
A extrema-esquerdista, Gleisi Hoffmann (PT), Ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais e deputada federal, resolveu aparecer no X para mais uma cena melodramática digna de novela mexicana. Entre lágrimas virtuais e frases prontas, a militante petista não se conteve ao atacar o jornal Estadão por responsabilizar o seu ídolo, o presidente Lula, pela ascensão de Jair Bolsonaro em 2018. Gleisi, sempre apegada ao papel de advogada fiel do chefe, escreveu um longo lamento em defesa daquele que para ela é o “salvador da pátria”, mesmo que a pátria esteja atolada em tarifaços internacionais, inflação persistente e um governo sem rumo. O mais curioso? O choro da extrema-esquerdista não é de emoção pela “grandeza” de Lula, mas de desespero pelo fato de a realidade estar finalmente derrubando a cortina da fantasia petista.
Segundo Gleisi Hoffmann (PT), foi a “prisão ilegal” de Lula que abriu espaço para Bolsonaro em 2018, como se os brasileiros não estivessem saturados da corrupção sistêmica, do mensalão, do petrolão e de toda a lama que saiu da era petista. O choro dramático da deputada soa como uma tentativa desesperada de reescrever a história, pintando Lula como vítima e não como o homem condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, algo que o próprio STF não pode apagar da memória popular, por mais que tentem. O teatro de Gleisi não é apenas ridículo, é ofensivo à inteligência dos brasileiros que viveram aquele período e sabiam que o país queria mudança, e encontrou em Bolsonaro uma resposta, ainda que imperfeita, para estancar a sangria moral da política nacional.
Mas a cereja do bolo é quando Gleisi Hoffmann, com toda a sua devoção, enumera supostos feitos econômicos do governo Lula, como se o Brasil tivesse virado uma Suíça tropical. No entanto, enquanto ela tenta romantizar o passado, a realidade atual bate à porta com força. Basta ver a pesquisa Datafolha divulgada pelo Estadão: 35% dos entrevistados responsabilizam Lula diretamente pelo tarifaço de 50% imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. E agora, Gleisi? Vai chorar também contra o Datafolha? O choro seletivo da extrema-esquerdista mostra que o discurso do PT não convence mais. O povo sabe, sente no bolso e vê claramente que Lula é, sim, culpado pela instabilidade econômica que mancha a imagem do Brasil no cenário internacional.
Os editoriais do @Estadao atacam o presidente @LulaOficial desde sempre, mas responsabilizá-lo pela ascensão de Jair Bolsonaro ultrapassa todos os limites: da política, da história e até do bom senso. A eleição de Bolsonaro em 2018 tem tudo a ver com a prisão ilegal de Lula, que…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) August 16, 2025
E para piorar o enredo da tragédia petista, a mesma pesquisa coloca Jair Bolsonaro com 22% de responsabilidade pelo tarifaço e Eduardo Bolsonaro com 17%, somando 39%. Mas, convenhamos, Lula com seus 35% carrega sozinho o peso de ser visto como o principal responsável pela nova crise. O Estadão, acusado por Gleisi de ser injusto, apenas trouxe à tona aquilo que as ruas já comentam: Lula perdeu o fio da meada e, com sua política externa desastrosa, colocou o Brasil no centro do radar de Donald Trump e de suas sanções. Enquanto Gleisi se desespera para defender o indefensável, a realidade mostra que o presidente petista virou motivo de piada internacional.
O que mais chama atenção no choro da extrema-esquerdista Gleisi Hoffmann é a inversão de valores. Ela fala em “bom senso”, mas o que há de sensato em culpar Bolsonaro por medidas econômicas tomadas por Trump em 2025? Gleisi se esquece de que o governo Lula teve meses para articular soluções, dialogar com os EUA e evitar o tarifaço, mas preferiu gastar energia em narrativas políticas e ataques à oposição. E quando a conta chegou, como sempre, a culpa precisa ser terceirizada. O PT não erra, o PT é vítima. O problema é que os brasileiros já não compram mais esse discurso.
A deputada ainda tenta pintar Lula como um estadista internacional, lembrando reuniões do G-7, o BRICS, o Mercosul e outras siglas que soam bonitas no papel, mas que na prática não blindaram o país de uma taxa brutal de 50% sobre produtos exportados para os Estados Unidos. Ora, se Lula fosse tão respeitado quanto Gleisi insiste em repetir, por que Trump impôs o tarifaço? Por que os Estados Unidos endureceram contra o Brasil? A verdade, tão amarga para os petistas quanto um café sem açúcar, é que Lula não goza da autoridade internacional que eles tentam vender. No fundo, é um governante que vive de discursos bonitos e lágrimas encenadas pelos seus fiéis escudeiros, como Gleisi.
E não para por aí. A pesquisa ainda mostra Alexandre de Moraes com 15% das citações como culpado pela crise. Ou seja, até mesmo a toga começa a entrar no jogo da desconfiança popular. O brasileiro, cansado de manipulações, já percebeu que há uma engrenagem inteira que não funciona. E nesse caldo político, Gleisi Hoffmann insiste em vender Lula como a vítima, o inocente, o injustiçado. Uma fábula que só emociona os militantes mais fiéis, aqueles que choram junto com ela em frente ao celular, enquanto a conta de luz, o supermercado e o desemprego batem na porta da população real.
O lamento da extrema-esquerdista Gleisi Hoffmann é tão previsível quanto inútil. O Estadão, por mais que seja criticado por ela, apenas refletiu o sentimento de uma grande parcela da sociedade: Lula é o principal culpado pelo tarifaço e pela política externa capenga que o Brasil vive hoje. O choro, nesse caso, não comove, apenas reforça o quanto o PT perdeu a conexão com o povo. Em vez de se preocupar com lágrimas digitais, Gleisi deveria abrir os olhos para o sofrimento real dos brasileiros, que pagam caro pelo fracasso de um governo que prometeu esperança e entregou sanções internacionais.
E no fim, a cena é sempre a mesma: a extrema-esquerdista Gleisi Hoffmann (PT), Ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais e deputada federal, chorando pela internet enquanto o Estadão, o Datafolha e a realidade desmontam, linha por linha, a ficção política petista. A cada lágrima derramada, cresce a certeza de que os brasileiros não querem mais ser enganados pelo drama de Gleisi, nem pela retórica vazia de Lula.
















