
Então, você acorda, vai trabalhar, paga suas contas – e, surpresa! – descobre que um terço de tudo o que você produz vai direto para o bolso do governo. Sim, você leu certo: em 2024, a carga tributária atingiu 32,3% do PIB, o maior nível em 15 anos. Mas, claro, se você perguntar para os defensores do atual governo, eles vão dizer que isso é “justo” para financiar o Estado e promover o “bem comum”. Que conveniente, não?
Enquanto você sua a camisa para colocar comida na mesa, o governo federal aumenta a arrecadação de tributos sem a menor cerimônia. Em relação a 2023, a mordida do governo cresceu 2,06 pontos percentuais do PIB. E sabe o que é mais impressionante? A maior parte desse aumento vem de impostos sobre bens e serviços, ou seja, tudo o que você consome. Parabéns, você está pagando a conta dessa farra tributária!
Agora, não se engane: essa escalada não foi por acaso. A reoneração dos tributos sobre os combustíveis foi uma jogada de mestre para arrancar mais dinheiro do seu bolso – e olha que eles juraram que o “pobre” não seria afetado. Mas quando o preço do combustível sobe, o transporte encarece, o alimento fica mais caro e a inflação aperta. E adivinhe quem sofre mais com isso? Isso mesmo, você e todos os trabalhadores que sustentam esse sistema insaciável.
E enquanto o governo enche seus cofres, a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobe 0,44 pontos do PIB – só essa brincadeira já representa um bom pedaço do aumento. O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que atinge diretamente a indústria e os empregos, aumentou 0,18 pontos. E o Tesouro ainda teve a cara de pau de destacar o “sucesso” na arrecadação de impostos sobre renda, lucros e ganhos de capital. Porque, claro, quando você se esforça para crescer, o governo está ali, pronto para tomar sua fatia.
Mas espere, tem mais: os Estados e Municípios não ficaram de fora dessa festa tributária. O ICMS, aquele imposto que encarece tudo o que você compra, subiu 0,46 pontos do PIB. E o ISS, cobrado sobre serviços, cresceu 0,12 pontos. Ou seja, não importa para onde você olhe, alguém está sempre arrancando mais dinheiro de você. Mas, segundo a narrativa da esquerda, está tudo bem, porque “é para o bem de todos”. Claro, o seu bem-estar só vem depois de encherem os bolsos do Estado.
Ah, e não vamos esquecer o truque contábil do ano: a mudança na metodologia. O governo, sempre esperto, decidiu “aprimorar” os cálculos seguindo recomendações do Fundo Monetário Internacional (FMI). Com isso, excluíram da conta as receitas do FGTS e do Sistema S, o que – surpresa! – fez a carga tributária de 2023 parecer menor do que realmente foi. Quando você não pode diminuir os impostos, basta mudar a matemática para enganar os desavisados.
E qual é a desculpa oficial? Bem, dizem que parte da arrecadação federal é “transferida para Estados e Municípios”. Em 2024, essas transferências representaram 3,51% do PIB. Que generosidade, não? Mas o que eles não contam é que essa redistribuição é só mais uma forma de garantir que todos os níveis de governo consigam meter a mão no seu bolso.
Enquanto isso, a narrativa da extrema-esquerda continua a mesma: mais impostos para “combater a desigualdade” e “financiar os serviços públicos”. Só esqueceram de te avisar que, no final do dia, é você quem paga a conta. E não pense que isso melhora sua qualidade de vida – hospitais continuam superlotados, escolas públicas seguem em ruínas e a segurança? Bom, melhor você se cuidar sozinho.
E o mais irônico? Os políticos que defendem essa sangria estatal vivem com seus salários gordos, benefícios e aposentadorias especiais. Eles não se preocupam com o preço do arroz, da gasolina ou do aluguel. Para eles, quanto mais você pagar, melhor – afinal, alguém tem que bancar o Estado inchado e ineficiente.
Então, da próxima vez que te disserem que aumentar impostos é necessário para o “bem comum”, pergunte-se: de quem é o bem? Porque, com a carga tributária em 32,3% do PIB, o único “bem” que você está financiando é o de uma elite política que vive às suas custas – e ainda tem a audácia de te chamar de “privilegiado” quando você ousa reclamar.
A verdade é simples: mais impostos significam menos liberdade. Cada real que sai do seu bolso para sustentar esse sistema corrupto é um real a menos para investir na sua família, no seu futuro e na sua segurança. Não caia no conto da extrema-esquerda – eles querem mais do seu dinheiro, mais controle sobre sua vida e, acima de tudo, mais poder para si mesmos. E enquanto eles discursam sobre “justiça social”, você continua trabalhando cada vez mais para ganhar cada vez menos. É esse o “progresso” que te prometeram?”
Com informações Gazeta do Povo