
O Brasil assiste, estarrecido, a mais um episódio da ditadura togada promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, um verdadeiro imperador que usa o Supremo Tribunal Federal como arma para calar qualquer voz que ouse questionar o regime petista. Agora, a vítima da vez é Allan dos Santos, jornalista conservador que, há anos, é perseguido por expor os bastidores obscuros da extrema-esquerda brasileira.
Na mais recente investida contra a liberdade de expressão, Moraes ordenou que as big techs Meta e X forneçam à Polícia Federal os dados das contas de Allan dos Santos sob ameaça de uma multa diária de R$ 100 mil. Sim, um valor absurdo para forçar empresas a colaborarem com uma perseguição política digna dos regimes mais autoritários da história.
O alvo desta vez? O conteúdo das postagens do jornalista entre junho de 2024 e fevereiro de 2025, supostamente ligadas a um inquérito sobre a divulgação de conversas atribuídas à jornalista Juliana Dal Piva. Ora, qual o grande crime de Allan dos Santos? Expor um suposto plano de Alexandre de Moraes para prender Jair Bolsonaro. E aqui está a grande ironia: a extrema-esquerda pode criar narrativas falsas, espalhar mentiras descaradas sobre a direita e atacar conservadores impunemente. Mas quando um jornalista denuncia as movimentações obscuras do regime, vem o STF para esmagá-lo sem piedade.
Não é de hoje que Allan dos Santos sofre nas mãos do establishment. Desde 2020, suas redes sociais foram bloqueadas por ordens diretas de Moraes. Mesmo assim, o jornalista conseguiu contornar a censura – um verdadeiro crime imperdoável na visão dos tiranos de toga. Como punição, o ministro decidiu simplesmente suspender a Rumble, uma plataforma de vídeos que se recusou a compactuar com essa perseguição implacável. Quando o X também mostrou resistência, veio a retaliação: uma multa escandalosa de R$ 8,1 milhões.
O objetivo dessa caçada política é claro: destruir qualquer voz dissidente. Allan dos Santos tem duas ordens de prisão em aberto e vive exilado nos Estados Unidos, pois sabe que, se pisar no Brasil, será jogado na masmorra do sistema por um crime que não cometeu. Seu único “delito” foi se recusar a abaixar a cabeça para a ditadura do STF e do governo petista.
O que estamos vendo é a institucionalização da censura judicial, onde ministros do Supremo assumem o papel de inquisidores, definindo quem pode e quem não pode se expressar. Tudo isso sob a total conivência da mídia tradicional, que aplaude a perseguição política como se fosse uma medida necessária para “proteger a democracia”. Ora, que democracia é essa em que jornalistas são perseguidos, plataformas são multadas por não colaborarem com a repressão e cidadãos vivem sob o terror de decisões arbitrárias?
O Brasil caminha a passos largos para um Estado totalitário, onde o STF se tornou uma ferramenta de repressão do governo Lula. E os brasileiros conservadores, que ousam pensar diferente, estão cada vez mais acuados. A perseguição contra Allan dos Santos é apenas mais um sintoma dessa ditadura da toga que tomou conta do país. E se o povo não reagir, em breve ninguém mais poderá falar nada sem correr o risco de ser preso, censurado ou banido das redes sociais.
A pergunta que fica é: até quando permitiremos que o Brasil se transforme num calabouço de censura e perseguição política?
Com informações Gazeta do Povo