Gleisi e Lindbergh distorcem fatos para defender mais impostos e controle estatal

É impressionante como a militância do PT, mesmo depois de décadas no poder e uma ficha corrida digna de manual de

Por Notas & Informações

É impressionante como a militância do PT, mesmo depois de décadas no poder e uma ficha corrida digna de manual de escândalos, ainda tenta posar de salvadora da pátria em pleno 2025. A nova investida da esquerda contra o bom senso veio em forma de tweets — ou melhor, posts no X, como preferirem os militantes antenados com a modernidade que fingem odiar. Gleisi Hoffmann, atual Ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais e presidente nacional do PT, foi às redes sociais para defender o indefensável: a elevação do IOF em transações internacionais no governo Lula.

Com aquela arrogância típica de quem acha que o povo não sabe somar dois mais dois, Gleisi tentou desmentir o senador Ciro Nogueira, afirmando que o decreto do IOF “não afeta e nunca afetou o crédito das pessoas físicas”, como se aumentar impostos sobre transações internacionais fosse uma medida justa ou popular. Aliás, justiça tributária para o PT sempre significou arrancar mais do trabalhador produtivo para sustentar a máquina estatal inchada e aparelhada.

A desculpa para o novo decreto é a de sempre: “no governo Bolsonaro era pior”. Como se fosse aceitável manter uma alíquota de 3,5% porque antes era 6,38%. É a velha tática petista do “menos ruim”, a régua do fracasso. Mas o detalhe que Gleisi convenientemente omite é que o mundo mudou, a inflação assombra o bolso do brasileiro e qualquer centavo a mais em impostos hoje significa comida a menos na mesa amanhã. Falar de “justiça tributária” enquanto se aumenta imposto com a caneta presidencial é, no mínimo, cinismo em estado bruto.

E se Gleisi vem com seu velho discurso de falsa moralidade fiscal, Lindbergh Farias aparece com a retórica sensacionalista que é a cara do esquerdismo carcomido. O deputado, conhecido por seu entusiasmo revolucionário de centro acadêmico dos anos 90, decidiu mirar contra as apostas esportivas. Segundo ele, as “bets” viraram uma epidemia sem função social, responsáveis por vício, evasão escolar, suicídios e a ruína da juventude brasileira.

É evidente que o vício em apostas deve ser combatido com educação, responsabilidade familiar e fiscalização. Mas Lindbergh não quer resolver o problema; ele quer censurar. Proibir ou “severamente regular” aquilo que ele não entende — ou que não consegue controlar. A esquerda não sabe lidar com liberdade. A liberdade assusta. Porque a liberdade é o oposto do controle estatal que eles tanto amam. Se depender de Lindbergh, todo brasileiro vai precisar de autorização do governo para gastar seu próprio dinheiro.

Mas o mais escandaloso no discurso do deputado não é sua preocupação com os jovens. É sua defesa escancarada de mais impostos. Do alto de seu palanque populista, Lindbergh clama por uma taxação mínima de 18% sobre as apostas, como se tributar empresas fosse a chave mágica para salvar a juventude da alienação. O Brasil já é um dos países que mais cobra impostos no mundo, e os serviços públicos continuam uma vergonha. Sabe por quê? Porque o problema nunca foi a arrecadação — o problema sempre foi a gastança descontrolada e a corrupção institucionalizada.

Lindbergh ainda recorre a uma “pesquisa” que afirma que “58% dos brasileiros querem taxar bilionários, bancos e casas de apostas”. Ora, quando se formula a pergunta certa, qualquer resposta vira propaganda. Quem não gostaria de ver bilionários pagando mais? Mas o que o PT nunca conta é que esse tipo de tributo chega sempre na porta do pobre. As plataformas vão repassar o custo, o crédito fica mais caro, e o pequeno apostador, o trabalhador comum, é quem acaba pagando a conta. Como sempre.

Por fim, Lindbergh conclama o povo às ruas no dia 10 com o slogan “Agora é a vez do povo”. Povo? Que povo? O mesmo que eles ignoraram durante os escândalos do Mensalão e da Lava Jato? O povo que pagou a conta do desemprego em massa durante a recessão petista? O povo que hoje sofre com inflação de alimentos, insegurança e um Estado que se mete em tudo, menos em proteger o cidadão?

O que está em curso é mais uma tentativa desesperada de manter viva uma narrativa ideológica falida. O governo Lula, representado por Gleisi e Lindbergh, está atolado até o pescoço em medidas impopulares, num país cada vez mais cansado de discursos vazios e promessas recicladas. O povo brasileiro já percebeu: o Estado petista não protege. Ele vigia, censura, tributa e castiga quem ousa discordar.

Enquanto isso, a classe média trabalha, empreende, investe e tenta sobreviver a mais um capítulo de intervencionismo. Se existe algo que precisa ser proibido ou severamente regulado, não são as apostas — é a propaganda ideológica disfarçada de política pública. Gleisi e Lindbergh podem continuar gritando no X, mas o Brasil real, aquele que paga impostos e não vive de cargo comissionado, já está farto. E dessa vez, talvez o povo vá às ruas sim — mas não para aplaudir, e sim para exigir que parem de roubar seu futuro com decretos e taxas sorrateiras.

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