Gazeta do Povo: “PGR defende prisão domiciliar para cabeleireira Débora Rodrigues”

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Moraes vota por condenar a 14 anos Débora Rodrigues, por pichar “perdeu, mané” em estátua do STF. (Foto: Joedson Alves/Agência Brasil; Débora Rodrigues/Arquivo Pessoal)

Caros amigos do Conservadores Online,

Vivemos tempos em que a inversão de valores e a manipulação narrativa por parte da extrema-esquerda atingem níveis alarmantes. O caso de Débora Rodrigues dos Santos, uma simples cabeleireira de 39 anos, mãe de duas crianças, é um exemplo claro dessa distorção. Débora está presa desde março de 2023 por ter, no calor do momento, escrito com batom a frase “perdeu, mané” na estátua “A Justiça”, localizada em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), durante os eventos de 8 de janeiro. O que chama atenção neste caso. É que agora, a Procuradoria-Geral da República (PGR), posicionou-se favoravelmente à concessão de prisão domiciliar para Débora, reconhecendo sua condição de mãe de crianças menores de 12 anos e considerando o encerramento das investigações. Contudo, a mesma PGR mantém-se contrária à sua liberdade provisória, alegando riscos à ordem pública e à aplicação da lei penal.

É estarrecedor observar que, enquanto criminosos de alta periculosidade frequentemente recebem benefícios e são tratados com leniência pelo sistema judicial, uma mãe trabalhadora é mantida encarcerada por um ato que, embora repreensível, não justifica tamanha severidade. A desproporcionalidade é evidente e revela a parcialidade de um sistema que, sob a influência da extrema-esquerda, busca punir exemplarmente aqueles que ousam desafiar sua hegemonia ideológica.​

Débora enfrenta acusações graves, como tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, além de associação criminosa armada. Tais imputações são desproporcionais ao seu ato isolado de pichar uma estátua com batom. É evidente que se trata de uma tentativa de transformar um gesto impensado em um crime de proporções exageradas, com o intuito de intimidar e silenciar vozes dissidentes.​

A defesa de Débora argumenta, com razão, que a decisão ignora princípios fundamentais como a proporcionalidade e a individualização da pena. Condená-la por associação criminosa armada apenas por ter escrito com batom em uma estátua é um claro exemplo de perversidade jurídica. Além disso, a morosidade do processo é alarmante: Débora foi presa em março de 2023, mas a denúncia formal só foi apresentada em setembro de 2024, mais de um ano após sua detenção. ​

Enquanto isso, figuras ligadas à extrema-esquerda frequentemente recebem tratamento brando, mesmo quando envolvidos em atos de vandalismo ou violência durante manifestações. Essa disparidade de tratamento evidencia a parcialidade de um sistema que deveria ser imparcial e justo.​

A mídia tradicional, alinhada aos interesses esquerdistas, pouco questiona tais abusos, preferindo perpetuar narrativas que demonizam opositores políticos enquanto minimizam ou ignoram os excessos cometidos por aliados ideológicos. Essa omissão contribui para a manutenção de um ambiente onde a justiça é aplicada de forma seletiva, corroendo a confiança da população nas instituições.​

É fundamental que nós, conservadores, continuemos atentos e denunciemos essas injustiças. A liberdade de expressão e o direito à manifestação não podem ser cerceados por interpretações arbitrárias e punitivistas. Débora Rodrigues dos Santos merece um julgamento justo, com penas proporcionais ao ato cometido, levando em consideração sua condição de mãe e cidadã trabalhadora.​

Não podemos permitir que a narrativa da extrema-esquerda domine o cenário político e judicial do país. É nosso dever questionar, expor e combater essas distorções, sempre em defesa dos valores que prezamos: liberdade, justiça e respeito aos direitos individuais.​

Que casos como o de Débora sirvam de alerta para todos nós. A luta por um Brasil mais justo e equilibrado continua, e não devemos nos calar diante das arbitrariedades cometidas em nome de agendas ideológicas que visam apenas o controle e a submissão de vozes discordantes.

Com informações Gazeta do Povo

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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