
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está enfrentando uma verdadeira tempestade de desaprovação popular, apesar das tentativas desesperadas de maquiar a realidade com discursos fantasiosos. Segundo a mais recente pesquisa do Ipespe, divulgada nesta quinta-feira (27), impressionantes 54% dos brasileiros desaprovam a gestão petista, enquanto apenas 41% ainda se agarram à ilusão de um governo funcional. Os outros 5%? Esses parecem perdidos em meio ao caos instalado em Brasília.
E a economia? Bem, o cenário não poderia ser mais desastroso. 58% dos entrevistados acreditam que a condução econômica sob Lula está no “caminho errado”, e não é para menos. Com a inflação sufocando as famílias, os juros nas alturas e a falta de perspectivas reais para o futuro, só restou ao brasileiro comum encarar a dura verdade: o governo petista está levando o país para o abismo. Apenas 35% ousam dizer que a economia segue no “caminho certo”, e ainda há 6% que preferem fingir que nada está acontecendo.
Os dados da pesquisa são irrefutáveis e expõem uma rejeição avassaladora em grupos específicos. Entre os homens, a desaprovação atinge 59%, e na faixa etária de 45 a 59 anos, o índice não fica para trás, alcançando 58%. Mas a maior resistência ao governo Lula vem daqueles que mais entendem o peso de suas políticas irresponsáveis: 60% das pessoas com renda familiar acima de cinco salários mínimos rejeitam a gestão petista. E geograficamente, o descontentamento está espalhado como um rastilho de pólvora, com destaque para as regiões Sul (62%) e Centro-Oeste (61%). No Sudeste, Norte e até mesmo no Nordeste – reduto histórico do petismo – o cenário não é nada animador para Lula.
Agora, pasmem: aqueles que têm ensino superior – justamente os que mais compreendem as consequências das políticas econômicas – são os mais pessimistas. Um esmagador 66% desse grupo rejeitam a condução econômica do governo. E o que dizer dos mais pobres, aqueles que Lula sempre jurou proteger? Pois bem, 62% dos brasileiros com renda de até dois salários mínimos estão sofrendo na pele os efeitos devastadores das decisões do Planalto. Inflação, restrição de crédito e um cenário de incerteza absoluta são o legado atual do governo petista.
Enquanto o povo brasileiro sofre, Lula e sua equipe tentam empurrar medidas mirabolantes para salvar sua popularidade cambaleante. Uma delas é a proposta de taxar em até 10% aqueles que ganham mais de R$ 600 mil por ano para bancar a isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil. A narrativa da “justiça social” soa bonita em discursos ensaiados, mas na prática, sabemos quem realmente será penalizado: aqueles que investem, geram empregos e sustentam a economia real. O discurso de taxar os ricos pode até enganar alguns, mas a consequência direta será o desestímulo ao investimento e a fuga de capitais – um tiro no pé que só agrava a crise econômica.
Nem mesmo o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, consegue disfarçar o desespero. Em declaração recente, ele admitiu que o Brasil vive uma situação “incômoda” – um eufemismo para caos – com inflação alta e juros elevados. A taxa básica de juros já está em 14,25%, e há previsão de novas altas. Enquanto isso, a inflação segue desenfreada, devorando o poder de compra das famílias. O Relatório Focus prevê que a inflação terminará o ano em 5,65%, ultrapassando o teto da meta. Claro, para o brasileiro que sente o impacto no bolso, esses números frios representam noites sem dormir e a dura escolha entre pagar as contas ou colocar comida na mesa.
Diante desse desastre econômico, o governo Lula, em um ato de desespero, tenta estimular o consumo a qualquer custo para reverter sua queda vertiginosa nas pesquisas. A mais nova aposta é a liberação de empréstimos consignados para trabalhadores com carteira assinada (CLT) e microempreendedores individuais (MEI). A expectativa é injetar R$ 100 bilhões na economia em três meses. Mas vamos encarar a realidade: isso não passa de um paliativo temporário que só aprofunda o endividamento das famílias brasileiras, enquanto o governo finge que está promovendo o crescimento.
A verdade é que o modelo petista de governar sempre se apoiou em um tripé falido: mais impostos, mais intervenção estatal e mais narrativas vazias para encobrir o fracasso administrativo. As tentativas de culpar o governo anterior, como fez recentemente o ministro da Fazenda Fernando Haddad, não convencem mais ninguém. A velha ladainha de que Lula está “pagando pelos gastos” de Bolsonaro em 2022 é apenas uma cortina de fumaça para encobrir a incompetência e a falta de um plano econômico sólido.
O povo brasileiro está acordando para a realidade: um governo que prometeu um paraíso econômico entregou um pesadelo inflacionário. E as pesquisas não mentem. Com a desaprovação crescente, especialmente entre aqueles que mais sofrem com as políticas desastrosas, Lula enfrenta um cenário cada vez mais insustentável. As narrativas da extrema-esquerda estão ruindo diante dos fatos, e a verdade, como sempre, prevalece – por mais que tentem escondê-la atrás de discursos ensaiados e promessas vazias.
Com informações Gazeta do Povo