
Ah, a extrema-esquerda brasileira… sempre nos proporcionando espetáculos de delírio narrativo dignos de uma tragicomédia de quinta categoria. E quando essa peça grotesca é encenada por ninguém menos que Gleisi Hoffmann, a autoproclamada Ministra das Relações Institucionais (sabe-se lá de quais relações), o show de desinformação e hipocrisia beira o folclórico. Nesta semana, a deputada resolveu dar mais um chilique digital em seu perfil no X — o antigo Twitter — e, como de costume, errou o alvo e acertou a própria cara.
Gleisi escreveu com toda a pompa de uma revolucionária frustrada: “Vergonha internacional e isolamento o Brasil conheceu no desgoverno de Jair Bolsonaro”. Coitada. Aparentemente, ela apagou da memória que foi justamente no “governo do mito” que o Brasil começou a se afirmar como uma potência agroexportadora independente, fechando acordos bilaterais com dezenas de países, estreitando relações com o Leste Europeu, com a Ásia e reforçando sua soberania frente à velha decadência globalista. Isolamento? Só se foi dos amiguinhos comunistas do Foro de São Paulo que ficaram com inveja da popularidade internacional de Bolsonaro enquanto seus próprios chefes de Estado precisavam comprar multidões para fingir apoio popular.
E aí vem o momento mais cômico do delírio: “Ditadura foi o que ele tentou implantar no fracassado golpe contra a posse de Lula”. Ah, Gleisi, que piada! A mesma turma que tentou soltar Lula a força com um habeas corpus de um juiz plantonista de domingo, agora quer pagar de bastião da legalidade? A esquerda adora um espelho, e confunde o reflexo dos seus próprios projetos autoritários com o que vê nos outros. Vamos ser francos: Bolsonaro não deu golpe, não instalou junta militar nenhuma, e sequer teve o direito de se defender publicamente diante de um STF que atua como uma milícia jurídica a serviço do atual governo. E sobre o suposto “plano de assassinatos”, nem roteiro da Netflix conseguiria tanta criatividade — mas, claro, não falta “coletiva do Xandão” pra vender essa novela.
A narrativa do “golpe” é a nova cortina de fumaça da esquerda, que precisa a todo custo esconder o colapso moral do governo atual. Gleisi e companhia estão desesperados, pois sabem que Bolsonaro ainda é o maior fenômeno popular da política brasileira, arrastando multidões sem pagar um centavo, enquanto Lula mal consegue uma foto espontânea sem uma claque previamente ensaiada. O pânico é evidente. E não é à toa.
Vergonha internacional e isolamento o Brasil conheceu no desgoverno de Jair Bolsonaro. Abusos, censura, perseguição e ódio político foi o que ele praticou contra qualquer um que divergisse de seu autoritarismo.Ditadura foi o que ele tentou implantar no fracassado golpe contra a…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) July 11, 2025
Outro momento de puro escárnio intelectual: “Senso de responsabilidade foi o que ele nunca teve, para o sofrimento e luto das famílias de 700 mil vítimas da pandemia”. Vamos de novo: foi o governo Bolsonaro que enviou bilhões aos estados e municípios, que garantiu a compra de vacinas, que preservou empregos e evitou o colapso econômico. Já os governadores aliados da esquerda fecharam tudo, proibiram o povo de trabalhar, bateram panela no sofá enquanto os pequenos empresários iam à falência. E claro, compraram respiradores superfaturados em lojas de vinho, como vimos em Santa Catarina, ou desviaram recursos como no consórcio Nordeste. Mas a culpa é de Bolsonaro? É sério isso, Gleisi?
A cereja do bolo do surto de Gleisi é a frase: “Aplaudir um presidente estrangeiro por chantagear o Brasil é a prova maior de que ele coloca seus problemas pessoais acima de tudo”. Quer dizer que a senhora agora se preocupa com chantagens estrangeiras? Isso vindo de quem bate palma para Macron, Trudeau e Biden, os três patetas do progressismo decadente, todos declaradamente entusiastas da submissão da soberania nacional a interesses globalistas. Bolsonaro, ao contrário, defendeu a autonomia do Brasil, denunciou a armadilha da transição energética imposta pelo Ocidente para controlar o agro brasileiro e foi o único presidente a bater de frente com a hipocrisia ambiental europeia, que tenta impor suas diretrizes ecológicas enquanto devasta florestas na África para plantar soja subsidiada.
Mas claro, tudo isso é “colocar seus problemas pessoais acima do país”, não é, Gleisi? O mesmo país que vocês venderam em troca de um carguinho em fórum internacional, que vocês tentaram submeter ao “clube da democracia” de George Soros, e que agora rasteja diante da ONU como se fosse uma republiqueta falida. A verdade é que vocês odeiam Bolsonaro porque ele não se ajoelha para esses senhores do mundo, porque ele representa um Brasil que pensa com a própria cabeça, que defende o direito de existir sem um manual de conduta progressista imposto de fora.
E o gran finale da deputada é impagável: “Na boca de Bolsonaro, as palavras justiça, liberdade e participação política soam como pura hipocrisia”. Engraçado, vindo da mesma turma que usa o sistema judiciário como arma política, que prende jornalista, bloqueia contas bancárias de adversários, censura redes sociais e ainda se diz “democrática”. Hipocrisia, Gleisi, é vocês falarem em estado de direito enquanto fazem um cerco judicial ao maior líder popular do país. É falarem em “liberdade” enquanto perseguem até padre em grupo de oração por suposto “discurso de ódio”.
A realidade, minha cara Gleisi, é que vocês não suportam Jair Bolsonaro porque ele existe. Porque ele prova, a cada passo, que é possível governar sem o rabo preso com a velha política, com empreiteira, com banqueiro do BNDES e com “amigos do rei”. Porque ele representa o Brasil de verdade: o povo que trabalha, que crê em Deus, que honra a família e que não engole mais as mentiras do PT.
E se isso é “vergonha internacional”, então o mundo precisa urgentemente de mais vergonhas como essa.
















