Gleisi dá chilique no X após EUA cancelarem vistos de ministros do STF

Certamente é prazeroso ver Gleisi Hoffmann, entregando de bandeja aos brasileiros atentos – e, por que não, aos americanos também –

Por Notas & Informações

Certamente é prazeroso ver Gleisi Hoffmann, entregando de bandeja aos brasileiros atentos – e, por que não, aos americanos também – a prova cabal de que a extrema-esquerda brasileira, não consegue esconder o desespero diante da reviravolta geopolítica que começa a se desenhar no mundo civilizado, enquadrando os abusos autoritários do ativismo judicial militante em nosso maravilhoso país. A senhora, hoje Ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, que só ocupa o cargo por ser “bonita”, segundo as palavras do próprio Lula – um título pomposo para quem tem se especializado apenas em distorcer fatos e fabricar narrativas ideológicas e mentiras baratas – publicou um texto na rede “X”, do super capitalista malvadão bilionário Elon Musk, digno de moldura no museu da cara de pau política.

Segundo a sempre combativa Gleisi, conhecida pela imprensa, como exemplo O Antagonista, de “Coxa” e “Amante”, nas famosas planilhas de propina (corrupção), da extinta Odebrecht, hoje com novo nome, Novonor. Deu chilique sobre a revogação dos vistos de oito ministros do STF pelos Estados Unidos, afirmando ser uma “afronta ao Poder Judiciário brasileiro” e uma “retaliação agressiva e mesquinha”. Ah, que ironia! Como é dura a realidade quando escapa do controle narrativo da bolha progressista! O que Gleisi não menciona, talvez por conveniência ou ignorância diplomática, é que um país soberano como os EUA não precisa pedir permissão ao Planalto ou à Praça dos Três Poderes para escolher quem entra ou quem fica de fora de seu território.

A esquerda brasileira, aquela que passa os dias gritando “fascismo!” e os fins de semana elogiando ditaduras como Cuba e Venezuela, agora resolveu se fazer de vítima do império do mal americano. Seria cômico, se não fosse tragicômico. Nos últimos anos, não faltaram aplausos por parte desses mesmos atores institucionais às interferências externas quando o alvo era Bolsonaro ou seus aliados. Mas, vejam só, bastou uma canetada do Departamento de Estado dos EUA, sugerindo que os ministros do STF não são mais tão bem-vindos assim, para a esquerda chilicar em praça pública.

A narrativa de Gleisi é tão capenga que chega a ser pedagógica. Ela afirma que os ministros do STF “se engrandecem nesse momento” e que estão “defendendo a Constituição e o Direito”. É mesmo? Engrandecer-se proibindo investigações, censurando vozes críticas, prendendo cidadãos sem trânsito em julgado, tudo sob a justificativa elástica do tal “estado democrático de direito”? Que constitucionalismo peculiar é esse que Gleisi defende? Um STF que se comporta mais como poder moderador absolutista do que como corte constitucional imparcial.

O desespero de Gleisi transborda em cada linha do seu post. A linguagem dramatizada, cheia de adjetivos chorosos – “vexame”, “conspiração”, “retaliação”, “agressiva”, “mesquinha” – escancara o verdadeiro medo que ronda os corredores do Planalto e do Judiciário: o mundo está assistindo. E, pior, o mundo está começando a reagir.

O que antes era tratado como “teoria da conspiração” pelos militantes do tapinha nas costas entre Brasília e Brasília, agora começa a se concretizar como ação internacional coordenada contra abusos de autoridade travestidos de combate ao extremismo. A verdade que Gleisi não quer que você perceba é simples: a revogação dos vistos não é uma agressão ao Brasil. Muito pelo contrário. É um alerta diplomático de que há uma percepção global de que o STF brasileiro ultrapassou – e muito – os limites de sua função jurisdicional.

E por falar em “vexame internacional”, como Gleisi insiste em repetir, seria interessante lembrar que foi seu próprio partido, o PT, quem transformou o Brasil em motivo de chacota ao colocar o país de joelhos diante de ditaduras e regimes autoritários mundo afora. Foi sob a gestão petista que nos associamos com criminosos internacionais, que elogiamos eleições fraudulentas e que enriquecemos ditadores socialistas com obras superfaturadas via BNDES. Mas agora, quando os ministros do Supremo são barrados em território americano por suspeitas gravíssimas de abuso de autoridade, a esquerda resolve se vestir de paladina da soberania nacional. Quanta seletividade ideológica!

A melhor parte da tragicomédia escrita por Gleisi está na frase final: “O Brasil está com a Justiça, não com os traidores.” Vamos traduzir do petismo para o português? O que ela quis dizer foi: “O Brasil está com o nosso projeto de poder, não com aqueles que ousam enfrentá-lo.” É o velho discurso revolucionário, de dividir a sociedade entre “nós” e “eles”, entre “democratas” e “traidores”, entre “progressistas” e “fascistas”. Essa retórica maniqueísta está tão gasta que nem mesmo os militantes mais fanáticos conseguem sustentá-la sem fazer careta.

Gleisi esperava, com seu post, galvanizar os militantes virtuais, levantar a moral dos ministros do STF e pintar Bolsonaro e seu filho Eduardo como articuladores de uma “conspiração internacional” contra o Brasil. Mas o que conseguiu foi apenas escancarar o medo de quem percebe que a impunidade, antes garantida pelas panelinhas ideológicas, está começando a ruir sob os olhos atentos de quem realmente defende a democracia e a liberdade.

E assim seguimos, com a esquerda chorando nas redes sociais enquanto os ventos da verdade sopram forte sobre os bastidores do poder. Os tempos mudaram. Os abusos não passarão despercebidos. E o mundo – sim, o mundo real, fora da bolha de Brasília – está começando a entender quem são, de fato, os verdadeiros ameaçadores da liberdade e da soberania brasileira.

Pobre Gleisi. Até tentou parecer forte, mas soou como o último suspiro de uma narrativa em colapso.

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