Governo Lula vai taxar dividendos que superarem R$ 50 mil mensais em 10%

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e ministro da Economia, Fernando Haddad – Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva segue sua incansável missão de punir quem ousa produzir, investir e gerar empregos no Brasil. Agora, com mais uma canetada repleta de demagogia e embalada em um discurso populista, a nova proposta de Reforma do Imposto de Renda (IR) pretende tributar em 10% os dividendos acima de R$ 50 mil por mês, um dinheiro que já foi devidamente tributado antes de ser distribuído. A lógica? Nenhuma. Apenas o velho e surrado discurso de que é necessário “taxar os ricos” para financiar os pobres.

A estratégia da esquerda é sempre a mesma: pintar quem gera riqueza como vilão e, assim, justificar o confisco disfarçado de “justiça social”. O governo insiste na falácia de que esse novo imposto será aplicado apenas a “super-ricos”, aqueles que recebem acima de R$ 600 mil por ano. Mas não se deixe enganar: esse é apenas o começo. No mundo real, sabemos que qualquer tributação extra sobre investimentos apenas afasta o capital, prejudicando diretamente a economia e, claro, o próprio trabalhador, que será o primeiro a sentir os efeitos dessa medida absurda.

O anúncio da reforma foi feito como uma grande vitória pelo governo Lula, e a Receita Federal tenta convencer a população de que essa taxação é “justa” e necessária para compensar a isenção de IR para aqueles que ganham até R$ 5 mil por mês. Mas eis a questão: se o governo realmente quisesse aliviar a carga dos mais pobres, deveria cortar os seus próprios gastos exorbitantes e não aumentar ainda mais a carga tributária para quem gera empregos!

Não é de hoje que a extrema-esquerda sonha com o controle absoluto do dinheiro da população. Eles sabem que, ao sufocar financeiramente a classe produtiva, estarão criando uma sociedade cada vez mais dependente do Estado. E essa dependência é exatamente o que garante votos para um sistema corrupto e ineficiente que se alimenta da miséria e da ignorância.

O setor empresarial, os investidores e acionistas estrangeiros também não foram poupados dessa aberração fiscal. Mesmo aqueles que investem no Brasil de fora do país serão afetados por essa medida, o que tornará o ambiente de negócios ainda menos atraente. Alguém em sã consciência acredita que isso incentivará investimentos? É óbvio que não! Grandes empresários e investidores vão simplesmente transferir seus recursos para países com uma carga tributária mais equilibrada e um governo que respeita o capital privado.

Mas o pior ainda está por vir: a Receita Federal anunciou que contabilizará todas as rendas para enquadrar um contribuinte como “de alta renda” e garantir que ele pague um IR mínimo. Isso significa que, se você for um pequeno ou médio empresário, mesmo que já pague impostos sobre sua empresa, ainda poderá ser penalizado pessoalmente por essa nova tributação. A desculpa de que haverá um mecanismo para evitar a bitributação é apenas uma tentativa patética de mascarar a real intenção do governo: expropriar a riqueza da nação.

No fundo, essa reforma do IR não passa de um assalto institucionalizado promovido por um governo que não sabe governar sem meter a mão no bolso do cidadão. Em vez de cortar gastos, reduzir privilégios da máquina pública e buscar eficiência na gestão do dinheiro arrecadado, Lula e sua trupe preferem recorrer ao método mais fácil: aumentar impostos e jogar a culpa na classe produtiva.

E para onde vai esse dinheiro? Para educação? Segurança? Saúde? Não se iluda! A prioridade do governo petista sempre foi alimentar o sistema de corrupção, bancar regalias para seus aliados e fortalecer sua base política com assistencialismo barato. Enquanto isso, o brasileiro que trabalha e produz vê seu esforço ser punido por um governo que o enxerga apenas como um caixa eletrônico ambulante.

A esquerda continua vendendo a ilusão de que aumentar impostos sobre os “ricos” ajudará os “pobres”, mas a realidade sempre nos mostra o contrário. Quanto mais o Estado confisca, menos sobra para o crescimento real da economia, menos empregos são gerados e mais o povo se torna refém da miséria. Esse é o verdadeiro projeto da extrema-esquerda: empobrecer a população e concentrar o poder nas mãos do Estado.

Com essa medida desastrosa, o Brasil dá mais um passo rumo ao retrocesso econômico. Empresários, investidores e profissionais de alta renda, que poderiam reinvestir seus recursos na economia, serão desestimulados. O desemprego crescerá, o investimento estrangeiro encolherá e a classe média verá seu poder de compra ser corroído por um Estado inchado e insaciável.

O que nos resta? Denunciar essa farsa, resistir e lutar por um Brasil onde o trabalho, o mérito e o investimento sejam valorizados! O único caminho para o crescimento é menos Estado, menos impostos e mais liberdade econômica. Mas enquanto estivermos sob o jugo da extrema-esquerda, o que veremos é o oposto: mais impostos, mais burocracia, menos investimentos e um futuro cada vez mais sombrio para nossa nação.

Com informações Estadão

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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