadro de caos imaginário, mas a história e o povo têm memória. E, como sempre, o teatro da Folha será desmentido pela realidade: a busca por liberdade, respeito à Constituição e transparência judicial não é radicalismo, é obrigação de qualquer cidadão consciente.

Com informações Folha de S.Paulo

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