
Ah, Gleisi, Gleisi… Sempre a mesma ladainha, sempre o mesmo vitimismo estratégico e previsível. Mais uma vez, você surge para gritar contra os “bolsonaristas”, para se apresentar como a grande mártir da resistência, enquanto defende um governo que afunda o país em crises e escândalos. Você repudia ataques “machistas” e “misóginos”, mas ignora solenemente os próprios ataques do seu partido contra mulheres que ousam pensar diferente de vocês. A violência política é condenável, sem dúvida. Mas sabe o que também é? A hipocrisia descarada.
Vamos falar de “empoderamento feminino”, já que você insiste no tema. Lula, o grande herói das mulheres, segundo sua versão dos fatos, lançou a primeira mulher à presidência. Sim, Dilma Rousseff, aquela cuja “gestão” foi um fracasso retumbante, culminando em um impeachment que, ironicamente, também contou com votos de mulheres. Mas, claro, quando a narrativa não agrada, vocês chamam de “golpe”. Um governo que jogou o Brasil em recessão, aumentou o desemprego e destruiu a confiança internacional no país é o que você chama de “empoderador”? Interessante.
Agora, sobre nomear mulheres para ministérios e estatais. Ora, quem diria! Quer dizer que, para vocês, “empoderamento” significa simplesmente dar cargos a mulheres, independentemente de competência, da qualidade do trabalho ou dos resultados? Vamos fazer uma comparação simples: Margaret Thatcher, Angela Merkel, Condoleezza Rice, mulheres que chegaram ao topo pela competência e não por um “cálculo político”. Mas não, para a esquerda, o que vale é preencher cotas e depois usar isso como escudo contra críticas. Criticou a ministra incompetente? “Misoginia!”. Não engana mais ninguém.
Repudio os ataques canalhas de bolsonaristas, misóginos, machistas e de violência política. Desprezam as mulheres. Não me intimidam nem me acuam. Oportunistas tentando desmerecer o presidente Lula. Gestos são mais importantes que palavras. Não teve e não tem outro líder como o…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) March 13, 2025
E então chegamos à parte favorita da esquerda: “Bolsonaro é o verdadeiro inimigo das mulheres”. A tática é clara: quando falta argumento, a solução é sempre a mesma, demonizar o adversário. Só que há um pequeno detalhe que você convenientemente esquece: Bolsonaro e sua família sempre foram cercados por mulheres fortes. Sua esposa, Michelle, teve papel crucial em projetos sociais e iniciativas voltadas para pessoas com deficiência. Sua filha, Laura, cresceu em um ambiente onde não precisou de vitimismo barato para ter espaço. Sua ex-ministra, Damares Alves, fez mais pelas mulheres e crianças em um mandato do que décadas de políticas esquerdistas que apenas enxergam mulheres como massa de manobra.
A verdade, Gleisi, é que essa narrativa de “respeitem a inteligência do povo brasileiro” não cola mais. O povo brasileiro já entendeu que essa conversa de “resistência”, “luta”, “empoderamento” e “violência política” é apenas um teatro. Enquanto vocês gastam energia criando discursos inflamados para agradar a militância, as mulheres brasileiras de verdade, aquelas que pegam ônibus lotado de madrugada, que batalham para sustentar suas famílias sem ajuda do Estado, que são empreendedoras e querem liberdade para crescer, essas sim estão cansadas de vocês.
O tempo do monopólio da virtude da esquerda acabou. Vocês podem continuar gritando, esperneando, tentando se vender como os paladinos da moral e dos direitos humanos, mas a farsa já caiu. E não há discurso raivoso no Twitter que vá mudar isso.