GloboNews surta no X e diz que Lula está “sequestrado” pelo Congresso Nacional

GloboNews, essa usina de narrativas recicladas, nos brindou com mais uma pérola do delírio progressista matinal. O post do X (antigo

Por Notas & Informações

GloboNews, essa usina de narrativas recicladas, nos brindou com mais uma pérola do delírio progressista matinal. O post do X (antigo Twitter, para quem ainda vive no século passado como a própria Globo) já veio com aquele perfume de vitimismo azedo que só a esquerda caviar sabe exalar. A comentarista Natuza Nery, em sua típica performance de drama político de terceira categoria, resolveu encarnar a alma de Lula, o eterno injustiçado, para nos oferecer uma análise digna de um espetáculo do Cirque du PT: “Se eu fosse o Lula, rasgava a fantasia”. Fantasia? Minha cara, se Lula ainda veste alguma fantasia, ela é de cordeiro, porque por trás desse disfarce, todo mundo já conhece o lobo.

Vamos aos fatos, que é o que a extrema-esquerda foge como o diabo da cruz. Segundo a musa da GloboNews, o pobre Lula, coitadinho, está sendo sequestrado pelo Congresso. Como se o Congresso Nacional fosse uma quadrilha de marginais armados impedindo o “executivo” de executar. Mas espera aí… não foi o próprio PT que passou anos tentando aparelhar o Congresso, transformando o parlamento em um puxadinho do Planalto? Agora que o jogo virou e o Congresso resolveu exercer sua prerrogativa constitucional de controlar o orçamento, isso é “inconstitucional”? Só pode ser piada de mau gosto.

A análise é tão rasa quanto um pires e tão enviesada quanto um editorial da Folha de S. Paulo. Natuza, que há muito tempo parece mais uma porta-voz do Instituto Lula disfarçado de jornalista, tenta emplacar a ideia de que o Executivo está sendo sabotado. Não é sabotagem, minha cara. É o preço de quem quer governar um país como se ainda estivesse em 2003, com o povo deslumbrado por discursos messiânicos e sindicatos domesticados.

E o mais engraçado — se não fosse trágico — é o uso do termo “sequestrado”. Isso vindo de um campo político que idolatra Che Guevara, Fidel Castro, Nicolás Maduro e toda sorte de déspotas que fazem do sequestro de liberdades individuais a base de seus regimes. Agora que o Congresso reage e exige transparência, planejamento e responsabilidade fiscal, eles gritam que é golpe, que é sequestro, que é “porrada”.

Ah, a porrada… essa expressão tão usada pela esquerda quando a realidade bate na porta. O governo levou porrada, diz Natuza, “às vezes por erros do próprio governo”. Só às vezes? Vamos listar: erros diplomáticos com Israel, submissão vexatória à China, apoio às ditaduras africanas, tentativa de calar as redes sociais via regulação da censura, desmonte da Lava Jato, aparelhamento descarado da máquina pública, retorno do toma-lá-dá-cá com emendas e cargos — e isso é só o começo. Se fosse para fazer justiça, o governo de Lula 3 merecia um nocaute.

Mas a turma da GloboNews, com seu clubinho de comentaristas isentões que jamais votaram na direita (só “contra o autoritarismo”), tenta vender a narrativa de que o governo é uma vítima do “sistema”. Sistema esse que o próprio PT ajudou a construir com as benesses do presidencialismo de coalizão, com mensalão, petrolão e bilhões desviados que agora ninguém viu, ninguém sabe. Que conveniente.

Se há algo de “inconstitucional” nesse país, é a ideia de que o presidente pode fazer o que quiser sem prestar contas ao Congresso, que representa o povo. É inconstitucional rasgar o teto de gastos por decreto. É inconstitucional usar bancos públicos para financiar obras em ditaduras amigas enquanto falta saneamento no interior do Brasil. Mas isso não incomoda a turma da Natuza. O problema, para eles, é quando o Congresso ousa dizer “não” ao rei nu.

Rasga a fantasia, sim, Natuza. Mas rasga com dignidade. Porque esse teatro de vitimismo já cansou. A imprensa que se diz crítica precisa urgentemente de um espelho. Quando você coloca um microfone na frente e diz que Lula está sequestrado, você está desrespeitando a inteligência de milhões de brasileiros que veem claramente um governo incompetente, desarticulado, ultrapassado e dependente da velha política que prometeu combater. O único sequestro que está em curso é o sequestro da verdade — e os sequestradores estão nos estúdios da imprensa militante.

Se tem alguém que não tem mais “essa bola toda”, é o próprio Lula, que vive repetindo os mesmos discursos de 20 anos atrás, falando para plateias internacionais que já o enxergam como um bufão latino-americano. E a GloboNews? Continua sendo a caixa de ressonância oficial dos lamentos da extrema-esquerda, tentando emplacar pautas que não passam nem no Twitter.

Aliás, no X, o post da GloboNews foi um verdadeiro tiro no pé. A reação foi quase unânime: o povo cansou. Não adianta dourar a pílula. Ninguém mais compra essa encenação grotesca de que o problema do Brasil é o Congresso e não o governo. As urnas deram um sinal claro: o país quer equilíbrio, responsabilidade e freios ao autoritarismo disfarçado de progressismo.

E sabe o que mais? Esse teatro só mostra o desespero. Quando a imprensa precisa defender um governo dizendo que ele foi “sequestrado”, é porque já não há mais como defender seus atos. Quando uma comentarista precisa vestir a fantasia do presidente para justificar seus fracassos, é porque a máscara do jornalismo imparcial já caiu.

O Brasil não precisa de fantasias, precisa de verdade. E a verdade é uma só: o petismo não sabe conviver com a democracia quando não tem o controle total do jogo. Quando a imprensa se junta a esse coro dissonante, ela se torna cúmplice — não da verdade, mas da mentira institucionalizada.

Então, GloboNews, da próxima vez que forem tentar salvar a imagem de um governo que afunda em suas próprias contradições, façam pelo menos com um pouco mais de criatividade. Porque repetir o mesmo roteiro de vítima perseguida já virou piada — e das ruins.

*E se Lula está sequestrado, o Brasil está há muito tempo sob o cativeiro da arrogância progressista. Mas calma, já tem muita gente afivelando as algemas para a soltura.*

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