
Ah, a extrema-esquerda brasileira novamente em ação, fazendo o que melhor sabe: fingir indignação seletiva enquanto pinta o mundo com as cores da sua própria fantasia. Desta vez, a estrela do show é ninguém menos que Gleisi Hoffmann, aquela figura que se autointitula defensora da democracia, Ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais e deputada federal. No X, a plataforma que já virou um teatro de acusações desinformadas e golpes de efeito midiático, Gleisi resolveu nos brindar com um texto que mais parece roteiro de novela: mensagens trocadas entre Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Silas Malafaia sobre a tal “chantagem de Donald Trump” seriam a prova definitiva de uma conspiração golpista contra o Brasil. Segundo ela, são conversas indecentes, dignas de uma comédia pastelão, de pessoas que comemorariam sanções econômicas, trariam o caos à Justiça e não se importariam com a população. Que horror! Que absurdo! Como ousam?
O detalhe, claro, é que enquanto Gleisi solta fogo e fumaça no X, a extrema-esquerda ignora solenemente o verdadeiro escândalo que tem acontecido bem debaixo de nossos narizes: as mensagens fora do rito entre assessores do ministro Alexandre de Moraes, no STF, detalhadamente reportadas por jornalistas como Fabio Serapião e Glenn Greenwald, da Folha de S.Paulo. São mensagens que mostram um fluxo de ordens informais, fora de qualquer procedimento legal, para produzir relatórios e abastecer investigações, nada menos que para embasar decisões do próprio ministro contra bolsonaristas no inquérito das fake news durante e após as eleições de 2022. Um escândalo real, concreto, documentado – e o que vemos? Silêncio absoluto de Gleisi. Nenhuma nota, nenhum comentário, nenhuma indignação no X. Estranho, não?
Enquanto ela dispara suas balas de espuma contra supostos complôs de Bolsonaro com Trump, esquecendo completamente do que acontece dentro do próprio STF e do TSE, a população assiste perplexa. Afinal, Gleisi se preocupa tanto com “soberania nacional” e com a “democracia” que só a afeta quando convenientemente pode culpar o presidente ou a direita. Quando os fatos expõem métodos duvidosos da extrema-esquerda institucionalizada, nada. Nenhuma manifestação, nenhuma indignação performática, nenhum X inflamado. A seletividade da indignação nunca foi tão evidente.
E o que os jornalistas mostram com clareza cristalina? Que o gabinete de Alexandre de Moraes solicitava de maneira informal, fora do rito, relatórios da Justiça Eleitoral. Que o setor de combate à desinformação do TSE foi usado como braço investigativo do STF, abastecendo decisões de um ministro contra cidadãos e políticos bolsonaristas. Que existia um cuidado, um diálogo interno, para “não ficar coisa muito descarada” – palavras textuais, nada inventadas. Que não se tratava de conversa trivial: o aviso “não vai sobrar internet” indicava monitoramento intenso, quase de vigilância, de redes sociais e de congressistas. E tudo isso sem que Gleisi Hoffmann achasse digno de comentar. Curioso, não é mesmo?
É impossível não perceber o contraste entre a sua retórica inflamável e seletiva e o silêncio absoluto diante de escândalos que afetam a própria estrutura do Estado e os direitos fundamentais. Gleisi acusa Bolsonaro de conspiração com Trump, de querer destruir a economia e a Justiça, mas quando surge uma conspiração muito mais próxima, muito mais palpável, envolvendo justamente aqueles que deveriam zelar pela legalidade e pelo equilíbrio de poderes, nada. Nenhuma palavra. Nenhum X. Nenhum grito em defesa da democracia que tanto invoca. É quase cômico, se não fosse trágico.
A extrema-esquerda sempre se apresentou como paladina da moralidade e da justiça, mas a realidade prova que suas ações são seletivas, convenientes e, acima de tudo, estratégicas. Gleisi Hoffmann, que não perde oportunidade de apontar dedos, mostrar indignação e construir narrativas sobre supostas ameaças bolsonaristas, ignora completamente um caso que envolve manipulação de relatórios e uso do TSE como extensão do STF. Um caso que desafia a legalidade, que fere princípios básicos de separação de poderes, que coloca sob suspeita a própria imparcialidade de ministros do STF – e nada. O silêncio é ensurdecedor.
As mensagens trocadas entre Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Silas Malafaia sobre a chantagem de Donald Trump são a prova definitiva da conspiração dos golpistas contra o Brasil. São conversas indecentes entre pessoas que comemoram as sanções contra nossa economia, tramam…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) August 21, 2025
O que resta ao cidadão atento e conservador é perceber o óbvio: Gleisi não se importa com a verdade ou com a justiça, mas com narrativas que sirvam aos interesses da extrema-esquerda. E mais do que isso, fica claro que sua indignação é performática, uma cortina de fumaça para desviar a atenção de irregularidades que atingem diretamente o país. Ela aponta o dedo para Bolsonaro e Trump, grita sobre chantagem e conspiração, mas quando surgem evidências concretas de uso indevido de poder e de investigação seletiva, desaparece. O espetáculo de acusações e fake indignation continua, enquanto o verdadeiro escândalo é ignorado.
O brasileiro precisa aprender a ler nas entrelinhas: quando a extrema-esquerda fala alto sobre supostos crimes de outros, é porque tem algo a esconder. Gleisi Hoffmann não deu nenhuma opinião, nenhuma notinha, nenhum post sobre as mensagens fora do rito entre assessores de Moraes. O contraste é tão evidente que chega a ser engraçado: o que antes era ameaça à soberania nacional agora se torna silêncio cúmplice diante de irregularidades reais. A hipocrisia da extrema-esquerda se expõe por si mesma, sem esforço algum.
Portanto, caros leitores, fica o alerta: não se deixem enganar pelo espetáculo midiático que Gleisi Hoffmann e seus aliados tentam construir. A extrema-esquerda continua a manipular narrativas, seletivamente indignada, sempre buscando vilões convenientemente distantes, enquanto escândalos reais acontecem diante de todos nós. O X da deputada, as manchetes inflamadas, as acusações grandiosas – tudo isso é teatro. O que importa é que, quando se trata de investigar os próprios, o silêncio reina absoluto. A verdadeira conspiração, ao que parece, não está nos grupos bolsonaristas ou nas conversas com Trump, mas na maneira como o poder é usado, controlado e protegido por aqueles que deveriam defender a legalidade. E isso, meus amigos, é um escândalo que a extrema-esquerda prefere enterrar embaixo do tapete.
















