
A jornalista Ana Flor, da GloboNews, demonstrou claro entusiasmo ao noticiar a ordem de prisão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, emitida por Alexandre de Moraes, ministro do STF. Em sua fala no canal, ela destacou com satisfação que “todos os celulares na residência, inclusive o da esposa, Michele Bolsonaro, serão recolhidos”, deixando evidente o tom comemorativo diante da ação arbitrária autorizada por Moraes. Não bastasse isso, Ana Flor ainda reproduziu, sem qualquer crítica, um trecho da decisão do ministro, onde ele afirma: “A Justiça não permitirá que um réu a faça de tola, achando que ficará impune por ter poder político e econômico.”
A postura da jornalista — militante da extrema esquerda travestida de comentarista política — escancarou o alinhamento ideológico entre parte da imprensa e setores do Judiciário. Em vez de questionar os abusos da decisão, ela preferiu amplificar o discurso autoritário, tratando com naturalidade o fato de Michele Bolsonaro ter seu celular confiscado, sem qualquer denúncia formal contra ela.
Trata-se de mais um capítulo da perseguição sistemática ao maior representante da direita brasileira. O processo não segue o rito legal comum: não há denúncia aceita, não há contraditório, não há julgamento justo — há apenas espetáculo jurídico com fins políticos. E Ana Flor, como boa militante, aproveitou-se da oportunidade para atacar e deslegitimar, com um sorriso disfarçado, tudo o que Bolsonaro representa: o conservadorismo, o patriotismo e a resistência popular ao autoritarismo judicial.
Ana Flor destacou que “todos os celulares na residência, inclusive da esposa, serão recolhidos” e citou trecho da decisão: “A Justiça não permitirá que um réu a faça de tola, achando que ficará impune por ter poder político e econômico.” Para ela, a decisão indica uma reação… pic.twitter.com/JQgLG38u8s
— GloboNews (@GloboNews) August 4, 2025
A decisão de Moraes, celebrada com entusiasmo por jornalistas como Ana Flor, não é imparcial nem técnica. É política. É revanchista. E revela o nível alarmante de deterioração institucional que vivemos. Quando a Justiça se transforma em instrumento de vingança e a imprensa aplaude, a democracia deixa de existir. Estamos diante de um cenário em que discordar virou crime, ser conservador virou ameaça, e apoiar Bolsonaro virou sentença de culpa prévia.
Ana Flor não esconde sua satisfação. Seu comentário foi mais do que uma informação: foi um brado de apoio à cassação de direitos fundamentais. Quando uma jornalista comemora a invasão de privacidade de uma ex-primeira-dama, sem qualquer prova ou julgamento, ela não está exercendo jornalismo — está militando pela censura e pela repressão.
O povo precisa enxergar que Bolsonaro é apenas o primeiro alvo. O verdadeiro objetivo é calar todos que pensam diferente da cartilha progressista dominante. E se isso for feito com a ajuda de jornalistas cúmplices como Ana Flor, tanto melhor para os que hoje se julgam donos do Brasil.
Essa não é uma ação contra um homem. É uma ofensiva contra uma ideia: a ideia de que o povo pode se levantar, escolher um líder conservador e desafiar o sistema. O que se viu hoje, com a prisão de Bolsonaro e a apreensão de celulares até da esposa, é a prova definitiva de que a Constituição virou papel velho nas mãos de um Judiciário aparelhado e de uma imprensa militante.
Enquanto Ana Flor celebra, o Brasil sangra em silêncio.
















