
Em um Brasil onde a verdade parece se perder em meio a discursos vazios e narrativas fabricadas, surge mais um capítulo da tragicomédia promovida pela extrema-esquerda e pelo governo Lula. Em mais uma demonstração de cinismo político, o comentarista da GloboNews, Daniel Sousa, expõe de maneira clara aquilo que os brasileiros conservadores já sabem: dinheiro não falta, falta é vontade de governar com responsabilidade e transparência.
É impressionante como o atual governo insiste em empurrar para a população a falácia de que “não há dinheiro” no orçamento. Ora, se não há dinheiro, como explicar os bilhões destinados a emendas parlamentares, a projetos ideológicos e ao financiamento de causas que nada têm a ver com o bem-estar do povo brasileiro? A verdade é simples e incômoda para eles: dinheiro existe, o que falta é compromisso com o cidadão.
O governo Lula e sua trupe de burocratas defendem com unhas e dentes o aumento de impostos. Claro, não é difícil entender por quê: mais impostos significam mais controle e mais recursos para financiar seus projetos de poder. Enquanto isso, o brasileiro trabalhador é esmagado por uma carga tributária abusiva que só cresce. A desculpa? Não há espaço no orçamento. Mas, como bem pontuou Daniel Sousa, o que realmente acontece é que há uma série de “capturas no orçamento” destinadas a privilegiar grupos de interesse.
E quem são esses “grupos de interesse”? Simples: sindicatos, ONGs ideológicas, movimentos sociais aparelhados e toda a rede de parasitas que orbitam em torno do poder petista. A máquina estatal se transforma em um mecanismo de perpetuação de poder, enquanto as necessidades reais da população são deixadas de lado.
"Quando a gente olha para esse orçamento, é inacreditável que alguém tenha coragem de dizer para a gente que falta dinheiro. Não falta dinheiro (…). 'Ah, porque eu preciso aumentar imposto'. 'Ah, porque não tem espaço no orçamento'. Tem espaço no orçamento. Você não quer fazer… pic.twitter.com/gTqFEFX8DZ
— GloboNews (@GloboNews) March 21, 2025
Vamos aos fatos: se há espaço no orçamento para bancar emendas de bilhões, por que não há para aliviar o bolso do trabalhador? Por que os agricultores, pequenos empreendedores e a classe média são sempre os alvos preferidos do fisco? A resposta é dolorosamente óbvia: porque esses grupos não fazem parte da base de sustentação do governo Lula.
Enquanto a população enfrenta dificuldades reais para pagar contas básicas, a extrema-esquerda não hesita em garantir que seus aliados vivam no conforto proporcionado pelo dinheiro do contribuinte. Sob o disfarce de “justiça social”, o que realmente ocorre é a instrumentalização do Estado para atender aos interesses de uma minoria privilegiada.
E não se engane: quando um comentarista de uma emissora alinhada com a agenda progressista como a GloboNews admite que o governo está mentindo, é porque a situação é ainda mais grave do que parece. O discurso de falta de recursos é apenas uma desculpa conveniente para ampliar o controle estatal e sufocar as vozes dissidentes.
O mais irônico? A extrema-esquerda, que sempre bradou contra as “elites”, hoje é a maior defensora da concentração de poder e riqueza nas mãos do Estado. Afinal, para eles, o povo não passa de uma massa de manobra, útil apenas para garantir votos em eleições manipuladas por narrativas fantasiosas.
Essa estratégia não é nova. Desde os primeiros governos petistas, o modelo se repete: cria-se uma crise artificial, aumenta-se a carga tributária e, em seguida, distribui-se esmolas travestidas de programas sociais. Tudo isso enquanto os verdadeiros privilegiados – os apadrinhados do sistema – continuam a se locupletar com o dinheiro do contribuinte.
Não é por acaso que o governo atual evita a todo custo uma auditoria transparente do orçamento. Imagine o escândalo se a população descobrisse quanto do seu dinheiro é desviado para financiar agendas identitárias, políticas globalistas e, claro, campanhas milionárias para manter a esquerda no poder.
A real indignação de quem observa esse cenário não é com a “falta de dinheiro” – porque, como ficou claro, dinheiro há de sobra. O problema está na manipulação política de recursos que deveriam estar a serviço do povo, mas são usados para manter um projeto de poder autoritário e controlador.
Enquanto isso, os defensores do governo Lula tentam empurrar goela abaixo a narrativa de que sem mais impostos o Brasil não avança. O que eles não dizem é que cada centavo arrecadado a mais significa menos liberdade para você, mais dependência do Estado e menos espaço para o setor produtivo respirar.
É preciso escancarar a verdade: o Brasil não precisa de mais impostos. O Brasil precisa de uma gestão responsável, de cortes em privilégios, de um Estado mais enxuto e eficiente, e de um governo que respeite o esforço do cidadão que trabalha duro para sustentar sua família.
Mas isso, claro, é pedir demais para um governo cuja prioridade é manter sua base de apoio alimentada por recursos públicos.
No fim das contas, a declaração de Daniel Sousa é um raro lampejo de honestidade em um cenário midiático dominado por narrativas enganosas. E se até a GloboNews está admitindo isso, quem somos nós para discordar?